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Em MT, 66 municípios estão com alto risco de transmissão do vírus da zika

dengue

Pelo menos 66 municípios de Mato Grosso estão com alto risco de contaminação pelo vírus da zika, segundo informações da Secretaria de Saúde. Neste ano, foram notificados no estado 15.804 casos suspeitos da doença, que é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. No ano passado, foram 9.123 casos.

A Saúde do estado, porém, alerta que os números podem ser maiores, já que há atraso nas atualizações dos sistemas de informação dos municípios.

Estudos relacionam a infecção por zika vírus com casos de microcefalia (bebês que nascem com o cérebro menor do que o normal). De acordo com a SES-MT, até o dia 19 de março haviam sido confirmados 13 casos da doença, sendo que outros 110 ainda estão sob investigação.

Neste ano, também foi verificado aumento em Mato Grosso de outras duas doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti: a dengue e a febre chikungunya.

Em relação à dengue, já foram registrados 17.225 casos em 2016, sendo que no mesmo período do ano passado foram 5.909 notificações, ou seja, aumento de 191,5%.

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Sobre a febre chikungunya, a SES-MT informou que foram registrados neste ano 810 casos suspeitos, em 54 municípios. Os outros 87 municípios não notificaram casos de febre chikungunya. A incidência é de 25 casos por 100 mil habitantes. Em 2015, foram registrados 316 casos no estado.

Segundo a Secretaria de Saúde, o estado está em alerta por causa do aumento no número de notificações de casos suspeitos das três doenças.

Prevenção
De acordo com a SES-MT, 90% dos criadouros dos mosquitos são encontrados nas residências. Por isso, orienta que a população tome medidas para evitar a proliferação do transmissor da dengue, febre chikungunya e vírus da zika. Entre elas estão fechar a caixa d’água de forma adequada, não acumular vasilhames, lixos e embalagens no quintal, ver se as calhas estão entupidas e colocar areia nos pratos dos vasos das plantas.

G1 MT

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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