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Blairo entrega cargo, mas Temer não aceita

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) Blairo Maggi (PP) estaria incomodado com sua inclusão na lista de investigados da operação Lava Jato, após delações dos ex-executivos da Odebrecht João Antônio Pacífico e Pedro Leão.

Por conta disso, Maggi procurou o presidente da República Michel Temer (PMDB) para colocar seu cargo à disposição. É o que traz a Coluna do Estadão, no site do jornal, nesta quinta-feira (20).

Segundo a coluna, Blairo se considera injustiçado pela acusação dos delatores e quis deixar o presidente à vontade, abrindo mão do posto. Temer recusou o pedido, dizendo que confiava na sua inocência e capacidade. O ministro aceitou permanecer.

Na delação, Blairo é acusado de receber R$ 12 milhões da Odebrecht na campanha de reeleição para o governo de Mato Grosso, em 2006. Ele nega as acusações.

Procurada pelo Gazeta Digital, a assessoria de imprensa de Blairo Maggi negou a informação da Coluna do Estadão, afirmando que o último encontro entre o ministro e o presidente foi no café da manhã realizado com todo o staff ministerial e deputados federais da base aliada, no Palácio da Alvorada, na última terça-feira (18), onde foi tratado sobre a Reforma da Previdência.

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Além disso, Blairo está se preparando para uma viagem no próximo dia 7 de maio, onde vai percorrer os principais países importadores da carne brasileira, entre eles, China, Hong Kong, Arábia Saudita e Bélgica (União europeia), na tentativa de reposicionar a imagem do Brasil e minimizar os efeitos da operação Carne Fraca.

Conforme o Gazeta Digital divulgou nesta quarta-feira (19), Blairo Maggi admitiu que sente vontade de deixar o Ministério da Agricultura por conta do peso da Lava Jato, que o teria “desmontado”, no entanto, afirmou que permaneceria por conta do compromisso com a equipe do Mapa em resolver a questão das frudes na fiscalização de frigoríficos. (Com informações do Estadão)

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“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).

O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.

A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).

ONDE FICA?

O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.

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