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Aprosoja vai a campo para acompanhar Vazio Sanitário

O Vazio Sanitário segue em Mato Grosso até o dia 15 de setembro. Neste período, que iniciou em 15 de junho, é proibida a presença de plantas vivas de soja no estado. Para verificar como está a situação, delegados e equipe da Defesa Agrícola da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) percorreram dez municípios, percorrendo 3,7 mil quilômetros, durante uma semana do mês de julho.

“O produtor rural sabe a importância de respeitar o vazio sanitário e fazer o trabalho em sua propriedade. Apesar do custo do pós-safra para destruir a soja guaxa, verificamos que o produtor tem feito o dever de casa para a sanidade da cultura”, afirma Roseli Giachini, 2ª vice-presidente Norte e coordenadora da comissão de Defesa Agrícola da Aprosoja.

A região Oeste se destacou pelo trabalho bem feito dos agricultores em acabar com a soja guaxa. De acordo com o delegado coordenador da Aprosoja em Campo Novo do Parecis, Antenor Utida, os produtores estão fazendo as dessecações de forma correta para o controle da soja guaxa e plantas espontâneas.

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Na fazenda Três Marcos, Utida planta 6300 hectares de soja e, na segunda safra, alterna entre algodão, milho e capim sudão. “É preciso ter o controle pós soja, acredito que tem que ter consciência para fazer este manejo para o benefício de toda a cultura no estado”, afirma.

Naildo Lopes, conselheiro fiscal da Aprosoja e produtor rural na região de Nova Mutum, acompanhou a rodada técnica no eixo da BR-163. Ele não cansa de alertar: ”onde tem soja tiguera (ou guaxa), tem ferrugem e ferrugem “quebra” produtor”.

Lopes, que também é agrônomo, acredita que a rodada é importante para comprovar o que a técnica já vem mostrando, ou seja, que não se pode fazer soja sobre soja e é preciso respeitar e cumprir o período de vazio sanitário.  “Quem cuida da propriedade é o produtor. Se sair do controle, teremos um novo surto de ferrugem asiática e não se controla mais. Já temos dificuldades com produtos com eficiência atualmente e não há previsão de novos em dez anos”, frisa.

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Durante a semana, as equipes encontraram soja guaxa com sintomas de ferrugem asiática especialmente em beiras de rodovias e no perímetro urbano, nas proximidades de armazéns de recebimento de grãos. Houve também situações em que foi encontrada soja guaxa em lavouras abandonadas. O material foi recolhido e será analisado pela professora doutora Solange Maria Bonaldo, fitopatologista da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), campus Sinop.

Fonte: Ascom Aprosoja

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Jato avaliado em até R$ 300 milhões chama atenção durante a Show Safra em Lucas do Rio Verde

Um jato executivo modelo Gulfstream G550 virou destaque durante a Show Safra, realizada em Lucas do Rio Verde. Avaliada em até R$ 300 milhões na versão nova, a aeronave chamou a atenção de quem passou pelo local.

Além do G550, a presença de diversos aviões particulares também impressionou durante a feira, que reúne produtores e empresários do agronegócio.

Conforme apurado pelo site Olhar Direto, o jato G550 pertence ao dono de uma empresa brasileira de grande porte nos setores de tecnologia e logística de pneus. O modelo tem capacidade para até 19 passageiros e autonomia para voos de longa distância.

A Show Safra é considerada um dos principais eventos do agronegócio da região. Na edição do ano passado, movimentou cerca de R$ 10 bilhões em negócios e atraiu mais de 170 mil visitantes.

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