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11 escolas poderiam ser construídas com dinheiro da Arena Pantanal

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O dinheiro gasto pelo Governo do Estado para montar a estrutura temporária para a Copa do Mundo em Cuiabá é o equivalente ao necessário para construir 11 escolas idênticas à recém construída no bairro Bela Vista, em Cuiabá, prevista para ser inaugurada em abril. A estrutura temporária custará R$ 36,2 milhões e será usada apenas durante os quatro dias de jogos do mundial na Arena Pantanal. A escola estadual tomada como base para a comparação terá capacidade para atender 1400 alunos em 18 salas de aula e custou, de acordo com a Secretaria Estadual de Educação (Seduc), R$ 3,25 milhões. As estruturas temporárias para a Copa do Mundo serão construídas dentro de um prazo de 67 dias. A armação que deverá ser utilizada apenas durante o período da Copa garantirá o atendimento de uma das exigências da Fifa para o evento. A licitação da obra foi vencida pelo consórcio DMDL/Pazini.

Além da escola do Bela Vista, está prevista para ser inaugurada em 2014 uma outra unidade no bairro Santa Laura, também com 18 salas e a um custo R$ 4.434.634,11. Outras duas escolas foram licitadas em 2013 para serem construídas na Capital. Elas irão substituir os prédios da EE Hélio Palma e EE Filogônio Correa (na Guia). Estas obras já estão com ordem de serviço em fase de início, com prazo de 365 dias para conclusão. A instalação das estruturas temporárias já era prevista. Foi um compromisso assumido pelas 12 cidades-sede do Mundial. A exigência da Fifa é de que “a autoridade do estádio se compromete a alugar, construir (se necessário) e providenciar para a Fifa e o COL (…) o espaço requisitado para o uso exclusivo no período da Copa e a removê-los (se necessário) depois do uso pela Fifa e pelo COL, sob o custo da autoridade do estádio”, é o que diz o documento (“Stadium Agreement”) assinado pelas 12 “autoridades de estádio” da Copa.

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“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).

O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.

A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).

ONDE FICA?

O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.

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