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Denuncia

Pescador registra nova mortandade de peixes perto da Usina de Sinop

Uma nova mortandade de peixes foi registrada por um morador no rio Teles Pires, em Sinop, durante o último final de semana.

Ele gravou vídeos que mostram os peixes boiando perto da barragem da usina hidrelétrica. Vale lembrar que esta é a terceira vez que a morte de peixes é denunciada.

No ano de 2019, mais de 13 toneladas de espécies aquáticas morreram e a Usina Hidrelétrica Sinop recebeu uma multa de R$ 50 milhões por parte da SEMA.

Desta feita, os vídeos mostram exemplares de corvina, cachara, pacu, piranha e alevinos mortos. Até o momento, a razão da morte dos peixes ainda não foi esclarecida.

A empresa Sinop Energia, em contato com o  site  Nortão Online afirmou que está ciente da morte de peixes em locais próximos à sua usina hidrelétrica, abaixo das estruturas da barragem.

Confira na íntegra:

“A Sinop Energia informa que está ciente da ocorrência de morte de peixes em áreas próximas ao nosso empreendimento hidrelétrico, a jusante das estruturas da barragem.

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Até o momento, não há evidências que indiquem que a ocorrência esteja relacionada a operação da usina. A UHE Sinop opera em estrita obediência aos protocolos desenvolvidos por especialistas e aprovados pelas autoridades.

A empresa monitora a situação de perto, e nossas equipes técnicas estão em campo realizando coletas e análises detalhadas para entender os fatores que contribuíram para esse episódio.

Reforçamos nosso compromisso com a transparência e a responsabilidade ambiental, e continuaremos a trabalhar em conjunto com especialistas e órgãos ambientais para garantir a proteção da biodiversidade em nossa área de atuação.

Estamos à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais e fornecer atualizações conforme novos dados sejam obtidos.”

Fonte: Nortãoonline

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Denuncia

Ex-PM e advogado é acusado de aliciar e abusar de detentas

Uma série de denúncias chocantes coloca o advogado Cláudio Martins Lourenço no centro de uma investigação sobre abusos sexuais dentro da Penitenciária Feminina do Distrito Federal, a “Colmeia”. Ex-policial militar, Lourenço é acusado de utilizar as prerrogativas da profissão para coagir e explorar mulheres em situação de vulnerabilidade carcerária.

O “Modus Operandi”: gratuidade e ameaças

Segundo os relatos colhidos, o advogado selecionava detentas com condenações longas, oferecendo assistência jurídica gratuita ou doações financeiras para as famílias das internas. O objetivo seria criar uma relação de dependência e “dívida de gratidão”.

No entanto, o suporte jurídico rapidamente se transformava em abuso. Uma das vítimas relatou que, durante um atendimento no parlatório, o advogado exigiu que ela exibisse o corpo. Diante da negativa, ele teria se masturbado na frente da cliente, proferindo ameaças diretas: “Se você pilantrar comigo, você vai ver! Você me deve para o resto da vida!”.

Histórico de crimes sexuais e expulsão da PM

A ficha criminal de Cláudio Martins Lourenço revela um histórico extenso de violência. Expulso da Polícia Militar há 17 anos justamente por crimes sexuais, o agora advogado acumula:

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14 inquéritos policiais e nove Termos Circunstanciados;
Duas condenações judiciais, incluindo uma por estupro;
Denúncias de sadismo: Em um dos casos registrados, ele é acusado de amarrar e humilhar uma garota de programa.

Estratégia de defesa

Recentemente, o advogado ganhou holofotes ao denunciar ter sido agredido por agentes dentro de uma delegacia do Distrito Federal. A defesa de Lourenço alega que as novas acusações de abuso e a exposição de seu passado criminal são tentativas de “assassinato de reputação” e uma retaliação por ele ter denunciado a suposta violência policial.

O caso segue sob investigação, e as autoridades apuram se há outras vítimas dentro do sistema prisional que foram silenciadas pelo medo de retaliação contra seus familiares.

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