Denuncia
Prefeitura teria gastado R$ 20 milhões com 500 contratados; MPE pede cassação do prefeito de Chapada

O Ministério Público Eleitoral (MPE) apresentou memoriais finais em uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) pedindo a cassação dos registros de candidatura do prefeito reeleito de Chapada dos Guimarães, Osmar Froner (União), de seu vice, e de um vereador.
O MPE identificou um esquema de abuso de poder político e econômico, alegando que o município gastou R$ 20,46 milhões em contratos terceirizados, usando cerca de 500 contratados para alimentar um suposto Caixa 2 na campanha de 2024.
Uso Político da Máquina Pública em Período Vedado
A investigação concentra-se nas contratações em período proibido pela lei eleitoral e no uso da estrutura administrativa para beneficiar a chapa:
Contratos Irregulares: Relatórios do TCE-MT e do MPC indicam que a terceirização via OSCIP Associação de Gestão e Programas (AGAP) movimentou mais de R$ 20 milhões em 2023.
Irregularidade Eleitoral: A gestão promoveu renovações de contratos e novas nomeações a partir de 1º de maio de 2024, período expressamente vedado pela legislação eleitoral.
Mobilização para Campanha: Há indícios de que aproximadamente 500 contratados pela AGAP foram mobilizados diretamente na campanha, atuando em reuniões da chapa.
Esquema de Caixa 2 e Pedido de Cassação
O Ministério Público sustenta que o esquema teria alimentado um Caixa 2, com recursos não declarados:
Fluxo Clandestino: A quebra de sigilo bancário revelou que um empresário, apontado como operador financeiro da campanha, realizou saques altos (incluindo um de R$ 50 mil) e transferências que não foram registradas na contabilidade oficial.
Compra de Votos: O MPE alega que o fluxo financeiro clandestino serviu para compra de votos e cooptação de lideranças.
O MPE requer a cassação dos diplomas e a inelegibilidade por oito anos para os envolvidos, além de solicitar o envio das informações para a responsabilização criminal.
Denuncia
Ex-PM e advogado é acusado de aliciar e abusar de detentas

Uma série de denúncias chocantes coloca o advogado Cláudio Martins Lourenço no centro de uma investigação sobre abusos sexuais dentro da Penitenciária Feminina do Distrito Federal, a “Colmeia”. Ex-policial militar, Lourenço é acusado de utilizar as prerrogativas da profissão para coagir e explorar mulheres em situação de vulnerabilidade carcerária.
O “Modus Operandi”: gratuidade e ameaças
Segundo os relatos colhidos, o advogado selecionava detentas com condenações longas, oferecendo assistência jurídica gratuita ou doações financeiras para as famílias das internas. O objetivo seria criar uma relação de dependência e “dívida de gratidão”.
No entanto, o suporte jurídico rapidamente se transformava em abuso. Uma das vítimas relatou que, durante um atendimento no parlatório, o advogado exigiu que ela exibisse o corpo. Diante da negativa, ele teria se masturbado na frente da cliente, proferindo ameaças diretas: “Se você pilantrar comigo, você vai ver! Você me deve para o resto da vida!”.
Histórico de crimes sexuais e expulsão da PM
A ficha criminal de Cláudio Martins Lourenço revela um histórico extenso de violência. Expulso da Polícia Militar há 17 anos justamente por crimes sexuais, o agora advogado acumula:
14 inquéritos policiais e nove Termos Circunstanciados;
Duas condenações judiciais, incluindo uma por estupro;
Denúncias de sadismo: Em um dos casos registrados, ele é acusado de amarrar e humilhar uma garota de programa.
Estratégia de defesa
Recentemente, o advogado ganhou holofotes ao denunciar ter sido agredido por agentes dentro de uma delegacia do Distrito Federal. A defesa de Lourenço alega que as novas acusações de abuso e a exposição de seu passado criminal são tentativas de “assassinato de reputação” e uma retaliação por ele ter denunciado a suposta violência policial.
O caso segue sob investigação, e as autoridades apuram se há outras vítimas dentro do sistema prisional que foram silenciadas pelo medo de retaliação contra seus familiares.
-
Polícia4 dias atrásHomem mata a mulher, usa o celular dela para pedir dinheiro à família da vítima e vai a bar beber, diz polícia
-
Cidades2 dias atrásMato Grosso deixa de destruir maquinários apreendidos e passa a destiná-los aos municípios
-
Esportes2 dias atrásLula revela consulta de Ancelotti: ‘Você acha que o Neymar deve ser convocado?’
-
É Direito4 dias atrásGilmar Mendes nega recurso e mantém pena de 22 anos a PM por assassinato a tiros em bar
-
Esportes2 dias atrásBMX de Nova Mutum realiza entrega oficial de bicicletas adquiridas através de recursos do MPMT
-
Golpe2 dias atrásMulher cai em golpe de cobrança de pedágio e perde R$ 77
-
Polícia4 dias atrásPM prende traficante e apreende drogas na casinha do cachorro
-
Mundo4 dias atrásTrump dá início ao bloqueio no Estreio de Ormuz e diz que vai “eliminar” qualquer navio que tentar passar





