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Quase 30% das famílias mato-grossenses usam lenha ou carvão para cozinhar, aponta IBGE

Quase 30% das famílias mato-grossenses usavam lenha ou carvão para cozinhar em 2018, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em meio às altas do desemprego e dos preços do gás de cozinha, 14 milhões de famílias brasileiras usavam lenha ou carvão.

São cerca de 3 milhões de famílias a mais que em 2016 em todo o país.

De acordo com o levantamento, Mato Grosso é o sexto estado com maior percentual de famílias que usam esses combustíveis no preparo de alimentos.

O ranking é liderado pelo Pará, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Sul e Tocantins. Mato Grosso é o estado do Centro-Oeste que mais usa os combustíveis citados.

Os dados mostram que em 2018 29,3% das famílias mato-grossenses usaram lenha ou carvão para cozinhar. O número saltou de 13,5% em 2016 para 19% em 2017.

Em números absolutos, 339 mil famílias de Mato Grosso usam esses combustíveis para fazer as refeições em 2018. O número era de 215 mil e 150 mil famílias em 2017 e 2016, respectivamente.

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Em Cuiabá, na capital, 41 mil famílias (19%) usavam lenha ou carvão para cozinhar em 2018.

G1 MT

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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