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Operação da PCGO apura estelionato na compra de gado e cumpre mandados em Cuiabá

O Grupo de Repressão a crimes patrimoniais (Gepatri) de Goianésia, com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso, desmantelou um esquema sofisticado de estelionato, trazendo à tona a complexidade das fraudes eletrônicas cometidas por uma família especializada em aplicar golpes. Após meses de investigação, a Polícia Civil identificou os autores e também descobriu que marido e mulher são investigados em vários estados do país por crimes semelhantes. Segundo apurado, a família movimentou quase R$ 2 milhões em transações bancárias em um curto período de tempo.

O caso começou em 2022, quando uma vítima da cidade de Goianésia negociou a compra de gado com um suposto vendedor. Após a negociação, a vítima foi instruída a realizar duas transferências bancárias que totalizaram R$ 170 mil. Após efetuar os pagamentos, a vítima dirigiu-se à propriedade para embarcar os animais, mas foi informada de que o pagamento não havia sido efetivado e que não poderia levar o gado. Percebendo que havia sido enganada, a vítima registrou ocorrência.

A Operação Clã Criminoso representou por quebras de sigilo bancário e outras diligências investigativas. Foi constatado que a autora recebeu grande parte dos valores ilícitos, apesar de afirmar ser viúva, aposentada e de simples condição financeira. Ela possui seis veículos novos e semi-novos em seu nome, reforçando as suspeitas de sua participação ativa no esquema criminoso. A quebra de sigilo bancário aponta que o dinheiro foi fracionado em transferências para laranjas. Uma das contas utilizadas era de uma mulher de 42 anos apontada como a principal operadora das contas bancárias envolvidas. Ela possui um histórico criminal extenso com diversos registros de estelionato em várias unidades federativas. A investigação aponta que a mãe e o filho se beneficiaram dos valores ilícitos.

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Fonte: CaldeirãoPolitico

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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