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Movimentação de passageiros no Carnaval deve crescer 5,4% no Aeroporto Marechal Rondon (MT)

O Aeroporto Internacional de Marechal Rondon, em Várzea, Grande, região metropolitana de Cuiabá, espera receber cerca de 62 mil passageiros durante o Carnaval, entre os dias 1º e 7 de março.

A informação foi divulgada nesta sexta-feira (1º) pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

Esse número é 5,4% maior que os 58,8 mil contabilizados no feriado do ano passado, no período de 9 a 15 de fevereiro. Em relação ao movimento de aeronaves, o aumento deve ser de 2%. A previsão é de 816 pousos e decolagens programadas para este ano, quando em 2018 esse número foi de 800 voos.

Equipes de segurança, operações e de manutenção também foram reforçadas por meio de remanejamento das escalas de trabalho; os ‘amarelinhos’, funcionários de colete amarelo da Infraero com a frase “Posso Ajudar/May I Help You?” e a equipe do Balcão de Informações também estarão preparados para tirar dúvidas e orientar os viajantes. Outras orientações e dicas podem ser obtidas no Guia do Passageiro.

Perfil

O terminal tem capacidade para receber 5,7 milhões de passageiros ao ano, e, somente em 2018, a movimentação no complexo foi de mais de 3 milhões de viajantes, entre operações de embarques e desembarques.

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A movimentação média diária é de 46 voos comerciais regulares de cinco companhias aéreas.

Os principais destinos dos voos que partem de Cuiabá são: Brasília (DF), Goiânia (GO), Rio de janeiro (RJ), São José do Rio Preto (SP), Vilhena (RO), Jí-Parana (RO), Porto Velho (RO), Belém (PA), Rondonópolis, Tangará da Serra, Juína, Juara, Sorriso e Alta Floresta (MT), Guarulhos, Congonhas e Campinas (SP), além das conexões.

G1

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Cidades

Vereador apresenta projeto para proibir competições de “Farmar Aura” em espaços públicos

Foi lido oficialmente durante a 69ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Cáceres, realizada nesta segunda-feira (3), o Projeto de Lei nº 01/2026, de autoria do vice-presidente da Casa, vereador Isaías Bezerra (Republicanos). A proposta pretende proibir a realização de campeonatos, disputas e eventos competitivos da prática conhecida como “aura farming” (“farmar aura”) em praças, parques, ginásios e demais espaços públicos do município.

Segundo o texto, a restrição tem como foco principal eventos que envolvam a participação, a presença ou a exposição de crianças e adolescentes.

De acordo com o projeto, considera-se “aura farming” a prática popularizada nas redes sociais em que pessoas realizam poses, gestos ou atitudes encenadas para ganhar prestígio e repercussão na internet, especialmente quando organizadas em formato de competição.

A proposta também proíbe a concessão de alvarás, autorizações, patrocínios e a cessão de espaços públicos para esse tipo de evento. No entanto, o projeto deixa claro que a vedação não se aplica a manifestações culturais, religiosas, artísticas ou esportivas tradicionais, nem a condutas individuais espontâneas que não tenham caráter competitivo.

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Penalidades

Caso a lei seja aprovada, os organizadores que descumprirem as regras poderão sofrer penalidades que incluem desde advertência por escrito, multa de 10 Unidades Fiscais de Cáceres (UFICs/MT) cerca R$ 717,20, dobrada em caso de reincidência ou quando houver envolvimento de menores. Além da possível suspensão ou cassação do alvará de funcionamento de estabelecimentos envolvidos.

O projeto também determina que, sempre que forem constatadas crianças ou adolescentes em eventos proibidos, os órgãos de fiscalização comuniquem imediatamente o Conselho Tutelar e o Ministério Público de Mato Grosso (MPE) para adoção das medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Incentivo a atividades educativas

Como alternativa, a proposta autoriza o Poder Executivo a desenvolver campanhas de conscientização sobre os riscos de modismos virais e a ampliar projetos voltados ao contraturno escolar.

Entre as ações previstas estão a expansão de escolinhas esportivas nos bairros, oficinas de música, dança e teatro com valorização da cultura pantaneira, além de cursos de tecnologia e qualificação profissional.

Na justificativa do projeto, Isaías Bezerra cita um episódio ocorrido em Cuiabá, onde um encontro relacionado à prática foi proibido administrativamente no Parque das Águas. Segundo o parlamentar, a intenção é fazer de Cáceres um dos primeiros municípios a estabelecer uma legislação específica sobre o tema.

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Após a leitura em plenário, o Projeto de Lei nº 01/2026 segue para análise das comissões permanentes da Câmara antes de ser votado pelos vereadores.

O que é “aura farming”?

O termo “aura farming” ganhou popularidade nas redes sociais e refere-se à prática de realizar ações, poses, desafios ou comportamentos com o objetivo de ganhar popularidade, admiração ou repercussão na internet. Em alguns locais, essas práticas passaram a ser organizadas em disputas e competições, especialmente entre jovens, com gravações para plataformas digitais. O projeto de lei não proíbe a prática individual, mas busca impedir a realização de eventos competitivos em espaços públicos municipais, sobretudo quando envolvam crianças e adolescentes.

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