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Mais quatro ruas de Diamantino recebem calçamento; obra executada com recursos do município

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O Governo Municipal de Diamantino executa novas obras de calçamento, com recursos próprios, nas ruas Xapori, Aparecida do Norte, Imperatriz e Merindiba, todas na localidade do Bom Jesus, bairro Novo Diamantino.

Segundo especialistas, as vantagens das pavimentações com pedras ‘paralelepípedos’, como ocorre em diversos bairros são inúmeras, pois apresentam em relação a outros pavimentos muito mais durabilidade e, além disso, são resistentes, de fácil colocação e manuseio e não utilizam um processo de industrialização de alto impacto ambiental como o asfalto.

Municípios e empresas que têm preocupação ecológica utilizam paralelepípedos, pois não prejudicam a permeabilidade do solo.

Outras vantagens são: não se sujeitam a trincas por fenômenos de dilatação, retração, flexão e oxidação; não são perecíveis; permitem que a água da chuva tenha uma melhor drenagem. Diversas cidades da Europa optam pela pavimentação com calçamento, países desenvolvidos como Alemanha, por exemplo, estão removendo o asfalto das grandes cidades por entenderem que assim estarão diminuindo a temperatura em dias muito quentes, bem como diminuindo riscos de enchentes, pois há um melhor escoamento das águas das chuvas.

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O prefeito Juviano Lincoln destacou que muitas ruas antes esquecidas receberam calçamento e extensão de energia elétrica. “São vários quilômetros de calçamento que o Governo Municipal realiza com recursos próprios, obras na parte histórica da cidade e no bairro Novo Diamantino. São inquestionáveis os benefícios de sair da poeira e a contribuição ecológica do calçamento”, pontuou.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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Cidades

Vereador apresenta projeto para proibir competições de “Farmar Aura” em espaços públicos

Foi lido oficialmente durante a 69ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Cáceres, realizada nesta segunda-feira (3), o Projeto de Lei nº 01/2026, de autoria do vice-presidente da Casa, vereador Isaías Bezerra (Republicanos). A proposta pretende proibir a realização de campeonatos, disputas e eventos competitivos da prática conhecida como “aura farming” (“farmar aura”) em praças, parques, ginásios e demais espaços públicos do município.

Segundo o texto, a restrição tem como foco principal eventos que envolvam a participação, a presença ou a exposição de crianças e adolescentes.

De acordo com o projeto, considera-se “aura farming” a prática popularizada nas redes sociais em que pessoas realizam poses, gestos ou atitudes encenadas para ganhar prestígio e repercussão na internet, especialmente quando organizadas em formato de competição.

A proposta também proíbe a concessão de alvarás, autorizações, patrocínios e a cessão de espaços públicos para esse tipo de evento. No entanto, o projeto deixa claro que a vedação não se aplica a manifestações culturais, religiosas, artísticas ou esportivas tradicionais, nem a condutas individuais espontâneas que não tenham caráter competitivo.

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Penalidades

Caso a lei seja aprovada, os organizadores que descumprirem as regras poderão sofrer penalidades que incluem desde advertência por escrito, multa de 10 Unidades Fiscais de Cáceres (UFICs/MT) cerca R$ 717,20, dobrada em caso de reincidência ou quando houver envolvimento de menores. Além da possível suspensão ou cassação do alvará de funcionamento de estabelecimentos envolvidos.

O projeto também determina que, sempre que forem constatadas crianças ou adolescentes em eventos proibidos, os órgãos de fiscalização comuniquem imediatamente o Conselho Tutelar e o Ministério Público de Mato Grosso (MPE) para adoção das medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Incentivo a atividades educativas

Como alternativa, a proposta autoriza o Poder Executivo a desenvolver campanhas de conscientização sobre os riscos de modismos virais e a ampliar projetos voltados ao contraturno escolar.

Entre as ações previstas estão a expansão de escolinhas esportivas nos bairros, oficinas de música, dança e teatro com valorização da cultura pantaneira, além de cursos de tecnologia e qualificação profissional.

Na justificativa do projeto, Isaías Bezerra cita um episódio ocorrido em Cuiabá, onde um encontro relacionado à prática foi proibido administrativamente no Parque das Águas. Segundo o parlamentar, a intenção é fazer de Cáceres um dos primeiros municípios a estabelecer uma legislação específica sobre o tema.

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Após a leitura em plenário, o Projeto de Lei nº 01/2026 segue para análise das comissões permanentes da Câmara antes de ser votado pelos vereadores.

O que é “aura farming”?

O termo “aura farming” ganhou popularidade nas redes sociais e refere-se à prática de realizar ações, poses, desafios ou comportamentos com o objetivo de ganhar popularidade, admiração ou repercussão na internet. Em alguns locais, essas práticas passaram a ser organizadas em disputas e competições, especialmente entre jovens, com gravações para plataformas digitais. O projeto de lei não proíbe a prática individual, mas busca impedir a realização de eventos competitivos em espaços públicos municipais, sobretudo quando envolvam crianças e adolescentes.

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