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Morre menina que fez 1ª comunhão no hospital enquanto aguardava transplante de coração, no Paraná

Menina realizou o sonho de receber a primeira comunhão no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba — Foto: Camila Hampf Mendes

Uma menina que estava internada na fila por um transplante de coração e que realizou um sonho ao fazer a primeira comunhão dentro do hospital morreu no domingo (8), em Curitiba, de acordo com o Hospital Pequeno Príncipe.

Gabriela Romanoski de Andrade tinha 10 anos e estava internada desde o início de outubro. Em maio, ela foi diagnosticada com miocardiopatia, que é uma doença que causa alterações no músculo cardíaco e impede o coração de funcionar corretamente.

Em outubro, com a colaboração da equipe do hospital, Gabriela conseguiu receber a primeira comunhão durante uma celebração na instituição, que era um sonho da menina.

A criança era moradora de Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná. Apesar disso, a menina estava internada no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba.

A história de Gabriela repercutiu nas redes sociais e várias pessoas foram até o hospital para doar sangue, que estava com os estoques baixos. Em entrevista à RPC, no começo de novembro, Gabriela comemorou o fato.

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O Hospital Pequeno Príncipe informou que a morte aconteceu por volta das 22h, por complicações da doença.

De acordo com informações do Serviço Funerário de Curitiba, Gabriela deve ser sepultada em Ponta Grossa, às 17h desta segunda-feira (9).

Fila de transplantes

A fila por transplantes no Paraná é de 1,7 mil pessoas. De janeiro a outubro deste ano, 14 crianças até dez anos receberam órgãos transplantados, segundo a Central Estadual de Transplantes.

O transplante de coração, como era o caso da Gabriela, é o último recurso.

G1

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“Beatificação do padre Nazareno torna região Oeste de MT referência religiosa no país”, afirma governador

O governador Otaviano Pivetta afirmou que a beatificação do padre Nazareno Lanciotti projeta Jauru e a região Oeste de Mato Grosso para o país, transformando o município em uma referência para o turismo religioso.

Otaviano participou, neste sábado (13.6), da cerimônia de beatificação realizada em Jauru. O evento reuniu milhares de fiéis, peregrinos e caravanas de diversas regiões do Brasil e da Itália.

“Mato Grosso ganha com esse reconhecimento. A região ganha e Jauru passa a ter uma referência importante para o país. É uma alegria ver esse acontecimento histórico acontecer em Mato Grosso”, afirmou.

Segundo o governador, além do significado para a comunidade católica, a beatificação também contribui para ampliar a visibilidade da região Oeste.

“A região tem vocação para isso. É uma região muito bonita, cheia de belezas naturais, próxima ao Pantanal. Tem vocação para o turismo e, por que não, para o turismo religioso. Isso vai depender muito dos interesses locais e da dedicação da própria região, mas o Estado tem interesse em apoiar as iniciativas dos municípios e de todas as igrejas, de modo geral”, destacou.

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Para Otaviano Pivetta, a beatificação reconhece a trajetória de um religioso que dedicou a vida ao atendimento da população e deixou um legado que permanece vivo na região.

“É o reconhecimento de um mártir da Igreja Católica, de alguém que doou a própria vida para fazer o bem. Para nós, cristãos, é um momento muito importante. A Igreja tem critérios rigorosos para conceder esse reconhecimento e, para mim, é uma alegria e uma feliz coincidência que esse acontecimento histórico esteja acontecendo durante o meu mandato”, ressaltou o governador.

Durante mais de três décadas de atuação em Jauru, padre Nazareno se dedicou ao trabalho pastoral e a ações voltadas ao atendimento da população, tornando-se uma das principais referências religiosas da região.

Padre Nazareno Lanciotti
Nascido na Itália, padre Nazareno Lanciotti chegou ao Brasil na década de 1970 e se estabeleceu em Jauru, onde atuou por mais de 30 anos. Ao longo desse período, desenvolveu ações religiosas, sociais e comunitárias voltadas ao atendimento da população.

Em 2001, foi vítima de um atentado e morreu dias depois. O Vaticano reconheceu oficialmente seu martírio, abrindo caminho para a beatificação realizada neste sábado, em Jauru. A decisão o torna beato da Igreja Católica, etapa que antecede a canonização.

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