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Cidades

LBV entrega cestas de alimentos a famílias carentes em MT

Nesta segunda-feira, 15, a Legião da Boa Vontade (LBV) realizou a entrega das cestas de alimentos arrecadados por meio da campanha Diga Sim!, para famílias em situação de vulnerabilidade social no município de Rondonópolis.

Graças à ajuda de colaboradores e amigos de Boa Vontade, cerca de 400 famílias atendidas pelo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS – Parque Residencial Cidade Alta) e que residem em regiões periféricas da cidade, receberam as doações. Também foram beneficiadas pela inciativa, famílias da comunidade indígena da Aldeia Tadarimana, da etnia bororo, que receberam, além de cestas de alimentos, roupas, frutas e legumes, além de leite.

Com essa mobilização social, a Legião da Boa Vontade visa contribuir para minimizar o sofrimento de crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos em situação de vulnerabilidade social.

Emoção e agradecimento marcaram a cerimônia de entrega das doações que contou com as presenças de parceiros, voluntários, amigos, colaboradores e autoridades locais. Entre eles, representantes do Conselho Municipal de Assistência Social (Cmas), Aprosoja e da mídia.

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Vale ressaltar o apoio dos soldados do Exército Brasileiro que cooperam na logística e no apoio de entrega das cestas às famílias.

Outras 2,5 toneladas de alimentos angariadas na campanha, foram destinadas a instituições parceiras no município, como; Lar dos Idosos Paul Percy Harris, Fundação Lar Cristão, Oratório Filhos de Dom Bosco, Casa do Bom Samaritano, Casa Abrigo Rotativa e Hospital Psiquiátrico Paulo de Tarso. Cada entidade recebeu 416 quilos de mantimentos da LBV.

Além de Rondonópolis, outras 200 famílias que vivem em comunidades quilombolas em Nossa Senhora do Livramento/MT, receberam nesta quarta-feira, 17, a cesta de alimentos da LBV. Na oportunidade, a senhora Margarida Darci, moradora da comunidade, agradeceu o apoio da LBV que segundo ela, chegou na hora que mais precisava. “Nós temos muita dificuldade aqui com a falta de emprego, a gente fica com o sentimento de que ninguém olha por nós, por que a dificuldade é muita! Então essa cesta chegou na hora que a gente mais precisava, todos os quilombolas aqui estão muito felizes hoje com esse apoio de vocês, e nós queremos agradecer a todos os que colaboraram para que essa cesta chegasse aqui hoje, que Deus abençoe a todos a todos vocês, muito obrigado! ”, finalizou Margarida.

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Ação solidária
A meta é entregar até o mês de agosto, mais de 17.500 cobertores no Distrito Federal e em cidades de Goiás, do Mato Grosso do Sul, de Minas Gerais, do Paraná, do Rio Grande do Sul, do Rio de Janeiro, de Santa Catarina e de São Paulo,; e 12.500 cestas de alimentos, contendo itens básicos e que estejam de acordo com os costumes regionais, para famílias nos seguintes Estados: Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins.

Ainda dá tempo de ajudar! Quem quiser colaborar para a campanha pode fazê-lo entrando em contato pelo tel.: 0800 055 50 99 ou pelo site www.lbv.org.

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Cidades

Vereador apresenta projeto para proibir competições de “Farmar Aura” em espaços públicos

Foi lido oficialmente durante a 69ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Cáceres, realizada nesta segunda-feira (3), o Projeto de Lei nº 01/2026, de autoria do vice-presidente da Casa, vereador Isaías Bezerra (Republicanos). A proposta pretende proibir a realização de campeonatos, disputas e eventos competitivos da prática conhecida como “aura farming” (“farmar aura”) em praças, parques, ginásios e demais espaços públicos do município.

Segundo o texto, a restrição tem como foco principal eventos que envolvam a participação, a presença ou a exposição de crianças e adolescentes.

De acordo com o projeto, considera-se “aura farming” a prática popularizada nas redes sociais em que pessoas realizam poses, gestos ou atitudes encenadas para ganhar prestígio e repercussão na internet, especialmente quando organizadas em formato de competição.

A proposta também proíbe a concessão de alvarás, autorizações, patrocínios e a cessão de espaços públicos para esse tipo de evento. No entanto, o projeto deixa claro que a vedação não se aplica a manifestações culturais, religiosas, artísticas ou esportivas tradicionais, nem a condutas individuais espontâneas que não tenham caráter competitivo.

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Penalidades

Caso a lei seja aprovada, os organizadores que descumprirem as regras poderão sofrer penalidades que incluem desde advertência por escrito, multa de 10 Unidades Fiscais de Cáceres (UFICs/MT) cerca R$ 717,20, dobrada em caso de reincidência ou quando houver envolvimento de menores. Além da possível suspensão ou cassação do alvará de funcionamento de estabelecimentos envolvidos.

O projeto também determina que, sempre que forem constatadas crianças ou adolescentes em eventos proibidos, os órgãos de fiscalização comuniquem imediatamente o Conselho Tutelar e o Ministério Público de Mato Grosso (MPE) para adoção das medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Incentivo a atividades educativas

Como alternativa, a proposta autoriza o Poder Executivo a desenvolver campanhas de conscientização sobre os riscos de modismos virais e a ampliar projetos voltados ao contraturno escolar.

Entre as ações previstas estão a expansão de escolinhas esportivas nos bairros, oficinas de música, dança e teatro com valorização da cultura pantaneira, além de cursos de tecnologia e qualificação profissional.

Na justificativa do projeto, Isaías Bezerra cita um episódio ocorrido em Cuiabá, onde um encontro relacionado à prática foi proibido administrativamente no Parque das Águas. Segundo o parlamentar, a intenção é fazer de Cáceres um dos primeiros municípios a estabelecer uma legislação específica sobre o tema.

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Após a leitura em plenário, o Projeto de Lei nº 01/2026 segue para análise das comissões permanentes da Câmara antes de ser votado pelos vereadores.

O que é “aura farming”?

O termo “aura farming” ganhou popularidade nas redes sociais e refere-se à prática de realizar ações, poses, desafios ou comportamentos com o objetivo de ganhar popularidade, admiração ou repercussão na internet. Em alguns locais, essas práticas passaram a ser organizadas em disputas e competições, especialmente entre jovens, com gravações para plataformas digitais. O projeto de lei não proíbe a prática individual, mas busca impedir a realização de eventos competitivos em espaços públicos municipais, sobretudo quando envolvam crianças e adolescentes.

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