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Com produção de 49 mil quilates de diamante por ano, MT ocupa a 2ª colocação no ranking nacional

Mato Grosso produz 49 mil quilates de diamante, por ano. Esse índice coloca o estado em segundo lugar na produção nacional do minério, ficando atrás apenas da Bahia. Os dados são da Companhia Mato-grossense de Mineração (Metamat), levantados em 2017.

No ano passado, foram exportados 42 mil quilates de diamante oriundos do estado. A maior parte é do tipo industrial, usado para a fabricação de ferramentas de cortes de alta precisão. Em menor quantidade, mais de forma expressiva, o diamante lapidável também é exportado para confecção de joias.

De acordo com Serafim Carvalho Melo, gerente regional da Agência Nacional de Mineração (AMN), o município com maior produção de diamantes no estado é Juína, a 737 km de Cuiabá. O minério dessa região é do tipo industrial.

Cidades como Poxoréu e Guiratinga produzem diamante do tipo lapidável. Entretanto, a produção nesses municípios é em menor escala.

A maior parte do diamante exportado vai para países como a Bélgica, Israel e Índia.

Ouro

Com relação à produção do ouro, o estado também ocupa um posto de liderança na produção nacional. São cerca de 16 toneladas por ano.

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O maior município produtor é Peixoto de Azevedo, a 692 km da capital. É seguido por Pontes e Lacerda, Poconé e Nova Xavantina.

Segundo a Agência Nacional de Mineração, Peixoto de Azevedo e Itaituba (PA) respondem por 95% do recolhimento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF-ouro) junto à Receita Federal.

G1 MT

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Cidades

“Beatificação do padre Nazareno torna região Oeste de MT referência religiosa no país”, afirma governador

O governador Otaviano Pivetta afirmou que a beatificação do padre Nazareno Lanciotti projeta Jauru e a região Oeste de Mato Grosso para o país, transformando o município em uma referência para o turismo religioso.

Otaviano participou, neste sábado (13.6), da cerimônia de beatificação realizada em Jauru. O evento reuniu milhares de fiéis, peregrinos e caravanas de diversas regiões do Brasil e da Itália.

“Mato Grosso ganha com esse reconhecimento. A região ganha e Jauru passa a ter uma referência importante para o país. É uma alegria ver esse acontecimento histórico acontecer em Mato Grosso”, afirmou.

Segundo o governador, além do significado para a comunidade católica, a beatificação também contribui para ampliar a visibilidade da região Oeste.

“A região tem vocação para isso. É uma região muito bonita, cheia de belezas naturais, próxima ao Pantanal. Tem vocação para o turismo e, por que não, para o turismo religioso. Isso vai depender muito dos interesses locais e da dedicação da própria região, mas o Estado tem interesse em apoiar as iniciativas dos municípios e de todas as igrejas, de modo geral”, destacou.

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Para Otaviano Pivetta, a beatificação reconhece a trajetória de um religioso que dedicou a vida ao atendimento da população e deixou um legado que permanece vivo na região.

“É o reconhecimento de um mártir da Igreja Católica, de alguém que doou a própria vida para fazer o bem. Para nós, cristãos, é um momento muito importante. A Igreja tem critérios rigorosos para conceder esse reconhecimento e, para mim, é uma alegria e uma feliz coincidência que esse acontecimento histórico esteja acontecendo durante o meu mandato”, ressaltou o governador.

Durante mais de três décadas de atuação em Jauru, padre Nazareno se dedicou ao trabalho pastoral e a ações voltadas ao atendimento da população, tornando-se uma das principais referências religiosas da região.

Padre Nazareno Lanciotti
Nascido na Itália, padre Nazareno Lanciotti chegou ao Brasil na década de 1970 e se estabeleceu em Jauru, onde atuou por mais de 30 anos. Ao longo desse período, desenvolveu ações religiosas, sociais e comunitárias voltadas ao atendimento da população.

Em 2001, foi vítima de um atentado e morreu dias depois. O Vaticano reconheceu oficialmente seu martírio, abrindo caminho para a beatificação realizada neste sábado, em Jauru. A decisão o torna beato da Igreja Católica, etapa que antecede a canonização.

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