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Após mãe ser atropelada, lobetes resgatados pela Sema serão tratados em Nova Mutum

A secretaria estadual de Meio Ambiente (Sema-MT) encaminhou esta semana quatro filhotes recém-nascidos de lobetes para uma clínica veterinária em Nova Mutum. Os animais silvestres tinham sido resgatados na área rural de Campo Novo do Parecis, na última quinta-feira (7).

O resgate ocorreu após a mãe ter sido vítima de um acidente com uma colheitadeira agrícola. Os filhotes foram entregues à Companhia do Corpo de Bombeiros Militar, 3° Núcleo de Campo Novo do Parecis, e em seguida encaminhados à Diretoria de Unidade Desconcentrada (DUD) da Sema, em Tangará da Serra.

Considerando a fragilidade dos filhotes e situação crítica de saúde, a Regional de Tangará da Sema providenciou o transporte de emergência para a clínica Anjo da Guarda, em Várzea Grande, onde receberam atendimento especializado, sob os cuidados da médica veterinária Andréia Stragliotto.

Agora os pequenos cachorros-do-mato foram para uma clínica veterinária em Nova Mutum, que possui um bom preparo para cuidados neonatais, onde permanecerão em tratamento intensivo por cerca de 30 dias. Ao final deste período, passarão por novos exames para definir sua futura destinação. A transferência foi justificada pela expectativa que após a alta os filhotes possam ser soltos em uma Área de Soltura da região.

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Justiça proíbe abate de jumentos na Bahia

Entre 2018 e setembro de 2025, o Ministério da Agricultura registrou o envio de mais de uma tonelada do material para o país, movimentando cerca de US$ 5,5 milhões (aproximadamente R$ 27,5 milhões).

A Justiça Federal determinou a proibição do abate de jumentos na Bahia. A decisão, assinada pela juíza Arali Maciel Duarte na segunda-feira (13), também prevê a transferência dos animais para santuários de proteção.

Segundo a magistrada, a medida foi tomada devido a indícios de maus-tratos na criação, falhas sanitárias nos abatedouros e o risco de extinção da espécie no estado.

As discussões sobre o tema acontecem desde a década de 2010, quando entidades de proteção animal passaram a questionar as condições da atividade na Bahia. A prática chegou a ser regulamentada pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) em 2016 e 2020, mas a Justiça entendeu que havia descumprimento das regras atuais.

Dados do Ministério da Agricultura apontam que mais de 173 mil jumentos foram abatidos na Bahia entre 2021 e abril deste ano. O município de Amargosa, no Recôncavo Baiano, é apontado como principal polo exportador.

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A maior parte da produção tem como destino a China, que utiliza o couro do animal na extração de colágeno para a fabricação do produto conhecido como ejiao, usado na medicina tradicional chinesa e associado a promessas de rejuvenescimento e vigor sexual.

Entre 2018 e setembro de 2025, o Ministério da Agricultura registrou o envio de mais de uma tonelada do material para o país, movimentando cerca de US$ 5,5 milhões (aproximadamente R$ 27,5 milhões).

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