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Inscrições para cursos EaD do SENAR-PR terminam dia 25


Termina dia 25 de março o período de inscrições nos cursos na modalidade Educação a Distância (EaD) do SENAR-PR. São 28 títulos que abrangem diversas áreas do conhecimento, como gestão da propriedade rural, português, matemática, inclusão digital, além de diversos treinamentos voltado ao programa educacional Agrinho.

As inscrições começaram, em sua grande maioria, dia 1º março. Os cursos têm início dia 1º de abril, com duração de 30 dias, com exceção do curso “Introdução ao QGIS”, realizado em 15 dias.

Uma das principais vantagens dos cursos EaD é a facilidade de organizar os horários, de maneira a conciliá-los com as atividades na propriedade rural. Também não requer deslocamento dos participantes. Vale lembrar que todos os cursos do SENAR-PR são gratuitos e com entrega de certificado.

Inscrições

Para se inscrever, clique neste link. Em seguida, basta selecionar a área de interesse e marcar se você deseja a formação na modalidade presencial ou EaD.

Veja abaixo a lista dos cursos EaD do SENAR-PR que estão com inscrições abertas:

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EAD – Agrinho – A integração do filme em ambientes digitais de aprendizagem
EAD – Agrinho – Complexidade, transdisciplinaridade e produção do conhecimento
EAD – Agrinho – escola e tecnologias digitais na infância
EAD – Agrinho – Escola, educação e ética: Contributo para uma reflexão pedagógica
EAD – Agrinho – Geração móvel 2.0 – O “poder” do digital na criação de cenários sustentáveis de inovação pedagógica
EAD – Agrinho – Habilidades de RRI, metodologia de projetos de design e escolarização aberta
EAD – Agrinho – Instruir, mediar ou comunicar: contributo para uma reflexão sobre o ato de ensinar
EAD – Agrinho – interatividade e metodologia de projetos
EAD – Agrinho – novas linguagens, novos desafios: a internet no contexto escolar
EAD – Agrinho – portfólio como ferramenta metodológica e avaliativa
EAD – Agrinho – tecnologias digitais, linguagens e currículo
 
EAD – Gestão da propriedade rural – competência para o sucesso no trabalho
EAD – Gestão da propriedade rural – integração no trabalho
EAD – Gestão da propriedade rural – mercado de trabalho para jovens
 
EAD – Inclusão digital – Excel intermediário
EAD – Inclusão digital – primeiros passos na internet
EAD – Inclusão digital – primeiros passos no Word
EAD – Inclusão digital – primeiros passos no Word
EAD – Inclusão digital – Word intermediário
 
EAD – Matemática para a vida – estatística
EAD – Matemática para a vida – geometria analítica e fórmulas
EAD – Matemática para a vida – matemática financeira
EAD – Matemática para a vida – medidas de áreas e volumes
EAD – Matemática para a vida – porcentagem
EAD – Matemática para a vida – regra de três
 
EAD – Português sem complicação – memorandos, relatórios, planilhas e gráficos
EAD – Português sem complicação – parágrafo, pontuação, concordância verbal e nominal
 
Programa de educação a distância – Introdução ao QGIS – módulo 1
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Fonte: CNA Brasil

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União Europeia oficializa veto à carne brasileira a partir de setembro

A União Europeia (EU) oficializou sua decisão de proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil. O veto deve entrar em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro.

Anunciada há quase um mês, poucos dias após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, a decisão de excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar esses produtos para os países do bloco europeu foi confirmada em um documento oficial publicado no Diário Oficial da UE nesta sexta-feira (5).

Segundo a Comissão Europeia, o Brasil não conseguiu comprovar que seus produtores atendem às algumas das exigências sanitárias europeias, especialmente que não utilizam, ao longo de toda a cadeia produtiva, medicamentos antimicrobianos para tratar e prevenir infecções em animais.

Em abril deste ano, o governo brasileiro proibiu parte dos antimicrobianos comprovadamente usados para estimular o crescimento e aumentar a produtividade animal, mas a União Europeia avaliou que ainda faltam garantias adicionais.

As regras sobre o uso de antimicrobianos fazem parte da política europeia de segurança alimentar e saúde pública conhecida como One Health, criada para combater o uso excessivo de antibióticos no mundo. Entre os produtos restritos pelos europeus estão substâncias como virginiamicina, avoparcina, tilosina, espiramicina, avilamicina e bacitracina.

A União Europeia é um dos principais mercados para as proteínas animais brasileiras. No caso da carne bovina, o bloco europeu aparece entre os maiores destinos das exportações brasileiras em valor.

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A cautela europeia não significa necessariamente que a carne brasileira esteja contaminada por medicamentos. O principal ponto da decisão europeia é regulatório e envolve rastreabilidade sanitária, certificação e comprovação documental sobre o uso dos medicamentos.

Para voltar à lista dos países autorizados a vender os produtos vetados, o Brasil precisará comprovar que cumpre integralmente as regras europeias durante todo o ciclo de vida dos animais exportados. Para isso, o país pode ampliar ainda mais as restrições legais aos medicamentos ou criar mecanismos mais rígidos de rastreabilidade para provar que os produtos exportados não utilizam as substâncias proibidas na Europa.

A segunda alternativa é considerada mais complexa porque exige monitoramento detalhado da cadeia produtiva, certificações sanitárias adicionais e custos maiores para produtores e frigoríficos.

Abiec
Consultada pela reportagem, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) manteve o posicionamento divulgado no mês passado, quando a Comissão Europeia anunciou a decisão de proibir a compra dos produtos brasileiros.

Segundo a entidade, o Brasil conta com um “dos sistemas de inspeção e defesa agropecuária mais robustos do mundo” e a carne bovina brasileira atende aos requisitos sanitários e regulatórios de mais de 170 países, incluindo os principais mercados internacionais, cumprindo “rígidos controles oficiais, sistemas de rastreabilidade e protocolos reconhecidos globalmente”.

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Ainda de acordo com a associação, o setor privado vem trabalhando em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na elaboração de protocolos voltados ao atendimento das novas exigências europeias, além de manter diálogo técnico e colaboração com as autoridades competentes sobre o tema.

Qualidade
A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou que está acompanhando a formalização da decisão da União Europeia e confiante de que as autoridades brasileiras vão demonstrar, tecnicamente, que o país possui um dos mais robustos sistemas de controle sanitário mundial, capaz de garantir “elevados padrões de qualidade, rastreabilidade, biosseguridade e segurança dos alimentos”.

Em nota, a ABPA enfatizou que o veto à importação dos produtos brasileiros “não decorre de qualquer questionamento sanitário, não conformidade ou problema identificado em relação ao uso de antimicrobianos na produção animal brasileira”, mas sim ao reconhecimento europeu dos “mecanismos oficiais de fiscalização e controle adotados pelo Brasil”.

A entidade também reconheceu a legitimidade das iniciativas voltadas à proteção da saúde pública, da sanidade animal e da segurança dos alimentos, mas com ressalvas. Para a associação, é necessário que as normas sanitárias nacionais estejam “fundamentadas em critérios científicos, avaliações de risco reconhecidas internacionalmente, transparência regulatória e observância aos princípios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal, pelo Codex Alimentarius e pelos acordos multilaterais de comércio”.

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