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Com investimento de R$ 68 milhões e gerando 650 empregos, Assaí Atacadista inaugura nova loja

Foto: Rogerio Florentino/Olhar Direto

O Assaí Atacadista, rede de atacado de autosserviço, inaugura nesta quinta-feira (12), uma nova loja no município de Sinop (477 quilômetros de Cuiabá), resultado de um investimento de R$ 68 milhões no município. A primeira unidade da bandeira no norte do Mato Grosso é também a 177ª da rede no Brasil e a quarta no Estado. Além da capital, o Assaí está presente em Várzea Grande e Rondonópolis.”Sinop é, hoje, a capital do norte de Mato Grosso. Atende mais de 30 municípios circunvizinhos. Sem dúvida, é um marco para a nossa operação chegar a essa região tão importante do Estado, que viveu um boom de abertura de empresas nos últimos anos. A nossa chegada fortalece o rápido desenvolvimento do setor de comércio, que cresce para a atender à demanda local. Como já acontece nas demais cidades em que estamos presentes, atuaremos como parceiros dos pequenos e médios negócios, assim como das famílias que buscam economia nas compras de grande volume”, afirma Belmiro Gomes, presidente do Assaí Atacadista.Em preparação para a abertura, a rede gerou 650 empregos, entre diretos e indiretos. “Como empresa, valorizamos a mão de obra local e a geração de emprego e renda para as comunidades do entorno de nossas lojas. Mais de 90% do quadro de colaboradores dessa unidade é composto por moradores de Sinop e municípios vizinhos”, completa Kênia Mainardi, Diretora Regional do Assaí Atacadista.

A loja Assaí em Sinop está localizada na Avenida dos Jacarandás, nº 4030, e possui mais de 7 mil m² de salão de vendas. Em seus corredores, os clientes encontrarão mais de sete mil produtos, entre alimentos, bebidas, itens de higiene pessoal e limpeza, produtos de bazar, linha automotiva, linha pet e eletroportáteis, além de embalagens e descartáveis. A loja conta também com serviço de açougue. A unidade é climatizada e conta com 30 checkouts, 471 vagas de estacionamento para carros, 83 vagas para motos e bicicletário.

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“Nesse espaço, pensado para atender à demanda de nossos clientes finais por cortes frescos de carne, teremos profissionais treinados para dar informações e sugestões de cortes bovinos, que poderão ser porcionados conforme o pedido. Haverá, ainda, opções de frangos e suínos. Estamos trazendo os melhores fornecedores para o nosso açougue, que complementa a grande oferta de cortes congelados da loja”, garante Kênia.

A rede também pratica a política de dois preços. Com a política, o valor cobrado cai à medida que o consumidor compra uma quantidade mínima de um mesmo produto. Essa informação está disponível nas etiquetas de todos os itens expostos na área de vendas, que trazem sempre os preços para compra no atacado (a partir de três unidades já é possível pagar o preço de atacado) e no varejo (valor unitário).

O Assaí disponibiliza, ainda, o seu cartão de crédito próprio, o Passaí, que permite que qualquer cliente pague o preço de atacado, mesmo comprando uma única unidade de um item. Na loja, serão aceitas diferentes formas de pagamento, como cartões de crédito e débito das principais bandeiras, dinheiro, cheque, vale-alimentação e via QR Code pelo aplicativo do PicPay.

Medidas de Segurança

A fim de garantir que os moradores de Sinop e municípios vizinhos possam fazer suas compras com mais segurança, a unidade irá adotar uma série de medidas para evitar a propagação da Covid-19. Antes mesmo de entrar na loja, o consumidor terá sua temperatura aferida e o carrinho de compras higienizado por um colaborador da rede e poderá higienizar as mãos com álcool em gel ou água e sabão em uma pia disponibilizada especificamente para esse fim. No interior da unidade, o cliente encontrará, ainda, sinalizações sobre boas práticas durante a compras, frascos de álcool em gel em diferentes pontos e adesivos na área dos caixas indicando a distância recomendada entre clientes nas filas. Como medidas adicionais, a loja também irá orientar os consumidores sobre a formação de filas na área externa e limitará o acesso em momentos de alta demanda a fim de evitar aglomerações.

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Serviço

Inauguração Assaí Atacadista Sinop
Data: 12 de novembro de 2020
Horário: 9 horas
Endereço: Avenida dos Jacarandás, nº 4030
Horário de funcionamento da unidade a partir de 13 de novembro: segunda-feira a sábado, das 7h às 22h, e domingos e feriados, das 8h às 18h.

Sobre o Assaí Atacadista

Negócio de atacado de autosserviço do GPA, um dos maiores grupos varejistas do país, o Assaí atende pequenos e médios comerciantes e consumidores em geral que buscam economia em compras de grande volume. Atacadista que mais cresce no Brasil, a rede está presente nas cinco regiões do País, com 177 lojas distribuídas em 22 estados e no Distrito Federal. Conta com uma plataforma própria de serviços financeiros, o Passaí, composta por cartão próprio e uma maquininha de cartão de crédito e débito. Anualmente, o Assaí recebe mais de 250 milhões clientes em suas unidades. Em 2020, foi eleito o atacadista mais admirado do País pelo ranking IBEVAR-FIA.

 

 

 

OlharDireerto

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União Europeia oficializa veto à carne brasileira a partir de setembro

A União Europeia (EU) oficializou sua decisão de proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil. O veto deve entrar em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro.

Anunciada há quase um mês, poucos dias após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, a decisão de excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar esses produtos para os países do bloco europeu foi confirmada em um documento oficial publicado no Diário Oficial da UE nesta sexta-feira (5).

Segundo a Comissão Europeia, o Brasil não conseguiu comprovar que seus produtores atendem às algumas das exigências sanitárias europeias, especialmente que não utilizam, ao longo de toda a cadeia produtiva, medicamentos antimicrobianos para tratar e prevenir infecções em animais.

Em abril deste ano, o governo brasileiro proibiu parte dos antimicrobianos comprovadamente usados para estimular o crescimento e aumentar a produtividade animal, mas a União Europeia avaliou que ainda faltam garantias adicionais.

As regras sobre o uso de antimicrobianos fazem parte da política europeia de segurança alimentar e saúde pública conhecida como One Health, criada para combater o uso excessivo de antibióticos no mundo. Entre os produtos restritos pelos europeus estão substâncias como virginiamicina, avoparcina, tilosina, espiramicina, avilamicina e bacitracina.

A União Europeia é um dos principais mercados para as proteínas animais brasileiras. No caso da carne bovina, o bloco europeu aparece entre os maiores destinos das exportações brasileiras em valor.

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A cautela europeia não significa necessariamente que a carne brasileira esteja contaminada por medicamentos. O principal ponto da decisão europeia é regulatório e envolve rastreabilidade sanitária, certificação e comprovação documental sobre o uso dos medicamentos.

Para voltar à lista dos países autorizados a vender os produtos vetados, o Brasil precisará comprovar que cumpre integralmente as regras europeias durante todo o ciclo de vida dos animais exportados. Para isso, o país pode ampliar ainda mais as restrições legais aos medicamentos ou criar mecanismos mais rígidos de rastreabilidade para provar que os produtos exportados não utilizam as substâncias proibidas na Europa.

A segunda alternativa é considerada mais complexa porque exige monitoramento detalhado da cadeia produtiva, certificações sanitárias adicionais e custos maiores para produtores e frigoríficos.

Abiec
Consultada pela reportagem, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) manteve o posicionamento divulgado no mês passado, quando a Comissão Europeia anunciou a decisão de proibir a compra dos produtos brasileiros.

Segundo a entidade, o Brasil conta com um “dos sistemas de inspeção e defesa agropecuária mais robustos do mundo” e a carne bovina brasileira atende aos requisitos sanitários e regulatórios de mais de 170 países, incluindo os principais mercados internacionais, cumprindo “rígidos controles oficiais, sistemas de rastreabilidade e protocolos reconhecidos globalmente”.

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Ainda de acordo com a associação, o setor privado vem trabalhando em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na elaboração de protocolos voltados ao atendimento das novas exigências europeias, além de manter diálogo técnico e colaboração com as autoridades competentes sobre o tema.

Qualidade
A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou que está acompanhando a formalização da decisão da União Europeia e confiante de que as autoridades brasileiras vão demonstrar, tecnicamente, que o país possui um dos mais robustos sistemas de controle sanitário mundial, capaz de garantir “elevados padrões de qualidade, rastreabilidade, biosseguridade e segurança dos alimentos”.

Em nota, a ABPA enfatizou que o veto à importação dos produtos brasileiros “não decorre de qualquer questionamento sanitário, não conformidade ou problema identificado em relação ao uso de antimicrobianos na produção animal brasileira”, mas sim ao reconhecimento europeu dos “mecanismos oficiais de fiscalização e controle adotados pelo Brasil”.

A entidade também reconheceu a legitimidade das iniciativas voltadas à proteção da saúde pública, da sanidade animal e da segurança dos alimentos, mas com ressalvas. Para a associação, é necessário que as normas sanitárias nacionais estejam “fundamentadas em critérios científicos, avaliações de risco reconhecidas internacionalmente, transparência regulatória e observância aos princípios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal, pelo Codex Alimentarius e pelos acordos multilaterais de comércio”.

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