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Biocombustíveis:Análise avançada do mercado e taxa de crescimento até 2025

Os biocombustíveis avançados são classificados com base em matérias-primas como jatrofa, camelina, algas, lignocelulose simples, lignocelulose complexa e outras. Combustível avançado produzido a partir de matéria-prima de algas representou a maior quota de mercado devido ao seu teor de óleo. Esta planta cresce em terrenos baldios e pode ser cultivada usando o oceano e águas residuais. Os biocombustíveis à base de algas são relativamente menos nocivos ao meio ambiente se derramados e são biodegradáveis por natureza.

Além disso, a taxa de crescimento de algas é 20 vezes mais rápida em comparação com outras matérias-primas, como a jatrofa. Biocombustíveis avançados também são classificados com base em tipos de combustível, como etanol celulósico, biodiesel, biobutanol, bioDME e outros. O segmento de tipo de combustível biodiesel detém a maior participação de receita no mercado global avançado de biocombustível.

A América do Norte é a região mais dominante no mercado mundial de biocombustíveis avançados em termos de receita e foi avaliada em US $ 3,010 bilhões em 2016, devido à crescente demanda por combustíveis de transporte de queima mais limpa. De acordo com o Environmental Entrepreneurs (E2), o grupo de negócios nacional não partidário, a capacidade de produção de biocombustível avançado na América do Norte foi de mais de 800 galões em 2014.

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Vários regulamentos como o Padrão de Combustível Baixo Carbono da Califórnia e o Padrão de Combustível Renovável são os principais impulsionadores do investimento em biocombustíveis avançados. O objetivo desses regulamentos é reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) e implementar o padrão de combustível de baixo carbono.

A Europa é a segunda maior região no mercado global de biocombustíveis avançados. Na Europa, o mercado avançado de biocombustíveis é impulsionado por atividades de P & D & D (pesquisa e desenvolvimento e demonstração) na UE, indicando o crescimento potencial do mercado para aplicações em transporte marítimo, marítimo e aéreo. As iniciativas industriais, como a Iniciativa Europeia de Bioenergia Industrial, pretendem ter suas primeiras plantas comerciais até 2020 em operação. O objetivo desta iniciativa é satisfazer cerca de 4% das necessidades energéticas dos transportes da UE, com ênfase nos biocombustíveis avançados.

A região da Ásia-Pacífico é a que mais cresce em termos de valor no mercado global de biocombustíveis.

A Ásia-Pacífico foi avaliada em US $ 1,655 bilhão em 2016. Isso é atribuído à crescente indústria manufatureira e à crescente conscientização sobre o uso de biocombustíveis avançados em economias emergentes como a Índia, a China e a Indonésia. Na Austrália, o setor avançado de biocombustíveis foi apoiado pela Agência Australiana de Energia Renovável (ARENA) (O Petróoleo, 6/2/19)

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Safra de soja em MT chega a 51,56 milhões tonelada

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou os resultados da etapa soja do projeto Imea em Campo, que revisou para cima as estimativas da safra 2025/26 em Mato Grosso e passou a projetar produção recorde de 51,56 milhões de toneladas.

A nova projeção também elevou a produtividade média estadual para 66,03 sacas por hectare, patamar muito próximo do recorde da temporada anterior.

O levantamento foi realizado ao longo de 71 dias, com 34.880 quilômetros percorridos, 998 avaliações de campo e passagem por 103 municípios, cobrindo 97,92% da área total cultivada com soja no estado. O objetivo do projeto, realizado em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e o Instituto Mato-grossense do Agronegócio (Iagro MT), é ampliar a precisão das informações geradas a partir de observações in loco, reforçando a representatividade dos dados e a leitura regional das lavouras.

Com base nos resultados obtidos em campo, o Imea revisou a produtividade da soja em 9,23% ante a estimativa anterior, que era de 60,45 sacas por hectare. A área plantada também foi ajustada para 13,013 milhões de hectares, alta de 1,71% sobre a safra passada. Com isso, a produção estadual ficou estimada em 51,56 milhões de toneladas, volume 1,31% superior ao registrado no ciclo 2024/25.

Durante a apresentação, a equipe técnica destacou que a safra 2025/26 foi marcada por um cenário climático desafiador, com irregularidade das chuvas no início do plantio e, posteriormente, excesso de precipitações em algumas regiões durante a colheita. Ainda assim, as lavouras mantiveram desempenho satisfatório, apesar das incertezas observadas ao longo da temporada.

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Entre os fatores de atenção levantados pelo projeto, os grãos avariados tiveram peso relevante. Na comparação com a safra passada, houve aumento de 3,40% nas avaliações com esse tipo de ocorrência, o que, segundo a análise apresentada, limitou um avanço ainda maior da produtividade estadual.

No recorte regional, a região Norte apresentou o maior percentual de lavouras classificadas como excelentes, enquanto o Sudeste concentrou a maior parcela de áreas avaliadas como ruins. Já a região Oeste foi a principal responsável pelo incremento na produção, enquanto a Centro-Sul registrou a maior variação positiva de produtividade em relação à estimativa anterior.

O superintendente do Imea, Cleiton Gauer, ressaltou que o objetivo do projeto é consolidar um levantamento técnico, completo e representativo das condições das lavouras, oferecendo mais segurança para o mercado e para os agentes do setor.

“O diferencial do projeto está na apuração presencial, sem intermediários, diretamente no campo. É ir a campo e medir essas informações sem intermédio, sem interferência de ninguém. Isso dá mais garantia e maior acurácia a essas informações para que realmente a gente consiga quantificar e medir o tamanho da nossa produção mato-grossense”, afirmou o superintendente.

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Já o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, destacou que informações mais próximas da realidade ajudam a balizar negociações, reduzem espaço para especulações e valorizam o trabalho do produtor rural.

“Essa apresentação mostra o trabalho dessa parceria. O Imea tem sido muito assertivo nos últimos anos nos números que tem trazido a nós, produtores, e ao mercado, trazendo mais seriedade e coerência nesse fornecimento de dados, que também interfere diretamente no dia a dia do produtor, principalmente na projeção de preços e no planejamento para as próximas safras”, explicou o presidente da Aprosoja MT.

Segunda safra de milho segue dependente do comportamento do clima

Além dos números da soja, o evento também apresentou um panorama inicial da segunda safra de milho. O Imea informou que 1,17 milhão de hectares foram semeados fora da janela ideal de plantio no estado. Apesar disso, a estimativa atual do cereal segue em 51,72 milhões de toneladas, com área de 7,39 milhões de hectares e produtividade projetada em 116,61 sacas por hectare. Segundo o instituto, o comportamento das chuvas nas próximas semanas será decisivo para a consolidação desse potencial.

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