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Tragédia

Dois motoristas morrem carbonizados em batida entre caminhão e carreta na região do Araguaia

Os motoristas Alex Caetano da Silva, 27 anos, e Alexandre Carvalho Schimidt, 43 anos, morreram carbonizados, na tarde desta quarta-feira (27), em uma batida entre uma carreta e um caminhão, na MT-430, em Confresa (MT). Um homem de 28 anos ficou ferido e foi socorrido.

De acordo com a Polícia Militar, uma equipe estava passando pela região, quando viu o acidente. Os dois veículos estavam pegando fogo. O caminhão e a carreta estavam atravessados na via e os corpos das vítimas já estavam fora dos veículos.

As boleias do caminhão e da carreta estavam na parte da mata, à beira da rodovia, e também pegavam fogo. Os policiais ouviram o grito de socorro, entraram na mata em chamas e localizaram o rapaz de 28 anos ferido. Ele estava sem condições de se locomover, com lesões e sangramento.

Ele foi afastado das chamas, que se alastravam rapidamente pelo matagal. Outros motoristas que passavam na região também ajudaram no resgate e tentaram apagar o fogo. Foi feita uma maca improvisada para retirar o sobrevivente do local.

O rapaz foi levado até o hospital de Confresa, onde recebeu atendimento médico. Seu atual estado de saúde não foi divulgado.

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e o Corpo de Bombeiros foram acionados e atenderam a ocorrência. Ainda não há detalhes de como aconteceu o acidente.

Os bombeiros realizaram os trabalhos de limpeza da pista. Foram consumidos 12 mil litros d’água, foi realizado também o lavar do óleo que havia na pista e o resíduo dos dois caminhões que tinham sido queimados.

As causas do acidente serão apuradas pela Polícia Civil.

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Tragédia

“Louco de paixão”: Aluno mata professora dentro de faculdade na zona Sul de Porto Velho

A rotina acadêmica de uma faculdade particular da zona Sul da capital rondoniense foi interrompida por um crime que chocou estudantes e professores na noite desta sexta-feira (6). A professora de Direito e escrivã da Polícia Civil Juliana Mattos de Lima Santiago, de 41 anos, foi assassinada a facadas por um aluno dentro de uma sala de aula.

De acordo com a Polícia Militar, o suspeito, um acadêmico de Direito de 25 anos, aguardou o momento em que a sala ficou vazia para atacar a professora. Juliana foi ferida no tórax e no braço, recebeu os primeiros socorros e foi encaminhada ao Hospital João Paulo II, mas não resistiu.

O agressor foi imobilizado por colegas da instituição, entre eles um policial militar e um delegado que também atuam como docentes, até a chegada da PM, que efetuou a prisão em flagrante.

Em depoimento preliminar, o estudante afirmou ter mantido um relacionamento com a vítima por cerca de três meses e alegou ter cometido o crime por ciúmes, após Juliana retomar o casamento com o ex-marido.

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A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias e a motivação do assassinato, registrado inicialmente como homicídio qualificado. O caso gerou forte comoção no meio acadêmico, e a instituição de ensino ainda não se pronunciou oficialmente.

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