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Tragédia

Diretor administrativo de universidade morre após desmaiar durante corrida em MT

O diretor administrativo da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat) morreu, na manhã desse sábado (23), após desmaiar quando fazia corrida em Colíder, a 648 km de Cuiabá. De acordo com a instituição, Ilson Henrique Moreira, aos 35 anos, teve um infarto fulminante.

Testemunhas compartilharam um vídeo da última vez que Ilson correu, antes de desmaiar.

Ele trabalhava no campus de Colíder desde 2012. Era licenciando em Computação pela Unemat, bacharel em Administração Pública também pela Unemat e, atualmente, cursava o 9º período de Direito no câmpus.

Diretor administrativo de universidade morre após desmaiar durante corrida em MT

Profissionalmente, ingressou na Unemat como agente universitário, em 2012, e atuava como Diretor de Unidade Regionalizada Administrativa (Dura) desde 2017, com gestão até este ano.

“Sua dedicação, altruísmo, comprometimento com as atividades do câmpus e sua generosidade como voluntário em entidades filantrópicas de Colíder serão lembrados e valorizados por muitos. Que seus familiares, amigos e colegas encontrem conforto e força para lidar com esta perda tão prematura”, diz trecho da nota.

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A Unemat decretou luto oficial por três dias e suspendeu as atividades acadêmicas e administrativas até esta segunda-feira (25).

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Tragédia

“Louco de paixão”: Aluno mata professora dentro de faculdade na zona Sul de Porto Velho

A rotina acadêmica de uma faculdade particular da zona Sul da capital rondoniense foi interrompida por um crime que chocou estudantes e professores na noite desta sexta-feira (6). A professora de Direito e escrivã da Polícia Civil Juliana Mattos de Lima Santiago, de 41 anos, foi assassinada a facadas por um aluno dentro de uma sala de aula.

De acordo com a Polícia Militar, o suspeito, um acadêmico de Direito de 25 anos, aguardou o momento em que a sala ficou vazia para atacar a professora. Juliana foi ferida no tórax e no braço, recebeu os primeiros socorros e foi encaminhada ao Hospital João Paulo II, mas não resistiu.

O agressor foi imobilizado por colegas da instituição, entre eles um policial militar e um delegado que também atuam como docentes, até a chegada da PM, que efetuou a prisão em flagrante.

Em depoimento preliminar, o estudante afirmou ter mantido um relacionamento com a vítima por cerca de três meses e alegou ter cometido o crime por ciúmes, após Juliana retomar o casamento com o ex-marido.

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A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias e a motivação do assassinato, registrado inicialmente como homicídio qualificado. O caso gerou forte comoção no meio acadêmico, e a instituição de ensino ainda não se pronunciou oficialmente.

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