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Investigação

Com corpos carbonizados, vítimas de acidente aéreo serão identificadas pelo DNA

A Polícia Civil informou nesta sexta-feira (16) que as cinco vítimas do acidente aéreo em Apiacás (1.010 km de Cuiabá) na manhã de quinta (15) ainda não foram identificados, devido à dificuldade na remoção, pois os corpos, que foram carbonizados, se fundiram aos destroços da aeronave.

A delegada de Apiacás Paula Meira Barbosa explicou que a identificação oficial será feita através do DNA. Segundo a policial, a perícia já conseguiu resgatar fragmentos de ossos e fragmentos biológicos humanos.

“Infelizmente não foi possível nenhuma identificação ainda. Agora, a perícia vai trabalhar para tentar identificar as vítimas por meio de DNA. Devido aos fragmentos que foram encontrados, não foi possível confirmar a identidade de nenhum dos ocupantes, nem a posição em que os corpos estavam, devido à incineração”, disse.

A delegada informou também que as equipes da Polícia Civil, da Politec (Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso) e do Corpo de Bombeiros trabalharam durante toda a noite e seguiram com as atividades na madrugada desta sexta-feira (16) para tentar resgatar as vítimas.

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A equipe da Polícia Civil aguarda ainda a chegada da equipe do Seripa (Serviço Regional de Investigação e Prevenção a Acidentes Aeronáuticos), da Força Aérea Brasileira, que fará o recolhimento dos destroços da aeronave para perícia. Só após a perícia, será possível descobrir o que causou a queda da aeronave, que pegou fogo após cair.

Após a remoção, os restos mortais serão levados à unidade de medicina legal da Politec em Alta Floresta, onde serão realizados os exames de DNA para a identificação.

O acidente matou o empresário Arni Alberto Spiering, seus dois netos João Marcos e Arni Spiering, um funcionário de sua empresa, Ademar de Oliveira Júnior, e o piloto da aeronave, Helder de Souza.

O grupo estava em uma pousada desde segunda (12) praticando pesca e retornava para casa. As vítimas moravam em Rondonópolis, onde as famílias aguardam para fazer o velório e o enterro.

Fonte: RedeNoticias

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Investigação

Gaeco deflagra operação contra suspeito de vazar dados para facção em Mato Grosso

O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Sinop (a 451 km de Cuiabá) deflagrou, nesta quarta-feira (20), a operação “Inimigo Íntimo” para investigar o vazamento de informações sigilosas e o possível favorecimento a facção criminosa.

As investigações indicam que um servidor público teria utilizado o cargo para acessar dados restritos e repassá-los indevidamente a integrantes de facção criminosa. Ele é suspeito de divulgar informações sobre operações policiais voltadas ao combate ao Comando Vermelho.

Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão. Durante a ação, equipes apreenderam três celulares, um notebook e outros dispositivos eletrônicos na residência do suspeito.

O material será analisado pela perícia técnica para subsidiar as investigações, que seguem em andamento com o objetivo de identificar outros integrantes da organização criminosa.

A ação contou com o apoio da Polícia Militar de Mato Grosso, por meio do 3º Comando Regional, além de duas equipes da Força Tática de Sinop, que deram suporte ao cumprimento das ordens judiciais e à segurança da operação.

O Gaeco é uma força-tarefa permanente composta pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.

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