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Tragédia

Adolescente que ensaiava passos de dança em cima de laje acaba decapitada por fio de alta tensão

Uma tragédia abalou as redes sociais da Guatemala no fim de semana. Uma adolescente acabou decapitada por um fio de alta tensão ao ensaiar passos de dança na laje da sua casa na capital do país da América Central.

Débora Rebeca Xi Artola, que tinha 15 anos, estava acompanhada de três amigos. A laje de concreto não tem qualquer proteção.

Inicialmente, circulou na web a versão de que Débora Rebeca estava fazendo selfies. Porém um vídeo que registrou a tragédia mostrou que a jovem não segurava um celular. Os movimentos de dança dela eram filmados por outra pessoa na laje, contou reportagem do jornal “El Heraldo”.

Nas imagens, Débora aparece calma, caminhando pelo terraço e às vezes olhando para baixo, enquanto suas companheiras tiram fotos de diversos ângulos. O vídeo termina momentos antes da tragédia ocorrer.

Testemunhas informaram à polícia que Débora escorregou e ficou presa nos cabos de alta tensão, o que lhe causou brutalmente a morte. Ao ficar presa ao cabo com milhares de volts percorrendo o seu corpo, a menor acabou decapitada pela corrente até que sua cabeça caiu no chão e, segundos depois, o restante do seu corpo, a poucos metros de distância. O desfecho da tragédia foi registrado por moradores.

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Fonte: Powermix

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Tragédia

“Louco de paixão”: Aluno mata professora dentro de faculdade na zona Sul de Porto Velho

A rotina acadêmica de uma faculdade particular da zona Sul da capital rondoniense foi interrompida por um crime que chocou estudantes e professores na noite desta sexta-feira (6). A professora de Direito e escrivã da Polícia Civil Juliana Mattos de Lima Santiago, de 41 anos, foi assassinada a facadas por um aluno dentro de uma sala de aula.

De acordo com a Polícia Militar, o suspeito, um acadêmico de Direito de 25 anos, aguardou o momento em que a sala ficou vazia para atacar a professora. Juliana foi ferida no tórax e no braço, recebeu os primeiros socorros e foi encaminhada ao Hospital João Paulo II, mas não resistiu.

O agressor foi imobilizado por colegas da instituição, entre eles um policial militar e um delegado que também atuam como docentes, até a chegada da PM, que efetuou a prisão em flagrante.

Em depoimento preliminar, o estudante afirmou ter mantido um relacionamento com a vítima por cerca de três meses e alegou ter cometido o crime por ciúmes, após Juliana retomar o casamento com o ex-marido.

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A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias e a motivação do assassinato, registrado inicialmente como homicídio qualificado. O caso gerou forte comoção no meio acadêmico, e a instituição de ensino ainda não se pronunciou oficialmente.

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