Saúde
Prefeito de Colíder destaca medidas de enfrentamento ao Covid-19

Autor: Angela Fogaça / Reprodução
O prefeito Hemerson Máximo, o Maninho, realizou hoje um pronunciamento onde destacou o que vem sendo feito no sentido do enfrentamento da pandemia de Covid-19.
O prefeito destacou que a população de Colíder deve continuar seguindo rigorasamente o decreto baixado pelo governo do Estado, que estipula o horário de funcionamento do comércio até as 19h.
“A maioria está cumprindo. Temos uma minoria de bares e restaurantes que não estão cumprindo mas a polícia, vigilância e os bombeiros estão passando constantemente. Peço que cada um se cuide e ajude a cuidar dos outros”, disse Maninho.
Segundo ele, as forças de segurança estão fiscalizando dentro das limitações que tem e por isso, os comerciantes de lanchonetes e bares precisam colaborar e fechar dentro do horário estipulado.
O prefeito destacou que o comércio deve continuar aberto, seguindo as normas determinadas pelo estado.
“Estamos passando por um momento muito difícil, famílias estão passando necessidades e não queremos chegar a um lock down. O lago e a praça estão liberados somente para caminhadas, não é para ir tomar tereré e fumar narguille lá, como se o vírus não existisse. Os parquinhos para crianças estão interditados”, explicou.
O prefeito destacou que hoje o hospital regional de Colíder está com 118% de ocupação. São 21 pacientes internados com covid, dos quais 9 estão entubados.
Os prefeitos da região estão empenhados em buscar junto ao governo do Estado mais condições, querendo abrir mais uma ala no hospital para melhorar o atendimento. “O município não tem condições de abrir leitos por conta própria e também não é só a questão dos leitos, precisamos ter equipes para atender, estamos com dificuldade de pessoal”, ressaltou.
Os profissionais da rede básica do município estão trabalhando arduamente, se revezando para atender no centro de covid. “Estamos com risco moderado em Colíder e temos que trabalhar para baixar esse risco. Vamos trabalhar em parceria com os municípios vizinhos para melhorar a estrutura do hospital regional”, pontuou.
O secretário de Saúde de Colíder, Franciano Perego, também se pronunciou e informou que a vacinação está sendo feita conforme o cronograma e que até o momento já foram vacinadas mais de 1.200 pessoas no município.
Fonte: Nortão Online
Saúde
MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.
Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.
A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.
“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.
O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.
Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.
O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.
Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.
As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.
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