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Saúde

MT sobe no ranking de vacinação por estado e passa a ocupar o 20° lugar

Fonte: Consórcio de veículos de imprensa

Mato Grosso subiu no ranking de vacinação por estado e, nesta segunda-feira (31), ocupa o 20° lugar. Conforme dados do Consórcio de Veículos de Imprensa, 17,13% da população do estado já recebeu a primeira dose da vacina contra a Covid-19 e 7,97% recebeu aplicação.

Desde o início do Plano Nacional de Vacinação em janeiro deste ano, Mato Grosso sempre esteve nas últimas colocações em comparação com os outros estados.

No final de março, o estado chegou a ficar em último no ranking. Enquanto Mato Grosso do Sul já havia vacinado mais de 10% da população e era o primeiro colocado do ranking, Mato Grosso havia imunizado apenas 4,56% da população total.

De acordo com o governador Mauro Mendes (DEM), a lenta imunização no estado se deu pela falta de atualização do sistema pelas prefeituras e, por isso, o estado estava na última colocação.

Um mês depois, o estado acelerou a campanha e chegou a 22° lugar no ranking, imunizando cerca de 10,51% da população.

De acordo com o Ministério da Saúde, foram distribuídas 1.306 milhão doses para Mato Grosso que já vacinou 885.502 pessoas com a primeira dose e 280.973 pessoas com a segunda dose.

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A estimativa é de que mais de 1,1 milhão pessoas fazem parte de grupos prioritários e devem ser vacinados nesta primeira etapa. Em alguns municípios, como Cuiabá, o cadastro para pessoas sem comorbidades e acima de 59 anos será aberto em breve, segundo a prefeitura.

Na capital, estão sendo vacinados idosos acima de 60 anos, pessoas com Síndrome de Down, a partir de 18 anos; gestantes e puérperas com comorbidades, a partir de 18 anos; pessoas com comorbidades de 18 a 59 anos; pessoas com Deficiência Permanente cadastradas no Programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou que apresentem documentação que comprove a deficiência, de 18 a 59 anos, Forças de Segurança e Salvamento e Forças Armadas e profissionais da imprensa.

Em Várzea Grande, a vacinação de professores começou neste sábado (29). São 7.809 pessoas dentre professores da rede municipal, de escolas particulares e de instituições de ensino federal, que ainda não receberam as doses.

Pandemia pode ser controlada

 

Nos últimos quatro meses, pesquisadores do Instituto Butantan mediram os efeitos da imunização em larga escala na cidade de Serrana, no interior de São Paulo. É como se fosse um ensaio do que poderia estar acontecendo no país inteiro, se não houvesse tanto atraso.

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A cidade, de 45 mil habitantes, foi escolhida para a vacinação em massa porque tinha um alto índice de contágio. A imunização seguiu critérios científicos. A cidade foi dividida em 25 áreas que formaram quatro grupos. Os grupos foram vacinados, um por vez, com uma semana de diferença.

O cenário mudou entre o fim de março e o começo de abril. Segundo os cientistas, o jogo começou a virar quando dois dos quatro grupos ficaram imunizados com a segunda dose. Em abril, Serrana já observava uma queda expressiva na incidência da Covid-19. De 699 casos em março, esse número caiu para 251. E as mortes passaram de 20 para 6, nesse mesmo período.

Fonte: G1 MT

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Saúde

Doar sangue e salvar vidas: um gesto simples que transforma o mundo

Doar sangue para salvar vidas. Poucos gestos são tão simples e, ao mesmo tempo, tão poderosos quanto esse.

Em menos de uma hora, uma única doação pode beneficiar até quatro pessoas. Não é preciso ser herói nem ter habilidade especial. Basta ter saúde, disposição e sensibilidade para ajudar o próximo.

O sangue não possui substituto artificial. Nenhuma fábrica o produz. Nenhum laboratório consegue reproduzi-lo. Ele existe apenas em cada um de nós e só chega a quem precisa por meio da solidariedade humana. Cada doação é a demonstração concreta de que uma vida importa.

Pense na criança que necessita de transfusão durante uma cirurgia. Na mulher que enfrenta complicações após o parto. Na vítima de acidente que chega ao Pronto-Socorro em estado grave. No paciente em tratamento contra o câncer. Para cada um deles, uma bolsa de sangue pode representar a diferença entre a vida e a morte. Essa é a realidade diária dos hospitais brasileiros, inclusive aqui em Mato Grosso.

Neste 14 de junho, o mundo celebra o Dia Mundial do Doador de Sangue. Em 2026, a campanha da Organização Mundial da Saúde, no âmbito do ‘Junho Vermelho’, traz o tema “Doe sangue, dê esperança: juntos salvamos vidas”. Uma convocação que precisa ir além das datas e se tornar uma atitude permanente.

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Tenho levado esse compromisso a sério na prática. Por meio dos mutirões sociais do Gabinete da Assembleia Legislativa, levamos campanhas de doação de sangue diretamente às comunidades de Cuiabá, chegando a quem muitas vezes não consegue se deslocar até os pontos de coleta. A própria ALMT firmou parceria com o MT Hemocentro para receber o caminhão de coleta em frente ao plenário, mobilizando servidores e a população. O Parlamento tem o dever de dar o exemplo.

A doação é uma das mais nobres expressões de solidariedade. Quem doa não conhece a pessoa beneficiada. Não há recompensa financeira nem interesse pessoal. Há apenas a decisão de estender a mão a alguém em extrema necessidade.

O sangue coletado é separado em hemácias, plasma e plaquetas, atendendo pacientes com necessidades distintas. Uma única doação tem potencial para ajudar várias pessoas.

Os hemocentros dependem de doações regulares. O sangue possui prazo de validade limitado, e a reposição constante é uma necessidade. Ser um doador regular é assumir um compromisso com a vida, com a comunidade e com quem você ama.

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Qualquer pessoa saudável, entre 16 e 69 anos, e com mais de 50 quilos pode doar. O procedimento é seguro, rápido e praticamente indolor. O organismo repõe naturalmente o volume doado em pouco tempo.

Você dedica alguns minutos do seu dia. Em troca, oferece a alguém a oportunidade de continuar vivendo.

Convido cada mato-grossense a procurar o hemocentro mais próximo, fazer sua doação e incentivar familiares e amigos. Salvar vidas não depende de grandes recursos. Depende apenas da disposição de compartilhar o que carregamos dentro de nós.

Seja doador de sangue. Sua atitude pode ser a esperança que alguém espera para continuar vivendo.

*Max Russi é deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

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