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Saúde

Hospital Metropolitano e Regional de Nova Mutum disponibilizam 14 leitos de UTI Covid-19

Governo de Mato Grosso ainda prevê a abertura de mais 20 leitos de Terapia Intensiva nesta semana

Hospital Metropolitano, que está em fase de ampliação, ainda receberá outras 11 vagas de UTI – Foto por: Christiano Antonucci | Secom-MT

O Hospital Metropolitano, em Várzea Grande, e o Hospital Regional de Nova Mutum disponibilizaram, nesta quinta-feira (18.03), 14 leitos de UTI Covid-19 para a regulação estadual. As novas vagas se somam aos 501 leitos do Sistema Único de Saúde (SUS) que já estavam em funcionamento em Mato Grosso.

São 9 novos leitos de Terapia Intensiva no Hospital Metropolitano, viabilizados diretamente pelo Governo do Estado, e 5 novos leitos intensivos no Hospital Regional de Nova Mutum, abertos em parceria com a gestão do município. O Hospital Metropolitano, que está em fase de ampliação, ainda receberá outras 11 vagas de UTI.

Os incrementos integram o pacote de ampliação de leitos para o enfrentamento da pandemia, anunciado na última semana pela gestão estadual. O trabalho do Governo faz parte de uma força-tarefa, junto aos Poderes e municípios, para garantir o atendimento à população e salvar vidas.

Conforme o cronograma, há a previsão de abertura cinco leitos no Hospital Santa Rita, em Alta Floresta, na sexta-feira (19.03). No sábado (20.03), está prevista a abertura de mais 10 leitos intensivos no Hospital Estadual Santa Casa, em Cuiabá, e de dois leitos no Hospital Coração de Jesus, em Campo Verde.

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Ação em parceria com Prefeituras

Na última semana, o Governo de Mato Grosso anunciou a ampliação de 160 leitos de Terapia Intensiva em 14 municípios do estado. A ação custará cerca de R$ 9 milhões por mês à gestão estadual e contempla hospitais estaduais e municipais.

A gestão da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) informa que as ampliações consideram as propostas encaminhadas oficialmente pelas Prefeituras ao Governo do Estado. Diante das propostas recebidas, também serão disponibilizados 500 leitos de enfermaria em parceria com gestões municipais de Mato Grosso. No momento, o Estado estuda as propostas encaminhadas pelos 141 municípios do estado.

 

 

 

Fonte: Governo de MT

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Saúde

MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.

Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.

A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.

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“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.

O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.

Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.

O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.

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Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.

As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.

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