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Prefeito eleito em Colíder anuncia novos secretários

O prefeito eleito em Colíder (157 quilômetros de Sinop), Hemerson Lourenço Máximo, o ‘Maninho’, anunciou, esta manhã, o quadro de secretários para a gestão 2021/24. Na pasta de Saúde e Saneamento Básico o titular será Franciano Perego. Já Léia da Silva Gomes Torres assume a secretaria de Educação.

Ivaine Molina foi a escolhida para a pasta de Planejamento, Fazenda e Administração, Carlos Frederico para Gestão Pública, e o prefeito ainda definiu Ed Motta para secretário de Gabinete.

Na secretaria de Agricultura, Pecuária, Assuntos Fundiários e Meio Ambiente, quem assume é Benedito Moreira de Brito, e na de Indústria, Comércio, Emprego, Renda, Cultura e Turismo, Lourenço Marani.

Já Ricardo Caldeira Resende assume Esporte, Cultura e Lazer, enquanto Francisco Robério da Silva Cavalcante será secretário de Infraestrutura, Obras e Urbanismo, e Andressa Silvani de Souza Máximo será de Assistência Social.

Só Notícias/Luan Cordeiro (foto: assessoria)

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TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

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A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

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Fonte Folhamax

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