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Polícia

Servidoras da Politec-MT acusam superiores de assédio moral

O Ministério Público do Trabalho (MPT) instaurou um inquérito civil para investigar denúncia feita por funcionárias da Perícia Oficial de Identificação Oficial (Politec-MT) de Cuiabá de que estariam sofrendo assédio moral e perseguição de seus superiores.

A investigação foi instaurada pela procuradora do trabalho Thaylise Campos Coleta de Souza Zaffani.

A portaria foi publicada nesta quarta-feira (15).

As funcionárias acusam seus superiores de ameaças, abertura de sindicâncias infundadas e elaboração de boletins de ocorrências inverídicos.

O objetivo, segundo elas, é prejudicá-las e forçar processos de remoção e transferência para outras unidades.

Na portaria, a procuradora ressaltou que é dever do Ministério Público do Trabalho zelar “pela defesa dos direitos sociais constitucionalmente garantidos no âmbito das relações de trabalho”.

“Diante disso resolvo instaurar inquérito civil para apuração dos fatos em toda a sua extensão”, diz trecho do documento.

Thaylise nomeou o servidor Samuel José Rudy para atuar como secretário da investigação.

A portaria de abertura da investigação não cita os nomes dos investigados.

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Procurada, a assessoria de imprensa da Politec retornou com a seguinte nota:

“Sobre a denúncia do Ministério Público do Trabalho a respeito de suposto assédio moral, a Politec esclarece que:

1) Não recebeu nenhum pedido para apuração de denúncia na Corregedoria-Geral. E, até o momento, não foi notificada pelo MPT, estando à disposição para prestar todos os esclarecimentos.

2) A Politec reforça que preza pelo respeito e valorização do servidor e não coaduna com quaisquer tipos de assédio no ambiente de trabalho”.

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Polícia

Prisões de criminosos de facções crescem 318% na região de fronteira de Mato Grosso

O 6º Comando Regional da Polícia Militar de Mato Grosso aumentou em 318% o número de prisões de criminosos faccionados, nos primeiros quatro meses do ano de 2026. De janeiro a abril deste ano, 113 faccionados foram presos, enquanto no mesmo período do ano passado, 27 prisões foram registradas.

Os dados são referentes aos 11 municípios que fazem parte do 6º Comando Regional, que possui sede na cidade de Cáceres e faz fronteira com a Bolívia. Do número de faccionados presos, 63 foram conduzidos por homicídios consumados ou tentativas, que impediram que pelo menos 50 outros homicídios fossem cometidos na região.

Também foi registrado aumento de 450% na apreensão de armas de fogo, com 77 armas apreendidas no primeiro quadrimestre de 2026 e 14 armas apreendidas em 2025. No crime de tráfico de drogas, houve o registro de 100 ocorrências, 78% a mais do que no ano passado, resultando na apreensão de 75 quilos de entorpecentes e R$ 21,8 mil em dinheiro proveniente do crime, em 2026.

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Além de Cáceres, o 6º Comando Regional é composto pelos municípios de Araputanga, Curvelândia, Glória d’Oeste, Indiavaí, Lambari d’Oeste, Mirassol d’Oeste, Porto Esperidião, Reserva do Cabaçal, Rio Branco e Salto do Céu.

O comandante da regional, tenente-coronel Adão César Rodrigues Silva, enfatiza que os dados refletem as operações de combate às facções realizadas na região e os investimentos recebidos como viaturas, implantação de novas unidades e instalações de câmeras de monitoramento pelo programa Vigia Mais MT.

“Desde o começo do ano estamos com operações da Polícia Militar e da Secretaria de Estado de Segurança Pública com foco no combate às facções criminosas, impedindo crimes e detendo rapidamente esses infratores da lei. O 6º Comando Regional está com equipamentos e viaturas adequadas, implantamos unidade de motopatrulhamento do Raio e contamos com a eficiência das câmeras do Vigia Mais MT, que nos proporcionam mais agilidade e poder de ação contra o crime, trazendo mais segurança para nossa população”, afirma o tenente-coronel.

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