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Polícia

Polícia Civil cumpre mandados contra envolvidos na produção e venda de atestados médicos falsos

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, cumpriu na manhã desta segunda-feira (20.03), quatro ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão, com foco no combate de falsificação de documentos em nome de médicos.

Um dos mandados de busca e apreensão foi cumprido em uma empresa no centro de Cuiabá, onde eram falsificados pedidos de exames médicos em nome de profissionais que não trabalhavam no local.

Durante as buscas, foi localizado em um computador um modelo de pedido de exame que já vinha com imagem digitalizada de carimbo em nome de um médico que nunca trabalhou na empresa, além de ser localizado um carimbo em nome do mesmo médico. Informações apontam que os exames eram falsificados por administradores da empresa.

O mandado de prisão e dois de busca e apreensão foram cumpridos contra um homem suspeito de atuar na venda de atestados médicos há mais de oito anos. As investigações apuraram que o suspeito falsificava atestados médicos usando logomarcas de hospitais particulares e também da Prefeitura de Cuiabá.

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Os atestados eram vendidos pelo valor de R$ 40, sendo usando nome de dois médicos distintos nos documentos falsificados. Além da prisão do investigado, a ação resultou na apreensão do aparelho celular e do computador que o suspeito utilizava na realização das falsificações.

Segundo o delegado Herbert Yuri Figueiredo Rezende, a falsificação de atestados médicos é um crime grave, com pena que pode chegar até seis anos, se o atestado for de hospital público e cinco anos, se o atestado for de hospital particular.

“A pena é aplicável para cada atestado médico apresentado. Além dos prejuízos causados aos empregadores, que perdem os dias de serviço do trabalhador, também configuram como vítimas os hospitais e os médicos, que veem seus nomes vinculados a práticas que podem resultar em punições administrativas em razão de prescrições indevidas, como a cassação da licença de funcionamento do hospital ou a perda do CRM do médico”, disse o delegado.  

Fonte: PJC MT

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Polícia

Policiais militares salvam menina de 7 anos engasgada com moeda

Uma menina de 7 anos foi socorrida por policiais militares após se engasgar com uma moeda, na segunda-feira (14), em Glória D’Oeste, a 304 km de Cuiabá.

De acordo com a Polícia Militar, a criança foi levada pela mãe até a base da corporação em estado crítico, quase inconsciente, sem conseguir respirar e apresentando sinais de asfixia.

A ação dos policiais foi registrada por uma câmera de segurança do local, que flagrou o momento em que os militares realizam as manobras de desengasgo até que a menina recuperasse a consciência.

Conforme relato do pai à polícia, o acidente aconteceu enquanto a criança assistia televisão. Após engolir a moeda, ela correu até os pais, que estavam no quintal da residência, demonstrando dificuldade para respirar.

Uma soldado iniciou imediatamente as manobras de desobstrução das vias aéreas, utilizando a técnica de Heimlich. Um sargento também auxiliou no atendimento, realizando novas tentativas, inicialmente sem sucesso.

Diante da situação, os policiais adotaram outra técnica, inclinando a criança e aplicando compressões nas costas. Com isso, conseguiram retirar parcialmente o objeto, permitindo que a menina voltasse a respirar e recuperasse parte da consciência.

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Como a moeda ainda permanecia alojada na garganta, a criança foi encaminhada à Unidade Básica de Saúde do município. Após avaliação médica, foi constatado que o objeto estava localizado atrás da traqueia.

Diante da gravidade, a menina foi transferida com urgência para o Hospital Regional de Cáceres. Segundo a unidade hospitalar, ela passou por um procedimento de endoscopia digestiva alta, que confirmou e possibilitou a retirada de uma moeda de R$ 1 alojada na garganta

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