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MP pede sede nova para Delegacia de Diamantino ou no mínimo reforma completa

O Ministério Público Estadual (MPE) acionou o Governo de Mato Grosso numa ação civil por causa da situação precária e risco de desabamento do prédio onde está localizada a delegacia da Polícia Civil no município de Dom Aquino (166 km de Cuiabá).

Liminarmente, pediu que fosse determinada a interdição do prédio e a transferência da delegacia para outro imóvel em regime de urgência. Contudo, o pedido de liminar foi negado pelo juiz André Luciano Costa Gahyva, da 1ª Vara Cível de Diamantino.

Dessa forma, o MPE recorreu ao Tribunal de Justiça com recurso de agravo de instrumento pedindo que a decisão desfavorável seja cassada e consequentemente a liminar seja deferida. No Tribunal de Justiça, o recurso foi distribuído à Primeira Câmara de Direito Público e Coletivo e está sob relatoria do desembargador Márcio Vidal.

Ainda no pedido de liminar o autor defende que seja realizada a construção de uma nova sede da delegacia da Polícia Civil em Diamantino ou então que o Estado providencie a reforma integral do prédio, com prazo de 60 dias para apresentar projeto arquitetônico da construção ou reforma.

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Na ação, o Ministério Público também solicita que seja disponibilizado para a comarca de Diamantino, seis investigadores e cinco escrivães para desempenhar as funções da delegacia.

Outro pedido é para o fornecimento de uma viatura descaracterizada ou o conserto da viatura que está na unidade. Pede ainda que sejam providenciados coletes femininos adequados para as policiais mulheres.

URGÊNCIA

Ao analisar os pedidos formulados na peça inicial o juiz André Luciano Costa Gahyva não vislumbrou estar presente a probabilidade do direito invocado pelo Ministério Público. De acordo com o magistrado, em casos esse, a atuação do Poder Judiciário é permitida, excepcionalmente, quando verificada a omissão dos entes públicos quanto à efetivação das políticas públicas essenciais à efetivação da dignidade humana.

Caso contrário, o Poder Judiciário pode incorrer em violação ao princípio da separação dos poderes, já que essa função é constitucionalmente atribuída ao Poder Executivo (a concretização das políticas públicas de segurança pelo ente Estatal).

“Neste contexto, mostra-se descabida, nesta seara de cognição não exauriente, a concessão da medida liminar, isso porque não há conhecimento pleno de todos os elementos causadores das deficiências estruturais e funcionais constatadas na delegacia de Polícia, implicando em possível ingerência do mérito administrativo pelo Poder Judiciário, o que, além de poder violar o Princípio da Separação dos Poderes, poderia resultar no enfraquecimento da segurança pública de outras cidades deste Estado, o que não se pode consentir”, justificou ele ao negar a liminar

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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