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Polícia

Laudo aponta que mulher achada morta em lago em MT depois de assinar divórcio foi asfixiada

Ex-marido é suspeito do crime e, segundo a polícia, a suspeita é de que tenha saído do estado.

Laudo da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) aponta que Maria José Alves da Silva, de 40 anos, cujo corpo foi encontrado em um lago na zona rural de Nova Marilândia, a 261 km de Cuiabá, foi morta por asfixia. O crime foi em novembro de 2020.

O principal suspeito é o ex-marido dela, de 34 anos, que ainda não foi localizado pela polícia.

Maria desapareceu depois de ter sido vista pela última vez na companhia do ex-marido dela, logo depois deles assinarem os papéis da separação. A família denunciou o desaparecimento dela. Alguns dias depois, Maria foi encontrada morta num lago. O carro dela foi roubado e deixado em outra cidade, na região de Nova Mutum.

A Polícia Civil investiga o crime e informou que o delegado responsável pela investigação do caso já ouviu todas as testemunhas.

A suspeita é de que o ex-marido da vítima tenha saído do estado.

A família disse que Maria procurou o ex-marido para se separar no cartório e “cada um seguir sua vida”, mas depois de assinar os papéis o suspeito saiu com a vitima, que sumiu.

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Dor da família

 

O irmão da vítima disse que a família chegou a sair para procurar Maria e que após receber a informação de uma mulher morta foi até o local e encontrou o corpo dentro do lago. Em seguida, acionou a policia.

Segundo Geraldo Alves da Silva, os pais que já são idosos sofrem com a perda trágica da filha e por saberem que o suspeito ainda não foi preso.

“É muita dor, nunca havíamos perdido ninguém da família. Meu pai tem 84 anos e minha mãe, 79 anos, estão sofrendo demais, sem nenhuma resposta”, relatou, emocionado.

G1

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Polícia

Policiais militares salvam menina de 7 anos engasgada com moeda

Uma menina de 7 anos foi socorrida por policiais militares após se engasgar com uma moeda, na segunda-feira (14), em Glória D’Oeste, a 304 km de Cuiabá.

De acordo com a Polícia Militar, a criança foi levada pela mãe até a base da corporação em estado crítico, quase inconsciente, sem conseguir respirar e apresentando sinais de asfixia.

A ação dos policiais foi registrada por uma câmera de segurança do local, que flagrou o momento em que os militares realizam as manobras de desengasgo até que a menina recuperasse a consciência.

Conforme relato do pai à polícia, o acidente aconteceu enquanto a criança assistia televisão. Após engolir a moeda, ela correu até os pais, que estavam no quintal da residência, demonstrando dificuldade para respirar.

Uma soldado iniciou imediatamente as manobras de desobstrução das vias aéreas, utilizando a técnica de Heimlich. Um sargento também auxiliou no atendimento, realizando novas tentativas, inicialmente sem sucesso.

Diante da situação, os policiais adotaram outra técnica, inclinando a criança e aplicando compressões nas costas. Com isso, conseguiram retirar parcialmente o objeto, permitindo que a menina voltasse a respirar e recuperasse parte da consciência.

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Como a moeda ainda permanecia alojada na garganta, a criança foi encaminhada à Unidade Básica de Saúde do município. Após avaliação médica, foi constatado que o objeto estava localizado atrás da traqueia.

Diante da gravidade, a menina foi transferida com urgência para o Hospital Regional de Cáceres. Segundo a unidade hospitalar, ela passou por um procedimento de endoscopia digestiva alta, que confirmou e possibilitou a retirada de uma moeda de R$ 1 alojada na garganta

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