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Polícia

Indígenas são denunciados por duplo homicídio e cárcere privado em MT

Três indígenas da etnia Enawenê-Nawê, oriundos da aldeia Halaytakwa, por cárcere privado e homicídio, ocorrido em dezembro de 2015, em Juína, a 737 km de Cuiabá. Eles são investigados por torturarem e matarem os amigos Genes Moreira dos Santos Júnior, de 24 anos, e Marciano Cardoso Mendes, de 25 anos. Além de sequestrar uma terceira vítima.

De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) em Mato Grosso, as vítimas trafegavam pela BR-174, quando romperam um bloqueio feito pelos indígenas para cobrar pedágio. Em seguida, os índios pegaram duas caminhonetes e perseguiram os dois homens. Eles foram capturados e levando para a aldeia.

No caminho até a aldeia encontraram um servidor da Fundação Nacional do Índio (Funai) que acompanhava uma equipe do governo do estado em obras de cascalhamento da estrada que liga a aldeia até a rodovia.

Ao ver as vítimas amarradas na carroceria da caminhonete, o servidor teria tentado dissuadir os indígenas de levar as vítimas para a aldeia, mas sim para a cidade e entregá-los a Polícia Civil. Entretanto, o servidor foi forçado a ir para a aldeia.

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Ao chegaram na comunidade indígena, os servidores do Posto de Saúde indígena tentaram socorrer os homens. Porém, aproximadamente 100 índios cercaram o local e levaram os homens para um outro lugar, onde teriam sido amarrados e torturados.

Para agredir as vítimas, os agressores teriam usado pedras e borduna. Também chegaram a queimar os rapazes com madeira incandescente. Novamente o servidor da Funai tentou negociar com os índios, orientado que eles levassem as vítimas para a delegacia.

Ainda segundo o MPF, durante aproximadamente 40 minutos, cerca de 300 indígenas teriam discutido a entrega das vítimas para a polícia. Por fim, foi decidido que as vítimas seriam levadas para a delegacia de Juína.

Cada uma das vítimas teria ido em uma caminhonete, acompanhada por indígenas. O servidor foi em uma das caminhonetes com uma das vítimas. No trajeto até a cidade, os indígenas pararam os veículos e executaram os dois homens, liberando o servidor sob ameaças de morte a ele e a família.

G1

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Polícia

Policiais militares salvam menina de 7 anos engasgada com moeda

Uma menina de 7 anos foi socorrida por policiais militares após se engasgar com uma moeda, na segunda-feira (14), em Glória D’Oeste, a 304 km de Cuiabá.

De acordo com a Polícia Militar, a criança foi levada pela mãe até a base da corporação em estado crítico, quase inconsciente, sem conseguir respirar e apresentando sinais de asfixia.

A ação dos policiais foi registrada por uma câmera de segurança do local, que flagrou o momento em que os militares realizam as manobras de desengasgo até que a menina recuperasse a consciência.

Conforme relato do pai à polícia, o acidente aconteceu enquanto a criança assistia televisão. Após engolir a moeda, ela correu até os pais, que estavam no quintal da residência, demonstrando dificuldade para respirar.

Uma soldado iniciou imediatamente as manobras de desobstrução das vias aéreas, utilizando a técnica de Heimlich. Um sargento também auxiliou no atendimento, realizando novas tentativas, inicialmente sem sucesso.

Diante da situação, os policiais adotaram outra técnica, inclinando a criança e aplicando compressões nas costas. Com isso, conseguiram retirar parcialmente o objeto, permitindo que a menina voltasse a respirar e recuperasse parte da consciência.

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Como a moeda ainda permanecia alojada na garganta, a criança foi encaminhada à Unidade Básica de Saúde do município. Após avaliação médica, foi constatado que o objeto estava localizado atrás da traqueia.

Diante da gravidade, a menina foi transferida com urgência para o Hospital Regional de Cáceres. Segundo a unidade hospitalar, ela passou por um procedimento de endoscopia digestiva alta, que confirmou e possibilitou a retirada de uma moeda de R$ 1 alojada na garganta

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