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Polícia

Bandidos jogam videogame enquanto professor esfaqueado agoniza até a morte

O professor Jaime Raimundo Gonçalves, 69 anos, conhecido como ‘Professor Jaime’, foi assassinado a facadas – com requintes de crueldade – no município de Vila Rica (1.259 km).

De acordo com a Polícia Civil, enquanto a vítima agonizava até a morte os criminosos identificados como M.V.L.L., 17 anos, e Felipe Batista Pereira, 20, jogavam videogame.

O corpo do professor foi encontrado enrolado em lençóis em sua residência, na noite de sábado (29), após vizinhos sentirem um forte odor vindo da casa.

A equipe de policiais da Delegacia de Vila Rica deu início às diligências em busca dos bandidos, sendo M.V.L.L. identificado como principal suspeito. O menor era um dos jovens que o professor incentivava a prática de atividades esportiva, cedendo moradia e alimentação.

Ao ser detido em um hotel no Centro de Vila Rica, no último domingo (30), M.V.L.L negou a autoria do homicídio, porém, na delegacia, ao prestar declarações ao delegado Renato Resende, confessou o crime e revelou que contou com apoio do comparsa Felipe.

Os policiais prenderam Felipe em casa, no Bairro Vila Nova. Na chácara onde o acusado trabalhava, a cerca de 15 quilômetros de Vila Rica, foram apreendidos os objetos roubados da vítima, sendo dois videogames, um smartphone, um notebook, e um cordão de ouro.

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Interrogado, Felipe disse que o menor M.V.L.L. teria oferecido R$ 1,5 mil para que ele participasse do crime. Porém, os suspeitos apresentaram versões contraditórias de quem teria efetuado os golpes de faca contra vítima.

Felipe foi autuado em flagrante por homicídio qualificado e o menor M.V.L.L. responderá pelo ato infracional análogo ao mesmo crime.

 

 

 

 

Fonte: ReporteMT

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Polícia

Suspeita de integrar facção de MT é presa trabalhando em Copacabana

Uma mulher, alvo da Operação Nocaute, deflagrada na última sexta-feira (18), pela Polícia Civil de Mato Grosso, teve o mandado de prisão preventiva cumprido, nesta segunda-feira (21), no Rio de Janeiro. Investigada por integrar uma facção criminosa e considerada foragida da Justiça, a suspeita, de 44 anos, foi localizada trabalhando em um quiosque na praia de Copacabana, uma das mais movimentadas da cidade. O nome dela não foi divulgado.

A operação, deflagrada com base em investigações da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop, tinha como alvos integrantes do núcleo de uma facção criminosa instalada no município, com conexões no Estado do Rio de Janeiro.

 

A investigada estava com o mandado de prisão expedido pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo de Sinop, pelos crimes de integrar organização criminosa e lavagem de dinheiro. A prisão foi realizada com apoio da equipe da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

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Segundo as investigações da Draco Sinop, a investigada foi a responsável por receber uma transferência via Pix nas horas seguintes ao pagamento de R$ 169 mil por uma vítima de crime em Sinop, em 27 de setembro de 2025.

O dinheiro foi repartido em várias transferências pequenas entre diferentes pessoas, o que caracterizaria a lavagem de dinheiro.

Após a prisão, a suspeita foi conduzida ao sistema prisional feminino e ficará à disposição da Justiça do estado de Mato Grosso. A Draco de Sinop segue com as diligências para localizar os demais investigados que ainda têm mandados em aberto.

 

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