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Turismo será responsável por quase 8 milhões de empregos e 7,8% do PIB do Brasil em 2023, indica WTTC

O ano de 2023 deve se confirmar como um dos melhores para o turismo brasileiro. Isso porque, a previsão é de que o setor arrecade neste ano R$ 752,3 bilhões, o equivalente a 7,8% do PIB nacional. O valor vai superar em 5% o registrado no pré-pandemia (2019), quando foram registrados R$ 716,5 bilhões. Até o fim do ano, as mais de 50 cadeias econômicas também serão responsáveis por 7,9 milhões de empregos. Os dados são do Relatório de Impacto Econômico, produzido pelo Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC).

O relatório ainda apontou que o total de empregos contabilizados para o setor neste ano deve superar em 2,5% o registrado no pré-pandemia. De acordo com a entidade, o setor gerou 8,1% do total de postos de trabalho do país, demonstrando a força econômica e social do turismo brasileiro. Para a presidente da WTTC, Julia Simpson, o Brasil é um dos principais países em recuperação no Turismo e com potencial para crescer ainda mais. “O setor de viagens e turismo está se recuperando, mostrando a ânsia de viajantes de todo o mundo em visitar e explorar o que este belo país tem a oferecer”, disse.

INVESTIMENTOS – O gasto de turistas estrangeiros no Brasil cresceu 14,7% no mês de abril, em comparação com o mesmo período do ano passado. De acordo com os dados do Setor Externo, divulgados pelo Banco Central na última semana, foram deixados no país US$ 452 milhões. No acumulado do ano, os estrangeiros injetaram US$ 2.155 bilhões na economia do país, alta de 32,3% em relação à 2022.

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Até março deste ano, o Brasil recebeu 2,3 milhões de turistas estrangeiros. A marca é superior à do mesmo período de 2020, último ano antes da eclosão da pandemia de Covid-19, quando o país recebeu 1,9 milhão de visitantes de outros países. O desempenho também é superior ao do primeiro trimestre de 2019, quando houve 2,2 milhões de turistas internacionais. A maior parte desses turistas veio da Argentina, totalizando 1 milhão de pessoas. Em segundo lugar ficou os Estados Unidos, com 184,3 mil, e em terceiro o Paraguai, com 151,5 mil. Os estados mais procurados foram Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina.

APROXIMAÇÃO – A ministra do Turismo, Daniela Carneiro, vem realizando desde o início do ano uma extensa agenda internacional, com visitas à Portugal, Espanha, Cuba e Punta Cana, com o objetivo de melhorar a imagem do Brasil no exterior e atrair mais turistas estrangeiros para o país. A ministra manteve encontros com representantes governamentais e investidores internacionais, dialogando para fortalecer e gerar mais empregos e renda para o turismo nacional.

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Entre os acordos já celebrados, Daniela Carneiro assinou um memorando de entendimento com o governo espanhol que prevê parceria para realização de iniciativas em diferentes campos do turismo, em especial no que diz respeito aos Destinos Turísticos Inteligentes (DTI). Além disso, ela atuou junto à Organização Mundial do Turismo (OMT) para a produção de um guia detalhado de informações para atrair investimentos estrangeiros para o turismo do país. O documento trará uma série contínua de relatórios que destacam o clima atual de investimento de um país, bem como as oportunidades em seu setor de turismo.

“Os turistas estrangeiros estão voltando ao nosso país. E nós, no Ministério do Turismo, estamos trabalhando em prol da estruturação dos nossos destinos e na qualificação dos trabalhadores para fazermos este montante crescer cada vez mais. Estamos firmes, trabalhando para movimentar a economia, gerando emprego e renda”, disse a ministra.

Fonte: Ministério do Turismo

Fonte: Brasil Geral

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Pesquisa BTG/Nexus mostra empate de Lula com Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado no 2º turno

Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (3) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da disputa pela Presidência da República, tanto no primeiro quanto no segundo turno das eleições de 2026. Apesar da vantagem numérica, os cenários apresentados pelo levantamento configuram empate técnico dentro da margem de erro.

Este é o primeiro levantamento realizado após as convenções partidárias que oficializaram as candidaturas dos principais concorrentes à Presidência.

No cenário de primeiro turno, Lula aparece com 41% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 37%. Em relação à pesquisa anterior, divulgada em 27 de julho, o presidente perdeu um ponto percentual, enquanto o parlamentar ganhou quatro pontos.

Com isso, a diferença entre os dois caiu de nove para quatro pontos percentuais, menor distância registrada entre ambos desde abril na série histórica do instituto. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o resultado configura empate técnico.

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Nos cenários simulados de segundo turno, Lula também aparece numericamente à frente, mas dentro da margem de erro em duas disputas. Contra Flávio Bolsonaro, o petista soma 46% das intenções de voto, enquanto o adversário alcança 45%. No levantamento anterior, o placar era de 47% a 43%.

Já em uma eventual disputa com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), Lula registra 46%, contra 42% do adversário. Na pesquisa anterior, os dois apareciam com 45% e 43%, respectivamente.

O presidente mantém vantagem mais confortável sobre o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 46% contra 40%. No levantamento anterior, o cenário era de 46% para Lula e 42% para Zema.

Em uma disputa contra Renan Santos, líder do Movimento Brasil Livre (MBL) e candidato pelo partido Missão, Lula aparece com 47% das intenções de voto, enquanto o adversário registra 37%. Na pesquisa anterior, o cenário era de 47% a 39%.

O levantamento também mostra empate entre Lula e Flávio Bolsonaro no índice de rejeição. Ambos aparecem com 49%. Em comparação com a pesquisa anterior, a rejeição ao presidente aumentou um ponto percentual, enquanto a do senador recuou na mesma proporção.

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Os demais candidatos registraram os seguintes índices de rejeição:

Ronaldo Caiado (PSD): 29%;

Romeu Zema (Novo): 31%;

Renan Santos (Missão): 28%.

A pesquisa também mediu a avaliação do governo federal. Segundo o levantamento, 47% dos entrevistados aprovam a gestão de Lula, enquanto 48% desaprovam o governo, resultado que também configura empate técnico dentro da margem de erro.

Na avaliação qualitativa da administração federal, 37% classificam o governo como “ótimo ou bom”, 43% consideram a gestão “ruim ou péssima” e 18% a avaliam como “regular”.

O levantamento ouviu 2.002 eleitores entre os dias 31 de julho e 2 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa BTG Pactual/Nexus está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02874/2026.

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