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Mato Grosso

Pauta Concentrada possibilita soluções rápidas para empresas e consumidores

Para a empresa Energisa, o Projeto Pauta Concentrada do Judiciário de Mato Grosso tem se mostrado uma oportunidade de oferecer soluções rápidas aos problemas dos consumidores. Com mais de 1,5 milhão de unidades consumidoras ativas, a Energisa é uma das empresas que aderiu ao Projeto e, segundo o gerente jurídico, Marcelo Reberte, contabiliza 30% de casos com solução, seja por acordo ou pela oportunidade de esclarecer os clientes, o que evita o prolongamento do assunto no judiciário.
 
Na experiência do gerente jurídico, a participação no Projeto é a oportunidade de poder discutir efetivamente cada situação e chegar à conciliação. Ele explica que, na forma tradicional das audiências de conciliação, em razão do volume em diversos temas que surgem nos juizados, acaba se misturando as matérias e o tempo fica muito exíguo. Com o projeto, é possível conversar melhor sobre as questões e apresentar a proposta de acordo ou até mesmo expor o motivo que a empresa precisou tomar certo posicionamento.
 
“Temos cerca de 1,5 milhão de consumidores e, ao longo do mês, alguns podem fazer mais de um contato com a empresa, seja porque ele quer rever uma situação, solicitar alguma demanda. Em razão de o sistema ter que atender a expectativa de todos os consumidores, é um desafio muito grande. Mesmo a Energisa figurando entre as principais demandadas no Judiciário ou no Procon, temos um número bastante inferior a outros segmentos, se considerar isso proporcionalmente”, explica Marcelo Reberte.
 
Ele conta que as audiências oportunizam aos consumidores que possuem alguma pendência ou questionam algum débito também, a oportunidade de ouvir a proposta. “Os resultados são muito superiores do que aqueles que a gente tem nas pautas regulares. O aproveitamento do resultado na pauta concentrada é muito melhor e também estamos realizando o mesmo esforço para levar isso nas outras demandas”, destaca.
 
A Energisa faz uma análise de cada caso antes de ir para audiência da Pauta Concentrada e, quando é possível o acordo, a empresa já chega com uma proposta. “Mas já ocorreu de termos verificado situação na qual conseguimos demonstrar para cliente porque ele tem aquele débito e ele mesmo adere a uma forma de parcelamento. Antes do Projeto Pauta Concentrada tudo isso ficava misturado e os acordos eram de 5%, agora temos 20% de acordos e se somarmos outras soluções que conseguimos oferecer chegamos a 30% de casos que são resolvidos ali mesmo, seja por acordo ou pela conversa com o consumidor”, finaliza.
 
Pauta Concentrada – Atualmente, participam do projeto a Energisa, Vivo/Telefônica e Banco do Brasil, mas a intenção é buscar a participação de outras empresas. Inicialmente, o projeto foi implantado nos Juizados Especiais de Cuiabá e Várzea, mas em razão do resultado positivo foi expandido para os Juizados Especiais de Rondonópolis, Sinop e Cáceres.
 
Na Pauta Concentrada, as audiências de uma mesma empresa são concentradas em um único período, previamente definido, otimizando o trabalho dos advogados e prepostos. Com o novo Portal, fica ainda mais ágil e fácil acessar as audiências, pois nele os links ficam disponíveis para serem consultados em cada sala.
 
 
 
Nos links abaixo você tem acesso a outras matérias sobre a Pauta Concentrada:
 
 
 
Andhressa Barboza
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

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Cidades

Mato Grosso deixa de destruir maquinários apreendidos e passa a destiná-los aos municípios

Mato Grosso deu um passo importante na política ambiental ao adotar uma nova destinação para maquinários apreendidos em fiscalizações. A partir de agora, os equipamentos não serão mais destruídos, mas repassados às prefeituras para utilização em obras e na manutenção de estradas, principalmente nas regiões que atendem a agricultura familiar.

A mudança foi formalizada por meio de um memorando de intenções firmado pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), em parceria com o Governo do Estado, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) e o Ministério Público Estadual.

A iniciativa representa uma mudança de paradigma na gestão dos bens apreendidos, transformando equipamentos que antes eram inutilizados em ferramentas de apoio ao desenvolvimento local. Na prática, os maquinários passam a contribuir diretamente com a infraestrutura dos municípios, fortalecendo o escoamento da produção e o atendimento às comunidades rurais.

Segundo o presidente da AMM, Hemerson Máximo, conhecido como Maninho, a medida é resultado da atuação conjunta da entidade com os municípios e demonstra que é possível alinhar preservação ambiental com desenvolvimento econômico.

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“Estamos transformando o que antes era perdido em benefício direto para a população. Proteger o meio ambiente e defender Mato Grosso caminham juntos”, destacou.

Com a iniciativa, o estado busca dar mais eficiência à política ambiental, ao mesmo tempo em que reforça a estrutura dos municípios e amplia o apoio à agricultura familiar.

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