Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Mato Grosso

Obras de duplicação da BR 163 avançam na região de Nova Mutum

Primeira frente de trabalho tem como meta a duplicação de 86 km entre Nova Mutum e Posto Gil

A duplicação do trecho da BR 163 entre Nova Mutum e Posto Gil, em Mato Grosso, segue avançando. As obras iniciaram há cerca de 20 dias e como objetivo pavimentar cerca de 86 km.

Nesta segunda-feira (07), representantes da concessionária Nova Rota do Oeste estiveram em Lucas do Rio Verde. Em entrevista à imprensa, o diretor de relações institucionais, Roberto Madureira, deu detalhes dos trabalhos.

A duplicação do trecho da BR 163 entre Nova Mutum e Posto Gil, em Mato Grosso, segue avançando. As obras iniciaram há cerca de 20 dias e como objetivo pavimentar cerca de 86 km.

Nesta segunda-feira (07), representantes da concessionária Nova Rota do Oeste estiveram em Lucas do Rio Verde. Em entrevista à imprensa, o diretor de relações institucionais, Roberto Madureira, deu detalhes dos trabalhos.

“A gente já conseguiu fazer a decapagem ou a preparação para as obras de terraplanagem em praticamente 10 km. Período seco e a obra caminha muito bem”, disse.

Leia Também:  Academia Seishin de Nova Mutum/MT é campeã estadual de Karatê Olímpico em Cuiabá

Enquanto avança a duplicação no médio norte, a concessionária prepara novas frentes de trabalho. Madureira disse que a ideia é iniciar uma nova frente na chegada a Sinop. A escolha se deve ao alto índice de acidentes naquela região.

“As escolhas dos pontos de obras que a gente tem elas têm dados técnicos. O trecho de Posto Gil a Nova Mutum é um trecho sem acostamento em muitos pontos, com alto degrau na pista, o que leva ao tombamento de veículos, a gente tem um alto número desse tipo de acidente. Especificamente também um trecho de alta velocidade”, detalhou.

O planejamento para Sinop contempla a construção de dois viadutos com o objetivo de reduzir o índice de acidentes.

Madureira informou que ainda a concessionária corre contra o tempo para dar sequência aos trabalhos. “A gente não começa uma obra sem projeto executivo aprovado na ANTT. É um processo um pouco moroso, mas está tudo dentro do cronograma. A gente está aproveitando muito bem a ‘janela seca’ do Mato Grosso”, concluiu.

Leia Também:  Ministro do STF rejeita novo recurso da AGU e mantém suspensão de posse de Ramagem no comando da PF
Propaganda

Mato Grosso

Mudança no Estatuto da AMM propõe mudanças sobre calendário eleitoral e representatividade dos prefeitos

A Assembleia Geral Extraordinária convocada pelo presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Hemerson Lourenço Máximo, o Maninho, para esta terça-feira (4), promete colocar em discussão um dos temas mais relevantes da gestão da entidade: a possível alteração do Estatuto Social, incluindo mudanças nas regras do processo eleitoral da associação.

Além de deliberar sobre o projeto de reforma da sede da AMM, os prefeitos associados analisarão propostas de alteração dos artigos 14, 15, 25 e 39 do Estatuto. Embora o edital de convocação detalhe quais dispositivos serão modificados, o conteúdo das alterações será apresentado durante a assembleia.

O principal ponto de debate é a possibilidade de antecipação das eleições da diretoria da entidade para o segundo semestre deste ano.

Os argumentos favoráveis à mudança

Defensores da alteração avaliam que o Estatuto deve ser um instrumento flexível, capaz de se adaptar às necessidades institucionais da AMM e às demandas dos municípios.

Na avaliação de apoiadores da proposta, antecipar o processo eleitoral pode trazer previsibilidade administrativa, permitindo que a futura diretoria tenha mais tempo para organizar sua equipe, elaborar o planejamento estratégico e preparar a transição antes do início do mandato.

Leia Também:  Sala passiva garante acessibilidade virtual no Fórum de Várzea Grande

Outro argumento é que o próprio Estatuto prevê que suas regras possam ser alteradas pela Assembleia Geral, considerada a instância máxima de deliberação da entidade. Nesse entendimento, qualquer mudança aprovada pela maioria dos prefeitos presentes refletirá uma decisão coletiva e democrática dos associados.

Há ainda quem sustente que discutir o calendário eleitoral não significa comprometer a legitimidade da futura gestão.

Para esse grupo, o mais importante é que todas as regras sejam debatidas, aprovadas em assembleia e aplicadas de forma transparente, independentemente da data escolhida para a eleição.

Também pesa o argumento da continuidade administrativa. Segundo defensores da proposta, uma eleição realizada com antecedência pode reduzir o período de indefinição política dentro da entidade, permitindo que a nova diretoria participe da preparação das principais pautas municipalistas para o ano seguinte.

As críticas à proposta

O ex-presidente da AMM e ex-prefeito de Primavera do Leste, Leonardo Bortolin (MDB), manifestou preocupação com uma eventual alteração no calendário eleitoral.

Na avaliação de Bortolin, um eventual retorno ao modelo anterior poderia permitir que gestores em fim de mandato participassem da definição da direção da entidade para um período em que já não estarão mais à frente de seus municípios.

Leia Também:  Ministro do STF rejeita novo recurso da AGU e mantém suspensão de posse de Ramagem no comando da PF

Para os críticos, esse modelo reduziria a representatividade dos prefeitos que efetivamente exercerão seus mandatos durante a gestão da próxima diretoria da AMM.

Decisão caberá aos prefeitos

Independentemente das posições favoráveis ou contrárias, a decisão será tomada pelos próprios prefeitos associados durante a Assembleia Geral Extraordinária, órgão máximo de deliberação da entidade.

Caso as alterações estatutárias sejam aprovadas pelo quórum previsto no Estatuto Social, as novas regras passarão a orientar o funcionamento institucional da AMM, incluindo, eventualmente, o calendário das próximas eleições.

O debate evidencia duas visões distintas sobre a governança da associação. De um lado, há quem defenda maior flexibilidade para adequar o Estatuto às necessidades administrativas da entidade.

De outro, gestores sustentam que o modelo atual fortalece a legitimidade da representação municipalista ao assegurar que a diretoria seja escolhida pelos prefeitos que exercerão efetivamente seus mandatos.

A expectativa é que a assembleia esclareça o alcance das alterações propostas e permita que os prefeitos deliberem sobre o futuro da principal entidade representativa dos municípios de Mato Grosso.

Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA