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Mato Grosso

Justiça de Mato Grosso realiza evento sobre assédio e discriminação em Barra do Bugres

O Poder Judiciário está cuidando dos seus servidores, magistrados, estagiários e terceirizados, para que a Justiça em Mato Grosso tenha a mesma medida para todos.
 
Nesta quinta-feira (26 de maio) foi a vez da Comarca de Barra do Bugres receber a Roda de Conversa da Semana de Enfrentamento ao Assédio Moral e Sexual do Poder Judiciário estadual (23 a 27 de maio).
 
Em um plenário lotado, os colaboradores da Comarca receberam com muito interesse os membros da Comissão de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Moral, Sexual e Discriminação, de 1ª instância, do Judiciário Estadual e discutiram as políticas e iniciativas baseadas na Resolução 351, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
 
Para o diretor do Foro da Comarca de Barra do Bugres, juiz Silvio Mendonça Ribeiro Filho, da mesma forma que o Poder Judiciário analisa e julga processos da sociedade, deve analisar e cuidar de temas sensíveis referentes aos seus colaboradores. “Essa palestra foi muito boa, esclareceu e ofereceu os canais de denúncia.Tenho certeza que depois de hoje esse tipo de situação será melhor resolvida, os servidores vão buscar os meios necessários e receberão o atendimento e o acolhimento que precisam.
 
O técnico Judiciário da Comarca de Barra do Bugres, Lindonês Marcelo Schiavini, ressaltou que o evento foi promovido em um momento muito oportuno, no instante em que a sociedade procura atacar todas as formas de discriminação. “O servidor precisa estar em um local que seja saudável. Quando percebemos que o lugar onde a gente está trabalhando oferece meios, oferece esclarecimento, acho que as pessoas então têm condições de se sentirem mais seguras.”
 
Participante da Roda de Conversa, a psicóloga e servidora da Comarca, Cláudia Villar, classificou como indispensável o acolhimento e acompanhamento às vítimas de assédio. “A pessoa quando tem as suas emoções e seus sentimentos guardados ela se transforma em uma panela de pressão. Chega um momento em que ela estoura, ela explode. E é aí onde tem a ansiedade, a depressão, insônia, bulimia, anorexia, todas essas doenças emocionais, então o acolhimento é o principal objetivo.
 
A profissional de saúde mental também elogiou a abordagem oferecida pelo Poder Judiciário, de acolhimento por psicólogos de outras Comarcas, diferentes da unidade de origem do colaborador que sofreu o assédio. “Se ela não quiser o acolhimento com o profissional daquela própria Comarca, tem a opção dela pedir para ser um psicólogo de uma outra Comarca. Isso faz com que ela se sinta à vontade. Então ela vai falar, ela não vai ter medo ou guardará suas emoções.
 
Segundo o estagiário da 1ª Vara Cívil da Comarca de Barra do Bugres, Alexandre de Prado Silveira, políticas de enfrentamento ao assédio são fundamentais. “Acho bastante importante esse enfrentamento, porque encoraja as pessoas a buscarem justiça e também a se sentirem mais confiantes no local de trabalho. É importante, já que trabalhando no meio Judiciário essas pessoas têm que se sentir seguras para entregarem Justiça a quem procura.
 
ParaTodosVerem: essa matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência.Fotografia colorida registando a reunião no Fórum de Barra do Bugres. A imagem mostra os participante sentados em cadeiras, assistindo a explicação do juiz”
 
 
 
Marco Cappelletti/ Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 
 

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Cidades

Mato Grosso deixa de destruir maquinários apreendidos e passa a destiná-los aos municípios

Mato Grosso deu um passo importante na política ambiental ao adotar uma nova destinação para maquinários apreendidos em fiscalizações. A partir de agora, os equipamentos não serão mais destruídos, mas repassados às prefeituras para utilização em obras e na manutenção de estradas, principalmente nas regiões que atendem a agricultura familiar.

A mudança foi formalizada por meio de um memorando de intenções firmado pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), em parceria com o Governo do Estado, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) e o Ministério Público Estadual.

A iniciativa representa uma mudança de paradigma na gestão dos bens apreendidos, transformando equipamentos que antes eram inutilizados em ferramentas de apoio ao desenvolvimento local. Na prática, os maquinários passam a contribuir diretamente com a infraestrutura dos municípios, fortalecendo o escoamento da produção e o atendimento às comunidades rurais.

Segundo o presidente da AMM, Hemerson Máximo, conhecido como Maninho, a medida é resultado da atuação conjunta da entidade com os municípios e demonstra que é possível alinhar preservação ambiental com desenvolvimento econômico.

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“Estamos transformando o que antes era perdido em benefício direto para a população. Proteger o meio ambiente e defender Mato Grosso caminham juntos”, destacou.

Com a iniciativa, o estado busca dar mais eficiência à política ambiental, ao mesmo tempo em que reforça a estrutura dos municípios e amplia o apoio à agricultura familiar.

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