Mato Grosso
Judiciário disponibiliza sala passiva e garante acesso digital às partes do processo
O uso de salas virtuais para as audiências de conciliação tem facilitado a vida de quem procura os Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs) nas duas maiores comarcas do Estado, Cuiabá e Várzea Grande. Mas e aquelas pessoas que não têm acesso à internet ou não sabem usar as ferramentas digitais? Para que ninguém fique excluído, o Poder Judiciário de Mato Grosso oferece salas físicas nos Cejuscs. Além disso, foram lançadas duas novas ferramentas digitais que facilita para as partes encontrar os links da audiência.
“Fiquei sabendo através de notícias e sabia que durante a pandemia já acontecia audiência virtual. Minha advogada me indicou a sala física e vim aqui hoje, fui auxiliada pelos servidores e deu tudo certo”, contou.
A juíza Viviane Brito Rebello, do Juizado Especial do Jardim Glória da Comarca de Várzea Grande e coordenadora do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania dos Juizados Especiais de Cuiabá (Cejusc), explica que nesses espaços estão disponíveis os links de todas as audiências, bastando acessar o Juizado onde ela deve ocorrer. Assim, as partes não precisam se preocupar caso percam o link de uma audiência porque não encontra o endereço eletrônico para a sala. O acesso é rápido, fácil e seguro.
Cidades
Mato Grosso deixa de destruir maquinários apreendidos e passa a destiná-los aos municípios

Mato Grosso deu um passo importante na política ambiental ao adotar uma nova destinação para maquinários apreendidos em fiscalizações. A partir de agora, os equipamentos não serão mais destruídos, mas repassados às prefeituras para utilização em obras e na manutenção de estradas, principalmente nas regiões que atendem a agricultura familiar.
A mudança foi formalizada por meio de um memorando de intenções firmado pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), em parceria com o Governo do Estado, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) e o Ministério Público Estadual.
A iniciativa representa uma mudança de paradigma na gestão dos bens apreendidos, transformando equipamentos que antes eram inutilizados em ferramentas de apoio ao desenvolvimento local. Na prática, os maquinários passam a contribuir diretamente com a infraestrutura dos municípios, fortalecendo o escoamento da produção e o atendimento às comunidades rurais.
Segundo o presidente da AMM, Hemerson Máximo, conhecido como Maninho, a medida é resultado da atuação conjunta da entidade com os municípios e demonstra que é possível alinhar preservação ambiental com desenvolvimento econômico.
“Estamos transformando o que antes era perdido em benefício direto para a população. Proteger o meio ambiente e defender Mato Grosso caminham juntos”, destacou.
Com a iniciativa, o estado busca dar mais eficiência à política ambiental, ao mesmo tempo em que reforça a estrutura dos municípios e amplia o apoio à agricultura familiar.
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