Mato Grosso
Judiciário de Mato Grosso presta homenagem a Cuiabá pelos seus 303 anos

Ê aaah (7)! E o tanto que a Capital mato-grossense e o Judiciário cresceram ao longo de todos esses anos… Se no início eram apenas cinco desembargadores naquele casarão situado no centro histórico da cidade, na chamada Rua de Cima, hoje são 30 vagas no Tribunal de Justiça. A mais recente sede da Corte da Justiça mato-grossense foi instalada no Centro Político Administrativo em 1976.
A atual presidente do Poder Judiciário de Mato Grosso, desembargadora Maria Helena Gargaglione Póvoas, é cuiabana de tchapa e cruz (9) e guarda na memória as lembranças de brincar com outras crianças, sem moage (10), nos famosos quintais cuiabanos, repletos de frondosas mangueiras. “Era uma meninice muito diferente de hoje, com WhatsApp e internet. Os pais não precisavam ter cuidados especiais com as crianças, não se tinha notícias de crimes bárbaros como hoje”, lembra a magistrada.
Fórum Desembargador José Vidal – Além do Tribunal de Justiça, a cidade de Cuiabá abriga várias unidades judiciárias, sendo o Fórum da Capital a maior de todo o Estado. Ali, antes da pandemia da Covid-19, milhares de pessoas transitavam diariamente. Aos poucos, esse movimento vem sendo retomado.
Cidades
Mato Grosso deixa de destruir maquinários apreendidos e passa a destiná-los aos municípios

Mato Grosso deu um passo importante na política ambiental ao adotar uma nova destinação para maquinários apreendidos em fiscalizações. A partir de agora, os equipamentos não serão mais destruídos, mas repassados às prefeituras para utilização em obras e na manutenção de estradas, principalmente nas regiões que atendem a agricultura familiar.
A mudança foi formalizada por meio de um memorando de intenções firmado pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), em parceria com o Governo do Estado, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) e o Ministério Público Estadual.
A iniciativa representa uma mudança de paradigma na gestão dos bens apreendidos, transformando equipamentos que antes eram inutilizados em ferramentas de apoio ao desenvolvimento local. Na prática, os maquinários passam a contribuir diretamente com a infraestrutura dos municípios, fortalecendo o escoamento da produção e o atendimento às comunidades rurais.
Segundo o presidente da AMM, Hemerson Máximo, conhecido como Maninho, a medida é resultado da atuação conjunta da entidade com os municípios e demonstra que é possível alinhar preservação ambiental com desenvolvimento econômico.
“Estamos transformando o que antes era perdido em benefício direto para a população. Proteger o meio ambiente e defender Mato Grosso caminham juntos”, destacou.
Com a iniciativa, o estado busca dar mais eficiência à política ambiental, ao mesmo tempo em que reforça a estrutura dos municípios e amplia o apoio à agricultura familiar.
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