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Mato Grosso

Farol de Gestão aponta situações críticas e excedentes nas unidades

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso possui hoje 22 Promotorias de Justiça em que a força de trabalho para os membros é superior a 60% da lotação atual. O Farol traz também as unidades que estão equilibradas, aquelas em que as lacunas negativas são gerenciáveis e as que têm excedentes.

A expectativa é de que com o fechamento do ano de 2022 o Farol apresente alterações, já que houve um acréscimo no número de demandas após o período crítico da pandemia. “A análise e tratamento dos resultados do projeto de dimensionamento estarão sob a responsabilidade do Comitê Executivo, criado a partir do Ato Administrativo 1.146/2022”, destacou a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão, Hellen Uliam Kuriki.

Entre as atribuições do Comitê, segundo ela, estão a análise de requerimentos formulados pelas unidades do MPMT que impactem os resultados do Projeto de Dimensionamento da Força de Trabalho (PDFT) ou no tratamento dos pontos críticos identificados, acompanhamento dos resultados, a situação das unidades ao longo do tempo, entre outras.

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Integram o comitê, a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão, Hellen Uliam Kuriki; a promotora de Justiça auxiliar do Gabinete do Procurador-Geral de Justiça, Claire Vogel Dutra; a promotora de Justiça assessora da Corregedora Geral do MP, Regilain Magali Bernardi Crepaldi; a chefe do Departamento de Gestão de Pessoas, Mariane Mesquita Souza Hartung e a chefe do Departamento de Planejamento e Gestão, Annelyse Cristine Candio Santos.

Os trabalhos do comitê serão secretariados pelos servidores Gabriel Passadore Hauagge dos Santos, Francieli Cristina Bertozi e Hamilton Benedito Ferreira Teixeira.

Fonte: MP MT

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Mato Grosso deixa de destruir maquinários apreendidos e passa a destiná-los aos municípios

Mato Grosso deu um passo importante na política ambiental ao adotar uma nova destinação para maquinários apreendidos em fiscalizações. A partir de agora, os equipamentos não serão mais destruídos, mas repassados às prefeituras para utilização em obras e na manutenção de estradas, principalmente nas regiões que atendem a agricultura familiar.

A mudança foi formalizada por meio de um memorando de intenções firmado pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), em parceria com o Governo do Estado, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) e o Ministério Público Estadual.

A iniciativa representa uma mudança de paradigma na gestão dos bens apreendidos, transformando equipamentos que antes eram inutilizados em ferramentas de apoio ao desenvolvimento local. Na prática, os maquinários passam a contribuir diretamente com a infraestrutura dos municípios, fortalecendo o escoamento da produção e o atendimento às comunidades rurais.

Segundo o presidente da AMM, Hemerson Máximo, conhecido como Maninho, a medida é resultado da atuação conjunta da entidade com os municípios e demonstra que é possível alinhar preservação ambiental com desenvolvimento econômico.

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“Estamos transformando o que antes era perdido em benefício direto para a população. Proteger o meio ambiente e defender Mato Grosso caminham juntos”, destacou.

Com a iniciativa, o estado busca dar mais eficiência à política ambiental, ao mesmo tempo em que reforça a estrutura dos municípios e amplia o apoio à agricultura familiar.

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