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Entretenimento

Morre Paul Di’Anno, ex-vocalista do Iron Maiden, aos 66 anos

Paul Di’Anno, conhecido por ter sido o vocalista do Iron Maiden, faleceu em sua residência em Salisbury, Inglaterra, no dia 21 de outubro de 2024, aos 66 anos. A informação sobre a causa de sua morte ainda não foi divulgada. Di’Anno fez parte da formação da banda entre 1978 e 1981, contribuindo para os álbuns “Iron Maiden” e “Killers“, que marcaram o início da carreira do grupo. Após sua saída do Iron Maiden, Di’Anno seguiu uma trajetória musical que incluiu projetos como Di’Anno’s Battlezone e Rockfellas, além de trabalhos solo.

Nos últimos anos, ele enfrentou sérios problemas de saúde, que culminaram em várias cirurgias nos joelhos. Apesar das dificuldades, o cantor conseguiu realizar mais de 100 apresentações desde 2023, muitas delas em uma cadeira de rodas. Nascido de pai brasileiro, Di’Anno passou parte de sua vida em São Paulo, onde se tornou um torcedor fervoroso do Corinthians. Sua conexão com o Brasil sempre foi uma parte importante de sua identidade, tendo dois filhos dos seis nascidos em terras brasileiras.

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Além de sua carreira musical, ele também enfrentou desafios legais, tendo sido preso em 2011 por irregularidades relacionadas a benefícios governamentais. A morte de Paul Di’Anno representa uma grande perda para o mundo do rock, especialmente para os fãs do Iron Maiden, que o lembram como uma figura fundamental na formação inicial da banda. Seu legado musical e suas contribuições para o gênero continuarão a ser celebrados por admiradores ao redor do mundo.

Fonte: JovemPam

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Cultura

Flor Ribeirinha conquista pentacampeonato mundial e leva o siriri de MT ao topo do folclore internacional

O grupo Flor Ribeirinha voltou a colocar Mato Grosso em destaque no cenário cultural internacional ao conquistar, neste sábado (1º), o pentacampeonato do Campeonato Mundial de Folclore, realizado em Istambul, na Turquia. A vitória no 27º Festival Mundial consolida a companhia como uma das maiores representantes da cultura popular brasileira no exterior e reforça a força do siriri como patrimônio cultural do Estado.

Representando o Brasil diante de grupos folclóricos de diversos países, o Flor Ribeirinha apresentou um espetáculo inspirado nas tradições de Mato Grosso, reunindo música, dança, figurinos coloridos e elementos culturais da comunidade de São Gonçalo Beira Rio, em Cuiabá, onde o grupo foi fundado há mais de três décadas.

Emocionado após o anúncio do resultado, o diretor cultural da companhia, Avinner Silva, afirmou que o título simboliza a realização de um sonho construído ao longo dos anos.

“O pentacampeonato representa a realização de um sonho e é fruto da história de amor que o grupo construiu com a cultura popular e com esse trabalho desenvolvido ao longo de tantos anos”, destacou.

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Nas redes sociais, o próprio Flor Ribeirinha celebrou a conquista destacando a trajetória do grupo.

“Do quintal de São Gonçalo Beira Rio para o topo do mundo: o nosso siriri, a nossa viola de cocho e a nossa energia mato-grossense encantaram o planeta mais uma vez”, publicou a companhia.

Tradição reconhecida

A apresentação vencedora foi realizada na última quarta-feira (29), quando o grupo levou ao palco internacional um espetáculo baseado nas manifestações culturais mato-grossenses, valorizando ritmos tradicionais, danças típicas e figurinos inspirados na identidade regional.

A companhia nasceu na comunidade de São Gonçalo Beira Rio, um dos principais berços da cultura popular cuiabana, e foi fundada por Dona Domingas da Silva, considerada uma das maiores referências na preservação do siriri e do cururu.

Segundo integrantes do grupo, a preparação para o campeonato envolveu meses de ensaios e pesquisas para construir uma apresentação capaz de emocionar o público e, ao mesmo tempo, representar com fidelidade as tradições culturais de Mato Grosso.

Para Dona Domingas, cada participação internacional representa o reconhecimento de uma trajetória construída com dedicação e compromisso com a cultura popular.

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História de títulos

O título conquistado em Istambul amplia uma sequência de resultados que transformou o Flor Ribeirinha em referência mundial do folclore.

A primeira conquista internacional ocorreu em 2017, também na Turquia. Depois vieram os títulos na Polônia (2021), Bulgária (2022) e Coreia do Sul (2023).

Agora, de volta à Turquia, o grupo alcança o quinto título mundial e reafirma a capacidade da cultura mato-grossense de conquistar reconhecimento em diferentes continentes.

Mais do que uma vitória em um festival, o pentacampeonato representa a valorização das manifestações populares brasileiras e fortalece a imagem de Mato Grosso como um importante produtor de cultura, tradição e identidade regional. (Diário de Cuiabá)

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