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Investigação

Polícia acha novas provas e digitais em investigação sobre morte de filha de deputado

A Perícia Oficial e Identificação Técnica do Estado de Mato Grosso (Politec) colheu no último sábado, 20 de julho, novas provas e marcas de impressão digital na casa em que Raquel Cattani, filha do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), foi encontrada morta com mais de 30 facadas. As forças de Segurança Pública também fazem buscas pelo celular e a motocicleta da vítima. Os trabalhos estão concentrados na região de Portal do Marape, em Nova Mutum.

“Temos dois delegados na investigação, os doutores Guilherme e Edmundo na cidade de  Nova Mutum, que trabalham em parceria com a Polícia Militar e ainda fazem buscas pelo celular e a motocicleta, que ainda não foram encontrados. No domingo, tivemos uma informação que foi checada pelo Corpo de Bombeiros, fizemos mergulho em duas lagoas onde estaria essa motocicleta”, comentou o secretário de Segurança Pública, César Roveri.

O secretário disse ainda que todas as linhas de investigações estão sendo considerada, mas evitou dar detalhes para não atrapalhar as investigações. No entanto, Roveri adiantou que foram colhidas novas digitais e que o material genético encontrado na cena do crime já está sendo analisado pela Politec.

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“Temos algumas linhas, mas não vou entrar nesta questão para não atrapalhar as investigações. No sábado, a polícia científica colheu novas provas e digitais e o material genético colhido na sexta-feira (19) já está em análise de DNA e científica e logo teremos laudos que irão subsidiar ainda mais as investigações”, disse. 

Roveri adiantou ainda que o deputado Cattani e sua esposa, Sandra Maziero Cattani, foram ouvidos e deram informações relevantes à Polícia.

“Temos um delegado de feminicídio e de homicídio e latrocínio. Todas as hipóteses são levadas em consideração. Os pais da vítima foram ouvidas e deram detalhes importantes para a investigação”, concluiu. 

Fonte: Estadão de MT

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Gaeco deflagra operação contra suspeito de vazar dados para facção em Mato Grosso

O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Sinop (a 451 km de Cuiabá) deflagrou, nesta quarta-feira (20), a operação “Inimigo Íntimo” para investigar o vazamento de informações sigilosas e o possível favorecimento a facção criminosa.

As investigações indicam que um servidor público teria utilizado o cargo para acessar dados restritos e repassá-los indevidamente a integrantes de facção criminosa. Ele é suspeito de divulgar informações sobre operações policiais voltadas ao combate ao Comando Vermelho.

Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão. Durante a ação, equipes apreenderam três celulares, um notebook e outros dispositivos eletrônicos na residência do suspeito.

O material será analisado pela perícia técnica para subsidiar as investigações, que seguem em andamento com o objetivo de identificar outros integrantes da organização criminosa.

A ação contou com o apoio da Polícia Militar de Mato Grosso, por meio do 3º Comando Regional, além de duas equipes da Força Tática de Sinop, que deram suporte ao cumprimento das ordens judiciais e à segurança da operação.

O Gaeco é uma força-tarefa permanente composta pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.

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