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Investigação Polícial

Quatro suspeitos são presos com mais de 140 quilos de drogas em Tangará da Serra

A Polícia Civil prendeu, nessa quinta-feira (15), quatro homens, com idades entre 33 e 42 anos, e apreendeu 144 kg de drogas, em uma ação realizada no Distrito de Progresso, em Tangará da Serra.

A investigação teve início após a Polícia Civil receber uma denúncia anônima de que um caminhão com câmara fria Ford Cargo estava descarregando algumas caixas de papelão em um lava-jato.

O denunciante desconfiou ser algo ilícito por ver que o condutor do caminhão estava bastante apreensivo enquanto descarregava as caixas.

Diante da denúncia, a equipe de Combate a Narcóticos e o Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional de Tangará da Serra iniciaram as investigações e encontraram o endereço.

Os policiais se posicionaram próximo ao local e iniciaram uma campana. Após um tempo, um Fiat Strada chegou e o três homens colocaram as caixas na carroceria do veículo.

O motorista saiu com o carro e foi parado pela equipe policial no Distrito de Progresso, quando ia entrar em uma residência. Questionado, o suspeito confessou que as caixas com entorpecentes seriam guardadas em sua casa e que as teria pegado em um lava-jato em frente a uma empresa.

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A equipe foi até o lava-jato indicado e encontrou os suspeitos vistos anteriormente carregando as caixas para o Fiat Strada. Todos foram presos em flagrante. Um deles era o proprietário do estabelecimento, outro o motorista da Strada e um o ajudante do motorista do caminhão.

Os suspeitos descreveram as características do caminhão utilizado para transportar a droga e os policiais o encontraram e apreenderam. O motorista foi preso. Os veículos, a droga e os suspeitos foram encaminhados para a Delegacia de Tangará da Serra.

Foram apreendidos 15 kg de cocaína, 114 kg de maconha e 15 kg de pasta base de cocaína, totalizando 144 kg de drogas. As drogas estavam em quatro caixas de papelão e nestas estavam escritas o nome das cidades: “Campo Novo, Sapezal e Juara”.

“A apreensão representa um significativo prejuízo às atividades do crime organizado”, afirmou o delegado regional de Tangará da Serra, Ivan Albuquerque.

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Investigação Polícial

Operação mira empresa que simulava exportações de grãos para sonegar R$ 4,4 milhões em MT

O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Mato Grosso (Cira-MT) deflagrou, hoje (12), a Operação Joio para investigar um esquema de sonegação fiscal que causou prejuízo estimado de R$ 4,4 milhões aos cofres públicos. As investigações indicam que uma empresa do setor de comércio de cereais simulava exportações para evitar o pagamento de impostos. Na prática, eram emitidas notas fiscais com informações falsas, indicando compradores no exterior inexistentes.

Apesar dos registros, as mercadorias não saíam do país. Com isso, o grupo se beneficiava indevidamente da isenção tributária nas exportações e deixava de recolher o ICMS ao Estado.

Ao todo, são cumpridas 11 ordens judiciais, sendo quatro mandados de busca e apreensão e sete quebras de sigilo telemático. As ordens foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Tangará da Serra e são cumpridas no município, com apoio da Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz).

Durante a operação, os agentes apreenderam aparelhos eletrônicos e documentos fiscais, contábeis e empresariais. O objetivo é reunir provas sobre a atuação de pessoas físicas e jurídicas investigadas no esquema.

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O valor devido, já identificado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz-MT) e inscrito em dívida ativa pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT), chega a R$ 4.470.635,67. Os envolvidos podem responder por crimes como sonegação fiscal, falsidade ideológica, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Segundo o delegado da Defaz, José Ricardo Garcia Bruno, a operação reforça o trabalho conjunto das instituições no combate a fraudes. “A ação demonstra o compromisso em enfrentar crimes tributários e recuperar recursos que deixaram de chegar ao Estado”, afirmou.

O promotor de Justiça Washington Eduardo Borrére destacou que esse tipo de crime impacta diretamente a população. “A sonegação reduz a arrecadação e compromete investimentos em serviços públicos essenciais”, disse.

O Cira-MT é composto pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT), Controladoria-Geral do Estado (CGE), Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), Polícia Civil e Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT). As instituições atuam de forma coordenada e permanente no combate à sonegação fiscal em Mato Grosso.

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