Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Investigação Polícial

“Golpista das Flores” é condenado a 12 anos por enganar idosos em Cuiabá

O conhecido “golpista das flores”, Carlos Vinicius Amaral Leite, foi condenado a 12 anos, 10 meses e 20 dias de prisão pelo juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra, da Sétima Vara Criminal de Cuiabá. O criminoso aplicava golpes em idosos usando o disfarce de entregador de flores e cestas de presentes.

A sentença foi proferida após investigação da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, que prendeu Carlos em fevereiro de 2025. Ele foi denunciado por estelionato, roubo e participação em organização criminosa, crimes cometidos em datas de aniversário das vítimas, quando aproveitava o momento de celebração para enganá-las.

Clique aqui para entrar em nosso grupo do whatsapp

Segundo a Polícia Civil, Carlos integrava uma organização criminosa de São Paulo com uma estrutura bem definida, incluindo divisão de tarefas entre os membros. Durante o interrogatório, ele confessou que recebia 30% dos valores arrecadados com os golpes, enquanto o restante era repassado aos comparsas.

Antes de ser preso em Mato Grosso, o golpista já havia sido detido em Goiás por crime semelhante. Na ocasião, fingiu ser entregador de chocolates e levou R$ 3 mil de uma vítima.

Leia Também:  Polícia Civil entrega reforma e revitalização da Delegacia de Chapada dos Guimarães

O juiz destacou na sentença que o prejuízo comprovado foi de R$ 54.978,40, valor que reflete a gravidade e o impacto dos crimes.

“Portanto, a gravidade do delito evidencia-se não apenas pelo elevado valor do prejuízo financeiro causado — que alcança o montante de R$ 54.978,40 —, mas também pela complexidade da organização criminosa. O grupo, oriundo de outro Estado da Federação, revelou especial reprovabilidade ao direcionar suas ações, dentre outras vítimas, contra pessoas idosas”, afirmou o magistrado.

Além da pena em regime fechado, o juiz determinou o perdimento de uma moto Honda CG 160, cartões, máquinas de pagamento, cestas e caixas de presentes usados nas fraudes. Carlos também terá de indenizar as vítimas, sendo que uma delas receberá R$ 16.778,40.

A decisão reforça o alerta para que a população redobre os cuidados com entregas inesperadas e presentes de origem duvidosa, especialmente em datas comemorativas.

*Com informações de FolhaMax

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Investigação Polícial

Justiça marca audiência de policial acusado de estuprar detenta dentro da delegacia

A Justiça marcou para o dia 11 de junho de 2026, às 16h30, a audiência de instrução e julgamento do policial civil Manoel Batista da Silva, de 52 anos, acusado de estuprar uma detenta dentro da delegacia de Sorriso. A data foi definida pela 2ª Vara Criminal do município.

Manoel Batista da Silva, que atuava como investigador da Polícia Judiciária Civil, está preso preventivamente desde a denúncia feita pela vítima, que permanecia detida havia cerca de 50 dias.

A decisão foi assinada pelo juiz Arthur Moreira Pedreira de Albuquerque, que analisou pedidos apresentados tanto pela vítima quanto pela defesa do policial.

A vítima solicitou autorização para atuar oficialmente no processo ao lado do Ministério Público, auxiliando na acusação. Antes de decidir sobre o pedido, o magistrado determinou que o Ministério Público se manifeste.

Já a defesa do policial questionou supostas irregularidades nas provas digitais do processo. Os advogados alegam que parte do material estaria incompleta e também contestam a forma de armazenamento e preservação das provas. Além disso, pediram que a audiência fosse realizada de forma presencial.

Na decisão, o juiz afirmou que os apontamentos da defesa ficam registrados para eventual análise futura, mas destacou que, neste momento, não há motivos para rever decisões já tomadas no processo. Segundo o magistrado, a validade das provas será discutida posteriormente, após a fase de depoimentos e produção probatória.

Com isso, a Justiça manteve o andamento da ação penal e definiu que a audiência ocorrerá por videoconferência. Nessa etapa, deverão ser ouvidos o acusado, testemunhas e demais envolvidos no caso.

Leia Também:  Polícia Militar prende casal por tráfico, furto e abandono de incapaz em Sorriso

A defesa de Manoel Batista da Silva, de 52 anos, investigador da Polícia Civil que foi preso após acusação de ter estuprado uma detenta dentro da delegacia de Sorriso, pediu a anulação da ação penal feita pelo Ministério Público após a promotora Fernanda Pawelec, que fez um pedido formal e por escrito ao Ministério Público, para não atuar em inquérito onde o delegado Bruno França tenha participado, pois a mesma se coloca como SUSPEITA.

A manifestação de suspeição, ocorreu após o delegado Dr. Bruno França atuar em uma abordagem na casa da promotora que ocorreu em 2023.

Dr. Bruno e os outros delegados também atuaram na investigação e inquérito do caso do investigador Manoel Batista da Silva, o que chamou atenção da defesa de Manoel, que teve acesso ao pedido de SUSPEIÇÃO da promotora em todos os casos que o delegado Bruno tenha envolvimento.

A promotora fez o pedido para não atuar em qualquer feito em cujo qual atue ou tenha atuado o Delegado da Polícia Civil Bruno França na Comarca de Sorriso.

Com estas informações, a defesa de Manoel, ao saber que a mesma promotora estava atuando no caso em que Manoel é acusado de estupro de uma detenta, pediu um Habeas Corpus para soltura do mesmo e também o pedido de anulação da ação penal, pois como o delegado foi importante no processo, a promotora não poderia atuar na ação penal, pois a mesma já tinha pedido a SUSPEIÇÃO outrora.

Leia Também:  Polícia Civil entrega reforma e revitalização da Delegacia de Chapada dos Guimarães

A anulação de um inquérito policial ou de uma ação penal baseada na suspeição de um promotor de justiça (ou membro do Ministério Público) é possível, mas depende da comprovação de prejuízo concreto e da demonstração de parcialidade que tenha afetado a lisura das investigações.
A suspeição gera, em regra, nulidade relativa. Isso significa que os atos praticados pelo promotor considerado suspeito só serão anulados se a defesa demonstrar que eles causaram prejuízo real ao investigado/réu.
A suspeição do membro do MP não se baseia apenas em um ato isolado, mas sim quando se demonstra um comportamento contínuo, sequencial e métodos pouco ortodoxos que indicam o objetivo de condenação a qualquer custo, configurando parcialidade.

INQUÉRITO

A Polícia Civil de Mato Grosso concluiu o inquérito que apurou o crime de estupro de uma mulher praticado pelo investigador Manoel Batista da Silva, dentro da delegacia de Sorriso.

O servidor foi indiciado pelos crimes de estupro e abuso de autoridade, após exames periciais confirmarem o abuso sexual. O inquérito foi remetido ao Poder Judiciário e Ministério Público para prosseguimento da ação penal.

De acordo com a defesa, a vítima sofreu quatro episódios de violência sexual entre a noite de 9 de dezembro de 2025 e a madrugada do dia 10.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA