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Investigação Polícial

Ficco apreende malote com R$ 390 mil recém sacados de agência em Manaus; PF suspeita de lavagem

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amazonas (FICCO/AM) realizou, nesta segunda-feira (19/1), a apreensão de aproximadamente R$ 390 mil em espécie. A ação ocorreu após o recebimento de denúncias e trabalho de inteligência indicando que o valor havia sido sacado em uma agência bancária na capital amazonense.

No momento da abordagem, realizada com o apoio da ROCAM, as equipes localizaram um malote contendo o dinheiro. Há suspeitas de que os valores tenham origem no crime de lavagem de dinheiro, com indícios de desvio de recursos públicos federais.

As investigações seguem em andamento para aprofundar a apuração sobre a origem do montante e identificar eventuais vínculos com crimes contra a administração pública.

A FICCO/AM é composta pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP/AM), Polícia Civil, Polícia Militar, Secretaria Executiva-Adjunta de Inteligência, Secretaria de Administração Penitenciária e Secretaria Municipal de Segurança e Defesa Social.

A Polícia Federal não informou o gênero da pessoa que estava com o dinheiro e mantém em sigilo detalhes da apreensão.

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Investigação Polícial

Operação mira empresa que simulava exportações de grãos para sonegar R$ 4,4 milhões em MT

O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Mato Grosso (Cira-MT) deflagrou, hoje (12), a Operação Joio para investigar um esquema de sonegação fiscal que causou prejuízo estimado de R$ 4,4 milhões aos cofres públicos. As investigações indicam que uma empresa do setor de comércio de cereais simulava exportações para evitar o pagamento de impostos. Na prática, eram emitidas notas fiscais com informações falsas, indicando compradores no exterior inexistentes.

Apesar dos registros, as mercadorias não saíam do país. Com isso, o grupo se beneficiava indevidamente da isenção tributária nas exportações e deixava de recolher o ICMS ao Estado.

Ao todo, são cumpridas 11 ordens judiciais, sendo quatro mandados de busca e apreensão e sete quebras de sigilo telemático. As ordens foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Tangará da Serra e são cumpridas no município, com apoio da Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz).

Durante a operação, os agentes apreenderam aparelhos eletrônicos e documentos fiscais, contábeis e empresariais. O objetivo é reunir provas sobre a atuação de pessoas físicas e jurídicas investigadas no esquema.

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O valor devido, já identificado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz-MT) e inscrito em dívida ativa pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT), chega a R$ 4.470.635,67. Os envolvidos podem responder por crimes como sonegação fiscal, falsidade ideológica, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Segundo o delegado da Defaz, José Ricardo Garcia Bruno, a operação reforça o trabalho conjunto das instituições no combate a fraudes. “A ação demonstra o compromisso em enfrentar crimes tributários e recuperar recursos que deixaram de chegar ao Estado”, afirmou.

O promotor de Justiça Washington Eduardo Borrére destacou que esse tipo de crime impacta diretamente a população. “A sonegação reduz a arrecadação e compromete investimentos em serviços públicos essenciais”, disse.

O Cira-MT é composto pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT), Controladoria-Geral do Estado (CGE), Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), Polícia Civil e Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT). As instituições atuam de forma coordenada e permanente no combate à sonegação fiscal em Mato Grosso.

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