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Jato de US$ 45 milhões afunda após piso de hangar ceder em Congonhas

Um jato executivo avaliado em cerca de US$ 45 milhões se envolveu em um incidente no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, depois que o piso de um hangar cedeu repentinamente. Com o afundamento da estrutura, o trem de pouso da aeronave acabou ficando parcialmente submerso, impedindo a movimentação do avião e mobilizando equipes do terminal.

O avião atingido é um Gulfstream G600, modelo considerado um dos mais modernos da aviação executiva mundial. A aeronave foi a primeira desse tipo a operar no Brasil, conforme informações do portal especializado Aeroin.

O jato pertence ao empresário cearense Mário Araújo Alencar Araripe, dono da Immobiliare Administradora de Imóveis Próprios. Ele adquiriu a aeronave em 2022, quando o modelo ainda era utilizado como avião de demonstração.

Apesar do susto, não houve registro de feridos. As causas do afundamento do piso e as responsabilidades pelo incidente deverão ser apuradas.

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Nova Mutum a Lucas: Nova Rota rebate Sérgio Ricardo e afirma que duplicação da BR-163 prevê acostamento

A concessionária Nova Rota do Oeste rebateu as declarações do presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, sobre a qualidade das obras de duplicação da BR-163, especialmente em relação aos acostamentos da rodovia.

Em nota, a empresa afirmou que todos os trechos duplicados entregues contam com acostamento contínuo, conforme previsto no projeto executivo da concessão.

A manifestação da concessionária ocorre após vistoria realizada pelo presidente do TCE-MT na segunda-feira (11), entre os municípios de Nova Mutum e Lucas do Rio Verde. Durante a inspeção, Sérgio Ricardo criticou as dimensões dos acostamentos em alguns pontos da rodovia.

“Estou há 20 quilômetros tentando encostar o carro e não consigo. Não tem cabimento uma obra tão grande, com custos tão elevados, sem acostamento correto. Quando o Estado paga, ele paga pelo acostamento também”, declarou.

Em resposta, a Nova Rota afirmou que as obras seguem o padrão Classe 1A, que prevê plataformas de 10,30 metros por pista, incluindo duas faixas de rolamento de 3,60 metros cada, acostamento contínuo de 2,5 metros e faixa de segurança de 60 centímetros junto ao canteiro central.

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O gerente de Obras da concessionária, Jhonatan Bezerra, afirmou que os trechos antigos da BR-163 também passam por adequações.

“Os trechos da pista antiga estão sendo recuperados com a implantação do acostamento. Esse trabalho já foi executado em 165 quilômetros e segue avançando, conforme previsto no contrato de concessão”, disse.

Segundo a empresa, os 230 quilômetros já entregues da duplicação possuem acostamento em toda a extensão. Atualmente, as obras estão concentradas nas regiões de Jangada, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Sorriso e Sinop.

Durante a vistoria, Sérgio Ricardo também afirmou que o TCE-MT irá aprofundar a análise sobre os custos e a execução das obras na BR-163. Conforme o conselheiro, auditorias realizadas pelo órgão identificaram pontos que merecem atenção, incluindo diferença entre o valor inicialmente previsto em licitação e o contrato posteriormente executado.

As obras monitoradas pelo TCE-MT ao longo da BR-163 somam cerca de R$ 4,2 bilhões em investimentos vinculados à concessão da rodovia.

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