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Atrasei as prestações do financiamento! O quê acontece?

Para muitos a aquisição da casa própria é um dos maiores investimentos que pode ser feito ao longo da vida. Muitas pessoas levam anos para finalmente comprar seu próprio imóvel, pois um financiamento imobiliário requer planejamento e comprometimento financeiro. E neste durante a negociação, muitas eventualidades podem ocorrer, até mesmo a perda de um emprego. Mas se algum imprevisto acontecer e atrasar o pagamento das prestações do financiamento imobiliário, o que pode acontecer? Veja agora:

Como resolver o atraso das parcelas de financiamento imobiliário?

Para resolver é necessário procurar de forma imediata uma instituição financeira para renegociar a dívida atrasada. Vale ressaltar que o pagamento debitado é também de interesse da instituição bancária, pois não há nenhuma possibilidade de reembolso. Mas dependendo da flexibilidade que a instituição oferece, é possível que ela negocie uma quantia de entrada e divida o restante em prestações futuras. Mas, para que isso aconteça, é necessário que o contratante reverta a situação com o gerente que ficou responsável pelo financiamento.

Financiamento com o banco

Quem assinou contrato de financiamento diretamente com uma instituição bancária não pode realizar o distrato, ou seja, se ocorrer a inadimplência por mais de 3 meses, o banco poderá retomar o imóvel. Esse prazo pode variar de um contrato para o outro.

Além disso, se o consumidor estiver com as parcelas do imóvel atrasadas e exceder o prazo estabelecido no contrato, o banco encaminha uma notificação a ele. E esse aviso pode chegar por meio de carta ou ser entregue pelo cartório.

Imóvel na planta ou em construção

O imóvel quando comprado ainda na planta, o comprador tem o direito de desistir do imóvel se não conseguir quitar as parcelas, mas isso antes de receber as chaves da construtora. Essa desistência é chamada de distrato, ou seja, quando o contrato é quebrado.

Pode acontecer também da construtora solicitar o distrato caso o comprador atrasar as prestações. Nesse caso, tudo dependerá do contrato, sendo que o mais comum é o de 90 dias ou com 3 parcelas atrasadas já é o suficiente para pedir o distrato.

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Regras do distrato

No caso de o comprador solicitar o distrato, ele deverá pagar uma multa, e a construtora poderá reembolsar o restante do dinheiro. Não havendo nenhum valor percentual definido por lei. O mais comum, é o comprador pagar de 10% a 20% de multa e ser estornado entre 80% e 90% do valor que já foi pago. As construtoras exigem que o valor da multa seja baseado no valor total do seu apartamento em Cuiabá, e não no valor já pago pelo comprador até a solicitação de distrato.

Entrega das chaves

A partir do momento da entrega das chaves o consumidor deve quitar o valor pendente com a construtora ou, então, contratar uma instituição financeira que arque com o financiamento do imóvel. Se chegar nessa etapa sem garantir o financiamento bancário, a melhor opção é rescindir o contrato para não entrar em dívidas.

Imóvel vai a leilão

Após a entrega da notificação, o devedor tem o prazo de 15 dias para pagar a dívida atrasada. Após isso, o imóvel pode ir a leilão no prazo de até 30 dias. Se o valor conquistado no leilão for superior ao da dívida, o mesmo recebe de volta a diferença. Se o valor for menor ou igual ao valor devido, a dívida é quitada – sendo assim o comprador fica sem o imóvel e sem o dinheiro que já havia pago pelo bem.

Atraso no financiamento do Minha Casa Minha Vida

No caso de atrasos no financiamento do programa Minha Casa Minha Vida, o valor é atualizado aplicando o índice determinado. De acordo com a Caixa Econômica Federal, para aqueles que se encaixam na faixa 1 é cobrado juros que chegam a 1% ao mês após 30 dias da parcela atrasada. Para as demais faixas do programa é cobrada uma multa de aproximadamente 2% a partir da data que vence, além dos juros conforme previsto no contrato.

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Em casos extremos opte por devolver o imóvel

Nos casos em que o valor da dívida chega a níveis extremos, é necessário cogitar a venda do imóvel. Mas vale lembrar que essa decisão é válida apenas se os recursos e tentativas de solução do problema não forem o suficiente. Por outro lado, a venda do imóvel pode ser um ótimo negócio para aqueles que passam por essa situação, afinal é possível ganhar mais do que se foi investido. Porém, por se tratar de um momento crítico, é um processo que demanda eficiência, onde o valor do imóvel pode sofrer uma depreciação.

Portabilidade do financiamento

É possível realizar a portabilidade do financiamento, onde é possível solicitar que a dívida seja transferida para outra instituição bancária, para quitar a dívida de acordo com a sua situação financeira.

Vale ressaltar que é necessário tomar alguns cuidados ao solicitar essa portabilidade. Por exemplo, o seu banco atual não pode te impedir de realizar essa portabilidade, mas pode oferecer uma contraproposta para que você permaneça. O que é uma ótima opção, pois há possibilidade dos valores de juros diminuírem.

Por outro lado, o banco que você deseja fazer a portabilidade pode negar. Afinal você está sob uma análise de crédito e se o novo banco não permitir essa troca, você pode se manter preso à instituição atual até quitar a dívida.

São vários fatores a serem discutidos quando se fala sobre financiamento imobiliário. Afinal, muitos têm dúvidas sobre atrasos e inadimplências nas prestações de um imóvel. Mas atente-se às datas de vencimento e saiba sempre que há possibilidades de recorrer e efetuar o pagamento para que não vire uma bola de neve financeira.

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Nova Mutum se destaca entre os cinco municípios brasileiros com maior taxa de aluguel de imóveis.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, no dia 12 de dezembro, os resultados preliminares do Censo Demográfico 2022, destacando as características dos domicílios. Os dados revelaram que Nova Mutum figura entre os cinco municípios brasileiros com o maior percentual de moradores em imóveis alugados. De acordo com o levantamento, 44,67% da população de Nova Mutum reside em imóveis alugados, um índice expressivo que coloca a cidade ao lado de outros municípios mato-grossenses, como Lucas do Rio Verde (52%) e Campo Novo do Parecis (47,5%).

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Além disso, a média salarial no município, conforme o Ministério do Trabalho e Emprego, foi de R$ 3.109,46 em 2023. Nova Mutum conta com 18.174 domicílios residenciais e uma média de 3,07 moradores por residência. O FipeZap, indicador que monitora o mercado de locação, revela que o custo médio de um apartamento de 50 metros quadrados em 25 cidades monitoradas chegou a R$ 2.126,50 em dezembro de 2023, quase R$ 300 a mais que no ano anterior.

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O crescimento acelerado de Nova Mutum, impulsionado pelo desenvolvimento econômico e pelo aumento da demanda por habitação, são fatores que explicam esse cenário. O presidente da ACENM (Associação Comercial e Empresarial de Nova Mutum), Lírio Vitalli, comentou sobre a situação:

“Os números refletem o avanço econômico e a atratividade do nosso município. Nova Mutum se consolidou como um polo de oportunidades, mas o desafio agora é equilibrar o crescimento com políticas de incentivo à moradia, que possam beneficiar tanto quem aluga quanto quem busca a casa própria.”

Ronnie Sfredo, presidente da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas), ressaltou o impacto no mercado local:

“O aumento da procura por imóveis para aluguel em Nova Mutum também é um reflexo da chegada de novas empresas e profissionais. O setor imobiliário precisa se adaptar a essa demanda crescente, mas é importante manter os preços acessíveis para garantir a qualidade de vida da população e o desenvolvimento sustentável da cidade.”

A presença de Nova Mutum entre os municípios com maior número de aluguéis demonstra não apenas o crescimento econômico da região, mas também a necessidade de planejamento urbano e habitacional para acompanhar essa evolução e atender às demandas da população.

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Fonte: PowerMix

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