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Mega da Virada: 2 bolões e 4 apostas simples dividem prêmio recorde de R$ 1,09 bilhão

Seis apostas acertaram os números da Mega da Virada 2025 e dividem o maior prêmio da história, de R$ 1,09 bilhões. Segundo a Caixa, duas apostas vencedoras foram de bolões em Ponta Porã (MS) e Franco da Rocha (SP). Também houve um ganhador em João Pessoa (PB) e outros três que realizaram os jogos pelo canal eletrônico.

Como houve mais de um vencedor, os ganhadores vão dividir o prêmio e cada um levará para casa R$ 181.892.881,09.

Para os 3.921 jogos que acertaram a quina (cinco números), a segunda faixa de premiação, a bolada em dinheiro é de R$ 11.931,42 para cada. A quadra ou terceira faixa, que premia quem acerta quatro números, vai pagar R$ 216,76 para cada um dos 308.315 ganhadores

A 17ª edição da Mega da Virada registrou mais de R$ 3 bilhões em arrecadação, o que representa 22,6% a mais do arrecadado em 2024.

Os números sorteados foram: 59 – 21 – 32 – 13 – 33 – 09.

A premiação da Mega da Virada não acumula. Caso ninguém acertasse as seis dezenas, o valor será dividido entre os acertadores da quina, conforme as regras do concurso especial.

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Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies).

Inicialmente, o sorteio seria realizado no último dia do ano, como de costume, mas a Caixa informou que houve a problemas operacionais devido ao enorme volume de apostas que chegava no sistema e, por isso, optou por adiar a cerimônia para esta manhã.

Os números impressionam: eram realizadas 120 mil transações por segundo apenas no sistema online da instituição e outras 4.745 transações por segundo nas casas lotéricas espalhadas pelo país.

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Agosto terá dois eclipses visíveis em diferentes partes do mundo; eclipse lunar poderá ser visto no Brasil

Fenômeno lunar ocorre na madrugada de 28 de agosto e poderá ser observado a olho nu de todos os estados; eclipse solar será visível principalmente no Hemisfério Norte

O mês de agosto será marcado por dois fenômenos astronômicos: um eclipse solar total, previsto para o dia 12, e um eclipse lunar parcial, que poderá ser observado de diversas regiões das Américas, Europa e África, incluindo todo o território brasileiro.

O eclipse lunar ocorrerá na madrugada de 28 de agosto, com início às 23h30 do dia 27, no horário de Brasília, e terá o auge por volta de 1h do dia 28. Segundo a previsão, até 95% da Lua poderá adquirir uma coloração avermelhada durante o fenômeno.

De acordo com a astrônoma Josina Nascimento, do Observatório Nacional, os eclipses acontecem quando Sol, Terra e Lua ficam alinhados. No caso do eclipse lunar, a Terra fica entre o Sol e a Lua e projeta sua sombra sobre o satélite natural.

“Na Lua cheia você tem, nessa ordem, o Sol, a Terra e a Lua. E aí, o Sol batendo na Terra forma essa sombra no espaço, e quando a Lua entra nessa sombra, é que acontece o eclipse”, explicou a pesquisadora.

Eclipse lunar poderá ser observado sem equipamentos
O eclipse lunar poderá ser acompanhado a olho nu, sem a necessidade de óculos ou equipamentos especiais.

Para observar o fenômeno, a recomendação é procurar um local aberto, com visão livre do céu e, de preferência, pouca interferência de iluminação artificial.

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A coloração avermelhada da Lua ocorre porque parte da luz solar atravessa a atmosfera terrestre antes de atingir o satélite.

Eclipse solar acontece no dia 12
Já o eclipse solar total está previsto para o dia 12 de agosto. O fenômeno poderá ser observado em sua totalidade em regiões de países como Espanha, Portugal, Rússia, Islândia e Groenlândia.

Também haverá possibilidade de observação parcial em outras áreas do Hemisfério Norte e no norte do continente africano.

No eclipse solar, a Lua passa entre o Sol e a Terra e projeta uma sombra sobre determinada região do planeta.

“Já aqui você tem Sol, Lua e Terra, e a sombra da Lua vai fazer um caminho pela Terra. Só quem está neste caminho é que vê o eclipse do Sol. Esse caminho é um caminho de 300 quilômetros de largura”, explicou Josina.

Observação do eclipse solar exige proteção
Diferentemente do eclipse lunar, o eclipse solar não deve ser observado diretamente a olho nu.

Para acompanhar o fenômeno com segurança, é necessário utilizar óculos especiais certificados pela norma ISO 12312-2 ou máscaras de soldador equipadas com vidro de proteção número 14.

Óculos de sol comuns, filtros caseiros, películas ou outros materiais improvisados não protegem adequadamente os olhos. A observação direta do Sol pode provocar danos graves à visão e até cegueira.

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Por que acontecem os eclipses?
O eclipse solar ocorre durante a Lua Nova, quando a Lua passa entre o Sol e a Terra e bloqueia total ou parcialmente a luz solar para determinadas regiões.

O fenômeno é resultado de uma coincidência astronômica: embora o Sol seja cerca de 400 vezes maior que a Lua, ele também está aproximadamente 400 vezes mais distante da Terra. Por isso, vistos do nosso planeta, os dois corpos celestes aparentam ter tamanhos semelhantes no céu.

Já o eclipse lunar acontece somente durante a Lua Cheia, quando a Terra fica entre o Sol e a Lua.

Dependendo da posição da Lua em relação às sombras projetadas pela Terra, o eclipse pode ser total, parcial ou penumbral.

A sombra terrestre possui duas regiões: a umbra, que é a parte mais escura, e a penumbra, onde a sombra é mais fraca.

No eclipse previsto para agosto, a Lua não entrará completamente na umbra, caracterizando um eclipse lunar parcial. Mesmo assim, grande parte do satélite poderá ficar avermelhada.

Transmissão ao vivo
Quem não conseguir acompanhar os fenômenos diretamente poderá assistir às transmissões realizadas pelo Observatório Nacional, que fará a cobertura dos eclipses gratuitamente pela internet.

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