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Diamantino

Mulher é presa por esfaquear e matar jovem de 25 anos em Diamantino/MT

Henrique dos Santos, 25, foi assassinado com um único golpe de faca, durante uma briga, em um bar na zona rural de Diamantino/MT (208 km ao médio-norte de Cuiabá/MT), neste domingo (22). Suspeito de 39 anos foi presa durante a fuga. Caso é investigado. De acordo com as informações apuradas, polícia foi acionada assim que a morte da vítima foi confirmada. Henrique estava em uma unidade de saúde, não resistiu aos ferimentos e já chegou sem sinais vitais.

Esposa da vítima contou que eles estavam em um bar, na zona rural, quando começou uma discussão entre o marido e um homem motivada por ciúmes. Porém, uma mulher de 39 anos que estava no local provocou a vítima.

Bêbado, ele partiu para cima dela, mas foi contido por populares. Em seguida, a mulher pegou uma faca e deu um golpe na barriga de Henrique, próximo do umbigo. Ele foi socorrido e levado para o hospital, onde morreu.

A suspeita conseguiu fugir, mas em diligências, a polícia descobriu que ela fugiu em um Fiat Pálio prata, que foi encontrado em uma das ruas do Centro da cidade. O veículo foi abordado e a suspeita encontrada.

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Ela confessou o crime e disse que utilizou um canivete. Alegou que a confusão foi iniciada pela vítima e que só agiu em legítima defesa. A arma usada no crime não foi encontrada. O homem que estava ajudando ela na fuga também foi preso, ele estava na briga do bar. Caso é investigado.

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Diamantino

Politec identifica corpo de Paulo encontrado em reserva de eucaliptos em Diamantino

Um trabalho de alta complexidade técnica realizado pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec-MT) permitiu a identificação de um corpo encontrado em avançado estado de decomposição no município de Diamantino. Através do cruzamento de impressões digitais, os peritos confirmaram a identidade de Paulo Cristian Leandro Barboza Braga, de 25 anos, natural de Iacri (SP), que estava desaparecido desde o dia 3 de abril.

O cadáver foi localizado no último dia 7 de maio, ocultado em uma região de reserva florestal de eucaliptos. Devido ao tempo de exposição aos elementos e ao estado do corpo, o reconhecimento visual era inviável, tornando a perícia papiloscópica a via principal para a identificação oficial.

A Ciência contra a Decomposição

Para viabilizar a coleta das digitais em um corpo enterrado há mais de 30 dias, a equipe da Politec aplicou técnicas especializadas de reidratação e recuperação de tecidos. Esse processo laboratorial é necessário para restaurar a textura da pele dos dedos, permitindo o decalque das papilas dérmicas mesmo em condições extremas.

O procedimento, realizado no Instituto Médico Legal (IML) de Diamantino, levou cerca de 48 horas de dedicação técnica. O trabalho foi conduzido pela papiloscopista Isabela Mendes Pacheco Narita (unidade de Nova Mutum), com o suporte do papiloscopista Osmair de Gois (unidade de Lucas do Rio Verde).

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