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Técnicos em Necropsia convocados deixam Diamantino para segundo plano

Treze candidatos aprovados no concurso público para os cargos de técnicos em necropsia no interior do Estado, compareceram, nesta terça-feira (20.03) na Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para definir os municípios de lotação para os quais serão nomeados. O Edital de Convocação nº 001/2018 foi publicado no Diário Oficial do dia 15/03.

A escolha do município será feita por ordem de classificação, considerando os municípios correspondentes aos Polos para os quais se inscreveram, e conforme a disponibilidade de vagas existentes. Após a nomeação e posse, os candidatos passarão por curso de formação.

Foram convocados os candidatos aprovados para os polos de Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra. Para os respectivos polos foram disponibilizadas quatro vagas para Rondonópolis, uma em Primavera do Leste, uma vaga para Alta Floresta, uma para Sinop e duas para Sorriso. Para o polo de Tangará da Serra, são oferecidas uma vaga para Diamantino, duas vagas para Juína e uma vaga para Tangará da Serra.

Os candidatos foram recebidos pela Diretora Geral Adjunta da Politec, Alessandra Paiva Puertas, e pela equipe da Coordenadoria de Gestão de Pessoas da Secretaria de Estado de Segurança Pública.

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As candidatas Andrea Aquino e Marcielle Junges, ambas aprovadas para o polo de Tangará da Serra escolheram o município de Juína para exercerem a profissão. “Antes de estarmos aqui já havíamos definido juntamente com os outros aprovados obedecendo a ordem de classificação. Estamos com a expectativa muito positiva com a profissão e para o início das atividades”, afirmaram.

Há um ano exercendo a função de Técnica em Necropsia contratada em Rondonópolis, a candidata Christiane Laurentino Campos se prepara para tomar posse, agora, como servidora efetiva, após aprovação em quarto lugar no concurso público. “Resolvi me inscrever para o processo seletivo de contratação temporária meio no susto, ainda sem conhecer a realidade da função de técnica em necropsia, mas amei a profissão e resolvi estudar para me efetivar na área. O trabalho é muito tranquilo, diferente do que muita gente pensa”, avaliou.

Após a publicação das nomeações, os candidatos deverão agendar o ato de posse e a perícia médica através do telefone 0800 647 3633.

A perícia é realizada obrigatoriamente para posse e exercício em qualquer cargo público da Administração Pública Direta e Indireta do Estado de Mato Grosso, e atesta a capacidade física do indivíduo para ingressar no serviço público.

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Conforme o coordenador da Perícia Médica do Estado, Alvair da Silva Alves, o agendamento é obrigatório, e possibilita que o setor possa atender a demanda, sem fila de espera ou superlotação no atendimento. A lista completa de exames necessários para a perícia, e documentos para posse, está prevista na Instrução Normativa Nº 01, de 26 de Janeiro de 2018.

Folha Max

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Cidades

Vereador apresenta projeto para proibir competições de “Farmar Aura” em espaços públicos

Foi lido oficialmente durante a 69ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Cáceres, realizada nesta segunda-feira (3), o Projeto de Lei nº 01/2026, de autoria do vice-presidente da Casa, vereador Isaías Bezerra (Republicanos). A proposta pretende proibir a realização de campeonatos, disputas e eventos competitivos da prática conhecida como “aura farming” (“farmar aura”) em praças, parques, ginásios e demais espaços públicos do município.

Segundo o texto, a restrição tem como foco principal eventos que envolvam a participação, a presença ou a exposição de crianças e adolescentes.

De acordo com o projeto, considera-se “aura farming” a prática popularizada nas redes sociais em que pessoas realizam poses, gestos ou atitudes encenadas para ganhar prestígio e repercussão na internet, especialmente quando organizadas em formato de competição.

A proposta também proíbe a concessão de alvarás, autorizações, patrocínios e a cessão de espaços públicos para esse tipo de evento. No entanto, o projeto deixa claro que a vedação não se aplica a manifestações culturais, religiosas, artísticas ou esportivas tradicionais, nem a condutas individuais espontâneas que não tenham caráter competitivo.

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Penalidades

Caso a lei seja aprovada, os organizadores que descumprirem as regras poderão sofrer penalidades que incluem desde advertência por escrito, multa de 10 Unidades Fiscais de Cáceres (UFICs/MT) cerca R$ 717,20, dobrada em caso de reincidência ou quando houver envolvimento de menores. Além da possível suspensão ou cassação do alvará de funcionamento de estabelecimentos envolvidos.

O projeto também determina que, sempre que forem constatadas crianças ou adolescentes em eventos proibidos, os órgãos de fiscalização comuniquem imediatamente o Conselho Tutelar e o Ministério Público de Mato Grosso (MPE) para adoção das medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Incentivo a atividades educativas

Como alternativa, a proposta autoriza o Poder Executivo a desenvolver campanhas de conscientização sobre os riscos de modismos virais e a ampliar projetos voltados ao contraturno escolar.

Entre as ações previstas estão a expansão de escolinhas esportivas nos bairros, oficinas de música, dança e teatro com valorização da cultura pantaneira, além de cursos de tecnologia e qualificação profissional.

Na justificativa do projeto, Isaías Bezerra cita um episódio ocorrido em Cuiabá, onde um encontro relacionado à prática foi proibido administrativamente no Parque das Águas. Segundo o parlamentar, a intenção é fazer de Cáceres um dos primeiros municípios a estabelecer uma legislação específica sobre o tema.

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Após a leitura em plenário, o Projeto de Lei nº 01/2026 segue para análise das comissões permanentes da Câmara antes de ser votado pelos vereadores.

O que é “aura farming”?

O termo “aura farming” ganhou popularidade nas redes sociais e refere-se à prática de realizar ações, poses, desafios ou comportamentos com o objetivo de ganhar popularidade, admiração ou repercussão na internet. Em alguns locais, essas práticas passaram a ser organizadas em disputas e competições, especialmente entre jovens, com gravações para plataformas digitais. O projeto de lei não proíbe a prática individual, mas busca impedir a realização de eventos competitivos em espaços públicos municipais, sobretudo quando envolvam crianças e adolescentes.

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