Cidades
Pneus inservíveis de Diamantino têm destinação ecologicamente correta
O jornal ‘A Gazeta’ já publicou a reportagem intitulada ‘Pratique natureza – Destinação correta para pneus’, no caderno ‘Mais Vida’, que relatou o convênio firmado entre a Prefeitura de Diamantino e o programa Reciclanip no qual encaminha pneus fora de uso à reciclagem.
De acordo com a secretária municipal de Saúde, Adélia Maria dos Santos, a parceria foi firmada porque o município não tinha onde fazer o descarte de pneus de forma correta e havia uma preocupação para esse tipo de resíduo, reportou a editora de Suplementos do jornal ‘A Gazeta’, Rita Comini.
O ecoponto, local onde os pneus ficam armazenados aguardando o caminhão buscá-los para destinação ecologicamente correta, também ganhou ênfase na matéria.
Com frequência os pneus inservíveis são recolhidos das borracharias e levados para o ecoponto, de lá, seguem destino para reciclagem.
>> Saiba mais:
A Reciclanip foi criada em março de 2007 pelos fabricantes de pneus novos Bridgestone, Goodyear, Michelin e Pirelli e, em 2010, a Continental juntou-se à entidade.
Ao longo dos anos, o programa foi ampliando sua atuação em todas as regiões do país, o que levou os fabricantes a criar uma entidade voltada exclusivamente para a coleta e destinação de pneus no Brasil. Desde 1999, quando começou a coleta dos pneus inservíveis pelos fabricantes, mais de 1,3 milhão de toneladas de pneus, o equivalente a 270 milhões de pneus de passeio, foram coletados e destinados adequadamente.
A Reciclanip é considerada uma das maiores iniciativas da indústria brasileira na área de responsabilidade pós-consumo. O trabalho de coleta e destinação realizado pela entidade é comparável aos maiores programas de reciclagem desenvolvidos no país, em especial, o de latas de alumínio e embalagens de defensivos agrícolas.
O projeto teve início em 1999, com o Programa Nacional de Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis implantado pela Anip (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos), entidade que representa os fabricantes de pneus novos no país. As atividades da entidade atendem a resolução 416/09 do CONAMA, que regulamenta a coleta e destinação dos pneus inservíveis no Brasil.
>> A importância da coleta e destinação adequada dos pneus inservíveis
Após atingir seu desgaste completo, um pneu se torna inservível. Como é material de longo processo de decomposição, ele não deve ser descartado no meio ambiente. Tem que ser recolhido e destinado de forma adequada ambientalmente. Depois de triturado, por exemplo, ele pode virar asfalto ecológico, pode ser usado como fonte de calor para cimenteiras ou pode virar um piso antiderrapante. A Reciclanip, única entidade do país voltada exclusivamente para a coleta e destinação de pneus inservíveis tem um papel fundamental para que esse ciclo de reciclagem possa ser realizado. A organização é hoje uma das maiores iniciativas de pós-consumo da indústria brasileira e já coletou e destinou adequadamente mais de 2 milhões de toneladas de pneus inservíveis, o equivalente a 400 milhões de unidades de pneus de carro de passeio. Para dar mais detalhes sobre o assunto e entender a importância da reciclagem de pneus, Cesar Faccio, coordenador da Reciclanip, concedeu a entrevista abaixo.
>> A Reciclanip compra ou vende pneus inservíveis?
Não. Ela é uma entidade sem fins lucrativos, por isso não compra e não vende pneus. Seguindo o modelo de gestão de empresas europeias, com larga experiência na coleta e destinação de pneus inservíveis, a Reciclanip é diferente no quesito remuneração: em outros países, as empresas são pagas pelos vários agentes da cadeia produtiva para cobrir as despesas operacionais e garantir a destinação de pneus em seus países. No Brasil, os fabricantes de pneus novos, representados pela ANIP, arcam com todos os custos de coleta e destinação dos pneus inservíveis, como transporte, trituração e destinação. Desde 1999, os fabricantes de pneus já investiram mais de US$ 175 milhões no programa (dado até maio de 2012). Para o ano de 2012, o investimento previsto é de US$ 41 milhões.
>> Depois que a Reciclanip coleta um pneu, para onde ele vai?
Após coletado, o pneu vai para trituração e pode ser reaproveitado de diversas formas, como combustível alternativo para as indústrias de cimento ou para combustível de caldeiras, na fabricação de asfalto ecológico, solados de sapato, em borrachas de vedação, pisos para quadras poliesportivas, pisos industriais e tapetes para automóveis. Todas estas destinações são aprovadas pelo IBAMA como destinações ambientalmente adequadas. Hoje, grande parte dos pneus coletados vai para combustível alternativo usado para as cimenteiras, que recebem um pagamento da Reciclanip para usar o material e, com isso, dar uma destinação adequada. Para que seja ambientalmente correta, a queima deste material nas cimenteiras é cercada de todos os cuidados ambientais necessários, com o uso de filtros especiais, por exemplo.
Assessoria de Imprensa (Com informações Reciclanip)
Cidades
Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.
O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.
De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.
“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.
Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.
Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:
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