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Associados de Diamantino (MT) e de Imbituba (SC) são personagens de campanha nacional do Sicredi

Conectados pelos impactos positivos do cooperativismo, associados se encontram e revelam como esse modelo de negócios refletiu no seu dia a dia e na comunidade

Você conhece Darlan Back, de Imbituba (SC)? e Carlos Fernando Pereira, de Diamantino (MT)? Se ainda não, a partir da próxima segunda-feira (22.07), você e os demais moradores desses municípios e todos os brasileiros terão a oportunidade de conhecer suas realidades transformadas com apoio do Sicredi. Juntos, eles são personagens da nova campanha da instituição financeira cooperativa, veiculada em rede nacional.

Composta de 13 vídeos, ela traz 26 histórias de associados, de diferentes regiões do país, conectadas pelos impactos positivos do cooperativismo de crédito. Em cada um dos filmes, um associado vai até o município onde mora outro, evidenciando intercâmbios de trajetórias pessoais e de vivências com a instituição.

No filme, Darlan – associado da Cooperativa Sicredi Sul SC e dono de uma quadra de futebol em Imbituba – visita “Carlão”, como é conhecido em Diamantino o associado da Cooperativa Sicredi Ouro Verde MT e professor de Judô cuja ONG, por ele fundada, faz um trabalho exemplar de tirar as crianças da rua oferecendo a elas a oportunidade de praticar esportes e outras atividades como ballet e aulas de violão, com a exigência de frequentarem a escola.

“Com a ajuda do Sicredi, conseguimos comprar kimonos e outros equipamentos para a gurizada pobre que atendemos. A ONG já está em Mato Grosso, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e agora está chegando ao Paraná. E estamos em negociação com Pará, Pernambuco e Rondônia. Sem o Sicredi, dificilmente teria ido tão longe. Hoje, nosso trabalho alcança umas 10 mil crianças e adolescentes em todos esses lugares”, celebra Carlão. Darlan concorda e completa: “Se não fosse o Sicredi acreditar no meu projeto, eu não teria saído do lugar, estaria na mesma”, diz ele, que obteve junto à instituição uma linha de investimento empresarial que diversificou seu empreendimento, também passando a organizar festas infantis, realizando um sonho da sua família

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A campanha institucional do Sicredi começou a ser veiculada no dia 1º de julho. No primeiro episódio, Luiz Cezar Dias, de Alta Floresta (MT), contou sobre sua experiência como sócio da Wavemax Internet, uma provedora de internet para zonas urbanas e rurais. “O Sicredi foi a única instituição financeira que acreditou em mim, foi a única que acreditou e sonhou com a gente”, afirma o associado da Cooperativa Sicredi Norte MT/PA. Ele foi ao encontro de Maria de Lourdes Carneiro, de Urutaí (GO), associada da Cooperativa Sicredi Planalto Central, que destaca como um dos marcos para a pequena Urutaí a chegada da agência da instituição: “Foi uma surpresa grande demais quando a gente soube que o Sicredi viria para nossa cidadezinha para ajudar o povo daqui”.

Esses e os outros vídeos da série irão ao ar nos intervalos do Jornal Nacional, na Rede Globo, e também nos canais por assinatura GloboNews, SporTV e Discovery H&H. E ainda estarão disponíveis no site do Sicredi e nos perfis da instituição nas redes sociais, no Facebook, LinkedIn, Twitter e YouTube.

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Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

O Sicredi Centro Norte, composto pelos estados de Mato Grosso, Rondônia, Pará e Acre, tem aproximadamente de 422 mil associados, com 169 agências em 140 municípios.

ASSESSORIA DE IMPRENSA SICREDI CENTRO NORTE
Íconepress Assessoria de Imprensa e Agência de Conteúdo
Paola Carlini (65) 3642-3303 – 9 8404-9656
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Possibilidade de “Super El Niño” acende alerta no campo e exige planejamento antecipado para safra 2026/27

A possibilidade da formação de um “Super El Niño” neste ano já acende o sinal de alerta no setor produtivo, especialmente para a agricultura em Mato Grosso. O fenômeno, caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico, pode provocar mudanças significativas no regime de chuvas, elevar as temperaturas e influenciar diretamente o desenvolvimento das lavouras no estado.

Com base em dados e projeções apresentados no relatório do consultor da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Clyde Fraisse, o cenário climático exige atenção redobrada por parte dos produtores rurais, uma vez que pode afetar desde o planejamento do plantio da safra 2026/27 até a definição das estratégias de manejo ao longo do ciclo produtivo.

Na avaliação do consultor, embora ainda existam incertezas quanto à intensidade do fenômeno, o cenário indica probabilidade de alterações climáticas no Centro-Oeste, exigindo planejamento antecipado e estratégias voltadas à redução dos riscos na próxima safra.

“Os impactos do El Niño sobre a safra 2026/27 dependerão não apenas da intensidade do aquecimento do Oceano Pacífico, mas também da interação com outros sistemas climáticos, especialmente o Atlântico Tropical e os padrões atmosféricos sobre a América do Sul. Entretanto, o consenso entre os principais centros meteorológicos internacionais indica que o fenômeno aumenta significativamente a probabilidade de atrasos no início da estação chuvosa no Brasil Central. Para os produtores de Mato Grosso, isso reforça a necessidade de uma estratégia preventiva baseada na redução de riscos”, afirmou o consultor.

Diante desse cenário, Clyde Fraisse destaca que o monitoramento constante das previsões climáticas e a adoção de práticas de manejo são fundamentais para reduzir os impactos de possíveis atrasos das chuvas e garantir maior estabilidade ao sistema produtivo.

“O monitorar continuamente as previsões climáticas de médio e longo prazo; evitar a semeadura após precipitações isoladas, aguardando a consolidação da estação chuvosa; manter elevada cobertura do solo por meio do Sistema Plantio Direto e de plantas de cobertura; realizar escalonamento da semeadura para reduzir a exposição ao risco climático; utilizar cultivares adaptadas às diferentes janelas de plantio e revisar o planejamento da segunda safra considerando possíveis atrasos da soja; intensificar o monitoramento fitossanitário, uma vez que mudanças no regime de temperatura e umidade podem alterar a dinâmica de doenças e pragas”, aconselhou Clyde Fraisse.

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O consultor ressalta ainda que eventos climáticos dessa magnitude podem provocar reflexos em diferentes etapas da produção, afetando desde a implantação das lavouras até a logística e a comercialização dos grãos. Por isso, o uso de informações técnicas e de estudos climáticos torna-se uma ferramenta importante para orientar decisões dentro da propriedade.

“Para Mato Grosso, esses fatores representam risco elevado principalmente durante a emergência da soja, fase em que a disponibilidade hídrica é determinante para a formação do estande de plantas. A resposta climática depende da interação entre diversos modos de variabilidade climática. A climatologia baseada em eventos históricos constitui uma das ferramentas mais robustas para estimar riscos agrícolas. Estudos conduzidos pela Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, Instituto Nacional de Meteorologia e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária demonstram que existe elevada recorrência de determinados padrões regionais. Esses padrões permitem orientar decisões relacionadas ao calendário de plantio, escolha de cultivares, manejo da cobertura do solo, escalonamento da semeadura e estratégias de mitigação do risco climático”, disse.

Diante desse cenário, produtores rurais já começam a avaliar possíveis ajustes no planejamento da próxima safra. A antecipação dessas decisões pode ser determinante para minimizar perdas e garantir maior segurança produtiva. Para o vice-presidente Leste da Aprosoja MT, Diego Dall Asta, acompanhar de perto as projeções meteorológicas é indispensável para que o produtor tome decisões mais assertivas diante de um cenário de maior incerteza climática e custos elevados de produção.

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“Todo produtor acompanha as projeções climáticas com muita atenção, porque elas são fundamentais para o planejamento da próxima safra. Em um ano como este, em que os custos de fertilizantes químicos e sementes estão em patamares historicamente elevados, o produtor precisa, mais do que nunca, fazer um plantio assertivo. A forma como ele vai se adaptar para a próxima safra depende muito dessas projeções. A tendência é de um plantio com mais cautela, reduzindo, por exemplo, a área plantada no início do calendário, quando ainda há pouca umidade. O produtor não vai arriscar plantar com solo seco, chuvas esparsas ou precipitações muito antecipadas”, afirmou.

Segundo Diego Dall Asta, diante das projeções climáticas, o planejamento da próxima safra passa a exigir ainda mais atenção, desde a escolha das variedades até o momento adequado para iniciar o plantio, buscando reduzir riscos e preservar o potencial produtivo das lavouras.

“O planejamento precisa ser geral: plantar apenas com umidade suficiente para garantir uma boa germinação e um estabelecimento seguro da lavoura, pensando em um intervalo de duas a três semanas em que a planta possa suportar a falta de chuva. Além disso, é fundamental escolher materiais adaptados aos veranicos, que podem ocorrer entre outubro, novembro e dezembro. A tendência é de um ano com menos umidade, principalmente no início da safra, e com temperaturas mais altas. Então, o caminho é se adaptar: escolher bem as variedades, evitar plantar em condição de risco e trabalhar sempre com maior segurança”, orienta o vice-presidente Leste da Aprosoja MT.

A Aprosoja Mato Grosso, juntamente com especialistas, reforça que diante da possibilidade de alterações climáticas expressivas na próxima safra, o planejamento antecipado será um dos principais aliados do produtor rural.

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